sexta-feira, junho 15, 2007

Anuário do Agronegócio - Bons resultados do setor

O lançamento do Anuário do Agronegócio da EXAME mostra que o setor encontra-se em bom momento, e em especial, o setor sucroalcooleiro. Mostra também bons resultados em outros setores.

IMPULSIONADAS PELO ETANOL, EMPRESAS DE AÇÚCAR E ÁLCOOL SÃO CAMPEÃS EM EXPORTAÇÃO, DIZ ANUÁRIO EXAME DE AGRONEGÓCIOS

O anuário mostra que o setor atravessa sua melhor fase, sob qualquer ângulo que se analise. Chega às bancas nesta quinta-feira, a segunda edição do Anuário Exame de Agronegócios. Este ano, o anuário ampliou de 400 para 500 o seu ranking das maiores empresas de agronegócio do país. No total, elas foram responsáveis por mais de R$ 400 bilhões em vendas e um lucro de 8 bilhões em 2006.

Um dos destaques da lista foi a evolução de empresas do mercado de açúcar e álcool, impulsionada pelo interesse mundial em torno do etanol: oito delas estão na relação das 20 que mais cresceram no ano passado. O setor também foi o campeão de exportações no universo avaliado pelo anuário, com vendas de R$ 9,1 bilhões em 2006.

O Anuário mostra que o setor atravessa sua melhor fase, sob qualquer ângulo que se analise. O país é líder mundial de exportação de açúcar, café, suco de laranja e soja. Assumiu também a dianteira nos segmentos de carne bovina e frango, depois de ultrapassar tradicionais concorrentes, como Estados Unidos e Austrália. Até 2015, a participação nacional no mercado internacional de soja deve crescer dos atuais 36% para 46%.

No caso do frango, o salto será de 58% para 66%. Nas áreas em que o país ainda tem uma fatia pequena do comércio mundial, as evoluções devem ser muito maiores. Na suinocultura, por exemplo, de acordo com previsões dos especialistas da área, o Brasil deve quadruplicar sua participação, conquistando metade do mercado internacional.

O ranking das 500 maiores empresas de agronegócios do país em lucro é encabeçado pela Ambev (R$ 1,7 bilhão), de controle belga, seguida pela Aracruz (R$ 864 milhões), de controle nacional e a Souza Cruz (R$ 760 milhões), de controle inglês.

A lista das que mais cresceram também é liderada por uma empresa de controle belga, a Cervejaria Miranda Corrêa (crescimento de 146,5%,) seguida da Veracel (132,1%) e da Comexport (119,3%). No universo das 500 maiores, 388 têm controle nacional, 106 têm controle estrangeiro e seis, estatal.

Notícia publicada em http://www.brasilagro.com.br

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