<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881</id><updated>2012-02-11T11:02:08.523-03:00</updated><category term='energia elétrica'/><category term='cacau'/><category term='comércio exterior'/><category term='cana'/><category term='agroindústria'/><category term='celulose'/><category term='algodão'/><category term='ações'/><category term='suínos'/><category term='cotações'/><category term='TI'/><category term='petróleo'/><category term='alimentos'/><category term='leite'/><category term='bovinos'/><category term='seguro rural'/><category term='agroquímicos'/><category term='biocombustíveis'/><category term='carnes'/><category term='fertilizantes'/><category term='grãos'/><category term='mercado'/><category term='etanol'/><category term='suco de laranja'/><category term='Exame'/><category term='Wall Street'/><category term='CO2'/><category term='plástico verde'/><category term='pecuária'/><category term='açúcar'/><category term='café'/><category term='frango'/><category term='Embrapa'/><category term='Bovespa'/><category term='biodiesel'/><title type='text'>Blog do Agronegócio</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>703</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-5310102190029884356</id><published>2010-12-23T09:38:00.002-03:00</published><updated>2010-12-23T09:47:10.808-03:00</updated><title type='text'>África é bom investimento para alguns produtores brasileiros</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tenho um amigo que já foi para o Sudão em uma grande usina de açúcar de lá que é extremamente mecanizada e hoje fiquei surpreso sobre o bom resultado de um produtor brasileiro de soja e algodão por aquelas bandas. Segue abaixo notícia que encontrei no &lt;a href="http://www.portaldoagronegocio.com.br/conteudo.php?id=48259"&gt;Portal do Agronegócio&lt;/a&gt; publicada no Diário de Cuiabá:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Bons resultados na colheita do Sudão&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;Favorecido pelos baixos custos de produção na África, terra fértil e boa logística de transporte, o produtor mato-grossense, Gilson Pinesso, com lavouras em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, já está colhendo bons resultados com a sua primeira safra de algodão e soja, no Sudão&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A produtividade, apesar de ser menor do que a de Mato Grosso - maior produtor brasileiro - acaba compensada pela boa renda obtida pelo produtor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pinesso plantou este ano 500 hectares (400 ha de algodão e 100 ha de soja), num projeto experimental na região do Sudão, e colheu 2 mil quilos de soja por hectare. “O rendimento ficou um pouco abaixo do esperado porque plantamos com atraso de 50 dias devido à demora na liberação dos insumos (fertilizantes e inoculantes). Mas o baixo custo acabou compensando esta perda e podemos afirmar que a rentabilidade está sendo maior do que a de Mato Grosso, onde a cultura está consolidada”, conta o produtor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na região do Sudão, a época ideal para o cultivo de soja é o mês de junho, até o dia 20, mas Pinesso só conseguiu plantar depois do dia 10 de agosto. A expectativa do produtor é chegar no próximo ano a uma produtividade média de 40 sacas por hectare, distante do rendimento médio mato-grossense, de 50 sacas, porque na África o cultivo da oleaginosa é incipiente e ainda não foram descobertas variedades adequadas para o solo e clima da região.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Mas fizemos os cálculos e chegamos à conclusão de que o lucro foi bem maior, pois o custo de produção na África é de apenas 600 quilos de soja por hectare. No Brasil, o custo passa de 2,2 mil quilos, acima de US$ 800 dólares. Isso acaba fazendo a diferença para o produtor e para ele é o que interessa”, salienta Pinesso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No caso do algodão, cuja colheita está começando agora, a produtividade está sendo considerada boa. O produtor espera alcançar um rendimento médio de 250 arrobas por hectare, sendo 98 arrobas apenas da pluma, que o produto de maior valor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Estamos levando o Ima (Instituto Mato-grossense de Algodão) para pesquisar e desenvolver variedades adequadas na região do Sudão. A nossa previsão é de que dentro de cinco anos poderemos alcançar a produtividade brasileira”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pinesso destaca também o menor custo para a produção de algodão no continente africano, onde para se produzir um hectare de algodão gasta-se US$ 1,05 mil. No Brasil, este desembolso pode chegar a US$ 1,80 mil. “Estou bastante otimista com a boa perspectiva de rentabilidade diante e um menor custo de produção. Desenvolvendo tecnologias próprias para a África, num futuro próximo os produtores brasileiros terão todas as condições de ter lavouras naquele continente”, frisa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PROJETOS - O produtor diz estar “tão animado” que acabou refazendo sua projeção de plantio para a próxima temporada. Para 2011 ele planeja cultivar 40 mil hectares, 20 mil hectares de algodão, 10 mil de soja e 10 mil ha de milho. A expectativa inicial de Pinesso era plantar 25 mil hectares de soja e algodão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Pegamos o projeto Brasil-Sudanês, que previa o plantio de 20 mil hectares de soja e algodão para 2011. Somado aos cinco mil hectares próprios, também para a próxima safra, chegaríamos a 25 mil hectares. Mas o resultado está sendo tão bom que elevamos esta projeção em 60% para o próximo ciclo”, conta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo Pinesso, na África “o solo é fértil, não há problemas de pragas e a logística é boa”. A produção sai das lavouras de caminhão, como em Mato Grosso, mas percorre uma distância muito menor (400 quilômetros, ao invés de 2 mil quilômetros como no trecho Sorriso-Santos) até atingir o porto e seguir rumo à China, Índia, Bangladesh e Paquistão, principais mercados compradores do Sudão&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-5310102190029884356?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/5310102190029884356/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=5310102190029884356' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/5310102190029884356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/5310102190029884356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/12/africa-e-bom-investimento-para-alguns.html' title='África é bom investimento para alguns produtores brasileiros'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-4884622410400302971</id><published>2010-12-11T10:10:00.002-03:00</published><updated>2010-12-11T10:12:55.523-03:00</updated><title type='text'>Interesse da Petrobras pelo etanol é grande mesmo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parece que a Petrobras está mesmo muito interessada no setor sucroenergético. Depois de se associar com Tereos e São Martinho, agora quer se associar com ETH. Acabei de ler esta notícia no Estadão e encontrei-a disponível online no site do &lt;a href="http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201012111043_RED_79431068"&gt;Terra&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Petrobras e Odebrecht podem se unir em maior produtora de álcool&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Petrobras fez uma oferta de compra de 40% da ETH, empresa de etanol da Odebrecht, em um negócio avaliado em cerca de R$ 3 bilhões, segundo informações da edição deste sábado do jornal Folha de S. Paulo. O objetivo da estatal é correr atrás da liderança nacional do mercado de combustíveis de cana-de-açúcar. Desta maneira, a empresa de biocombustíveis da Odebrecht poderá se consolidar como a maior produtora global de álcool, posição que hoje pertence à Cosan, empresa em que a Shell é sócia. Concorrentes da estatal, como Shell e BP, foram mais rápidas e entraram primeiro no setor de álcool hidratado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tanto a Petrobras como a ETH disseram que não comentariam a negociação. O plano de investimento da ETH prevê a aplicação de R$ 3,5 bilhões até 2012, ano em que as nove usinas do grupo devem estar em operação. A empresa terá uma capacidade de moagem de 40 milhões de t de cana por safra e produzirá 3 bilhões de l de etanol. Poderá, ainda, gerar 2,7 mil GW/hora ao ano de energia a partir da biomassa. Com o dinheiro da Petrobras, a ETH irá abater parte de endividamento. A empresa comprou no ano passado a Brenco, que estava debilitada financeiramente, e assumiu sua dívida. A Odebrecht, dona da ETH, ficou com 65% da joint venture.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-4884622410400302971?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/4884622410400302971/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=4884622410400302971' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/4884622410400302971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/4884622410400302971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/12/interesse-da-petrobras-pelo-etanol-e.html' title='Interesse da Petrobras pelo etanol é grande mesmo'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-2547920795448240143</id><published>2010-12-08T09:59:00.002-03:00</published><updated>2010-12-08T10:03:02.925-03:00</updated><title type='text'>Carne de frango contrabandeada para o Paraguai</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A notícia abaixo, apesar de ser pouco usual, mostra como a produção avícola e de hortaliças brasileira são eficientes...Ela consegue fazer a rota inversa de milhares de produtos, ou seja, contrabando do Brasil para o Paraguai. A nota foi encontrada no &lt;a href="http://www.avisite.com.br/clipping/default.asp?codnoticia=15889"&gt;Avisite&lt;/a&gt; e é de autoria da Guilherme Wojciechowski da SopaBrasiguaia:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Paraguai apreende carne de frango contrabandeada do Brasil&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foz do Iguaçu, PR, 8 de Dezembro de 2010 - Fiscais da Direção Nacional das Aduanas (DNA), do Paraguai, fizeram nesta segunda-feira (07), na cabeceira paraguaia da Ponte da Amizade, chamativas apreensões de carne de frango e hortaliças adquiridas em Foz do Iguaçu e contrabandeadas ao país vizinho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com a agência pública IP Paraguay, 315 quilos de frango, 663 quilos de tomate, 520 quilos de pimentão e 260 quilos de cebola foram apreendidos durante abordagens de rotina a veículos que retornavam do Brasil pela ponte fronteiriça mais movimentada da América do Sul.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os produtos foram levados a um depósito da Administração Nacional de Navegação e Portos (ANNP) e, no caso dos vegetais, devem ser doados a instituições de caridade do lado paraguaio da fronteira. A carne de frango, transportada sem refrigeração, será destruída por representar riscos ao consumo humano.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-2547920795448240143?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/2547920795448240143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=2547920795448240143' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/2547920795448240143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/2547920795448240143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/12/carne-de-frango-contrabandeada-para-o.html' title='Carne de frango contrabandeada para o Paraguai'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-209316563598408407</id><published>2010-11-27T14:47:00.002-03:00</published><updated>2010-11-27T15:12:33.458-03:00</updated><title type='text'>Nos 35 anos de Proálcool, um pouco de história</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Proálcool (Programa Nacional do Álcool), programa desenvolvido pelo governo Militar na década de 1970 para incentivar o uso do álcool como combustível completou 35 anos no último dia 14 de novembro. Para ilustra um pouco deste programa importante para o agronegócio brasileiro, seguem abaixo 4 notícias do Estado de São Paulo, de autoria de Gustavo Porto e Eduardo Magassi) que encontrei no &lt;a href="http://ethanolbrasil.blogspot.com/"&gt;Ethanol Brasil Blog&lt;/a&gt; de várias fontes, além da descrição do programa e suas fases que encontrei no &lt;a href="http://www.biodieselbr.com/proalcool/pro-alcool.htm"&gt;Biodieselbr.com&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;PróAlcool - Programa Brasileiro de Álcool&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O PROÁLCOOL foi um programa bem-sucedido de substituição em larga escala dos derivados de petróleo. Foi desenvolvido para evitar o aumento da dependência externa de divisas quando dos choques de preço de petróleo. De 1975 a 2000, foram produzidos cerca de 5,6 milhões de veículos a álcool hidratado. Acrescido a isso, o Programa substituiu por uma fração de álcool anidro (entre 1,1% a 25%) um volume de gasolina pura consumida por uma frota superior a 10 milhões de veículos a gasolina, evitando, assim, nesse período, emissões de gás carbônico da ordem de 110 milhões de toneladas de carbono (contido no CO2), a importação de aproximadamente 550 milhões de barris de petróleo e, ainda, proporcionando uma economia de divisas da ordem de 11,5 bilhões de dólares.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;EVOLUÇÃO DO PROGRAMA NACIONAL DO ÁLCOOL - Proálcool&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Programa Nacional do Álcool ou Proálcool foi criado em 14 de novembro de 1975 pelo decreto n° 76.593, com o objetivo de estimular a produção do álcool, visando o atendimento das necessidades do mercado interno e externo e da política de combustíveis automotivos. De acordo com o decreto, a produção do álcool oriundo da cana-de-açúcar, da mandioca ou de qualquer outro insumo deveria ser incentivada por meio da expansão da oferta de matérias-primas, com especial ênfase no aumento da produção agrícola, da modernização e ampliação das destilarias existentes e da instalação de novas unidades produtoras, anexas a usinas ou autônomas, e de unidades armazenadoras.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A cana-de-açúcar tem o mais alto retorno para os agricultores por hectare plantado. O custo de produção do açúcar no país é baixo (inferior a US$ 200/toneladas6), podendo dessa maneira competir no mercado internacional. Tal mercado é, entretanto, volátil e apresenta grandes oscilações de preços.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A produção mundial de açúcar em 2000 foi de 131 milhões de toneladas, sendo de cerca de 13% a participação do Brasil. As etapas na produção do açúcar e do álcool diferem apenas a partir da obtenção do suco, que poderá ser fermentado para a produção de álcool ou tratado para o açúcar. Caso a produção de açúcar se torne menos atrativa devido às reduções de preços internacionais o que freqüentemente ocorre poderá ser mais vantajoso a mudança na produção para álcool.&lt;/div&gt; &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A decisão de produção de etanol a partir de cana-de-açúcar, além do preço do açúcar, é política e econômica, envolvendo investimentos adicionais. Tal decisão foi tomada em 1975, quando o governo federal decidiu encorajar a produção do álcool em substituição à gasolina pura, com o objetivo de reduzir as importações de petróleo, então com um grande peso na balança comercial externa. Nessa época, o preço do açúcar no mercado internacional vinha decaindo rapidamente, o que tornou conveniente a mudança de produção de açúcar para álcool.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No programa Brasileiro do Álcool, Proálcool, destacam-se cinco fases distintas:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;1a. 1975 a 1979 - Fase Inicial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;o esforço foi dirigido sobretudo para a produção de álcool anidro para a mistura com gasolina. Nessa fase, o esforço principal coube às destilarias anexas. A produção alcooleira cresceu de 600 milhões de l/ano (1975-76) para 3,4 bilhões de l/ano (1979-80). Os primeiros carros movidos exclusivamente a álcool surgiram em 1978.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;2a. 1980 a 1986 - Fase de Afirmação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;o segundo choque do petróleo (1979-80) triplicou o preço do barril de petróleo e as compras desse produto passaram a representar 46% da pauta de importações brasileiras em 1980. O governo, então, resolve adotar medidas para plena implementação do Proálcool. São criados organismos como o Conselho Nacional do Álcool - CNAL e a Comissão Executiva Nacional do Álcool - CENAL para agilizar o programa. A produção alcooleira atingiu um pico de 12,3 bilhões de litros em 1986-87 (gráfico 1), superando em 15% a meta inicial do governo de 10,7 bilhões de l/ano para o fim do período. A proporção de carros a álcool no total de automóveis de ciclo Otto (passageiros e de uso misto) produzidos no país aumentou de 0,46% em 1979 para 26,8% em 1980, atingindo um teto de 76,1% em 1986 (gráfico 2).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;3a. 1986 a 1995 - Fase de Estagnação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;a partir de 1986, o cenário internacional do mercado petrolífero é alterado. Os preços do barril de óleo bruto caíram de um patamar de US$ 30 a 40 para um nível de US$ 12 a 20. Esse novo período, denominado “contra-choque do petróleo”, colocou em xeque os programas de substituição de hidrocarbonetos fósseis e de uso eficiente da energia em todo o mundo. Na política energética brasileira, seus efeitos foram sentidos a partir de 1988, coincidindo com um período de escassez de recursos públicos para subsidiar os programas de estímulo aos energéticos alternativos, resultando num sensível decréscimo no volume de investimentos nos projetos de produção interna de energia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A oferta de álcool não pôde acompanhar o crescimento descompassado da demanda, com as vendas de carro a álcool atingindo níveis superiores a 95,8% das vendas totais de veículos de ciclo Otto para o mercado interno em 1985.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os baixos preços pagos aos produtores de álcool a partir da abrupta queda dos preços internacionais do petróleo (que se iniciou ao final de 1985) impediram a elevação da produção interna do produto. Por outro lado, a demanda pelo etanol, por parte dos consumidores, continuou sendo estimulada por meio da manutenção de preço relativamente atrativo ao da gasolina e da manutenção de menores impostos nos veículos a álcool comparados aos à gasolina. Essa combinação de desestímulo à produção de álcool e de estímulo à sua demanda, pelos fatores de mercado e intervenção governamental assinalados, gerou a crise de abastecimento da entressafra 1989-90. Vale ressaltar que, no período anterior à crise de abastecimento houve desestímulo tanto à produção de álcool, conforme citado, quanto à produção e exportação de açúcar, que àquela época tinham seus preços fixados pelo governo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A produção de álcool manteve-se em níveis praticamente constantes, atingindo 11,8 bilhões de litros na safra 1985-86; 10,5 bilhões em 1986-87; 11,5 bilhões em 1987-88; 11,7 bilhões em 1988-89 e 11,9 bilhões em 1989-90. As produções brasileiras de açúcar no período foram de 7,8 milhões de toneladas na safra 1985-86; 8,2 milhões em 1986-87; 7,9 milhões em 1987-88; 8,1 milhões em 1988-89 e 7,3 milhões de toneladas em 1989-90. As exportações de açúcar, por sua vez, reduziram-se nesse período, passando de 1,9 milhões de toneladas na safra 1985-86 para 1,1 milhão de toneladas na safra 1989-90.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de seu caráter efêmero, a crise de abastecimento de álcool do fim dos anos 1980 afetou a credibilidade do Proálcool, que, juntamente com a redução de estímulos ao seu uso, provocou, nos anos seguintes, um significativo decréscimo da demanda e, consequentemente, das vendas de automóveis movidos por esse combustível.&lt;/div&gt; &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deve-se acrescentar ainda outros motivos determinantes que, associados, também contribuíram para a redução da produção dos veículos a álcool. No final da década de 1980 e início da década de 1990, o cenário internacional dos preços do petróleo sofreu fortes alterações, tendo o preço do barril diminuído sensivelmente. Tal realidade, que se manteve praticamente como a tônica dos dez anos seguintes, somou-se à tendência, cada vez mais forte, da indústria automobilística de optar pela fabricação de modelos e motores padronizados mundialmente (na versão à gasolina). No início dadécada de 1990, houve também a liberação, no Brasil, das importações de veículos automotivos (produzidos, na sua origem exclusivamente na versão gasolina e diesel) e, ainda, a introdução da política de incentivos para o “carro popular” – de até 1000 cilindradas – desenvolvido para ser movido a gasolina.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A crise de abastecimento de álcool somente foi superada com a introdução no mercado do que se convencionou chamar de mistura MEG, que substituía, com igual desempenho, o álcool hidratado. Essa mistura (60% de etanol hidratado, 34% de metanol e 6% de gasolina) obrigaria o país a realizar importações de etanol e metanol (que no período entre 1989-95 superou a 1 bilhão de litros) para garantir o abastecimento do mercado ao longo da década de 1990. A mistura atendeu as necessidades do mercado e não foram constatados problemas sérios de contaminação e de saúde pública.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;4a. 1995 a 2000  - Fase de Redefinição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os mercados de álcool combustível, tanto anidro quanto hidratado, encontram-se liberados em todas as suas fases de produção, distribuição e revenda sendo os seus preços determinados pelas condições de oferta e procura. De cerca de 1,1 milhão de toneladas de açúcar que o país exportava em 1990 passou-se à exportação de até 10 milhões de toneladas por ano (dominando o mercado internacional e barateando o preço do produto). Se questionou como o Brasil, sem a presença da gestão governamental no setor, encontrará mecanismos de regulação para os seus produtos (altamente competitivos): açúcar para o mercado interno, açúcar para o mercado externo, etanol para o mercado interno e etanol para o mercado externo. Dadas as externalidades positivas do álcool e com o intuito de direcionar políticas para o setor sucroalcooleiro, foi criado, por meio do decreto de 21 de agosto de 1997, o Conselho Interministerial do Açúcar e do Álcool - CIMA.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo os dados da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores – ANFAVEA, de 1998 a 2000, a produção de veículos a álcool manteve-se em níveis de cerca de 1%. A constituição da chamada “frota verde”, ou seja, o estímulo e a determinação do uso do álcool hidratado em determinadas classes de veículos leves, como os carros oficiais e táxis, tem provocado um debate entre especialistas da área econômica, contrários aos incentivos, e os especialistas da área ambiental, favoráveis aos incentivos ao etanol. Em 28 de maio de 1998, a medida provisória nº 1.662 dispôs que o Poder Executivo elevará o percentual de adição de álcool etílico anidro combustível à gasolina obrigatório em 22% em todo o território nacional até o limite de 24%. Os produtores e centros de pesquisa testaram a mistura de álcool e óleo diesel.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para a implementação do Proálcool, foi estabelecido, em um primeiro instante, um processo de transferência de recursos arrecadados a partir de parcelas dos preços da gasolina, diesel e lubrificantes para compensar os custos de produção do álcool, de modo a viabilizá-lo como combustível. Assim, foi estabelecida uma relação de paridade de preços entre o álcool e o açúcar para o produtor e incentivos de financiamento para as fases agrícola e industrial de produção do combustível. Com o advento do veículo a álcool hidratado, a partir de 1979, adotou-se políticas de preços relativos entre o álcool hidratado combustível e a gasolina, nos postos de revenda, de forma a estimular o uso do combustível renovável.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;5a. Fase Atual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trinta anos depois do início do Proálcool, o Brasil vive agora uma nova expansão dos canaviais com o objetivo de oferecer, em grande escala, o combustível alternativo. O plantio avança além das áreas tradicionais, do interior paulista e do Nordeste, e espalha-se pelos cerrados. A nova escalada não é um movimento comandado pelo governo, como a ocorrida no final da década de 70, quando o Brasil encontrou no álcool a solução para enfrentar o aumento abrupto dos preços do petróleo que importava. A corrida para ampliar unidades e construir novas usinas é movida por decisões da iniciativa privada, convicta de que o álcool terá, a partir de agora, um papel cada vez mais importante como combustível, no Brasil e no mundo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A tecnologia dos motores flex fuel veio dar novo fôlego ao consumo interno de álcool. O carro que  pode ser movido a gasolina, álcool ou uma mistura dos dois combustíveis foi introduzido no País em março de 2003 e conquistou rapidamente o consumidor. Hoje a opção já é oferecida para quase todos os modelos das indústrias e, os automóveis bicombustíveis ultrapassaram pela primeira vez os movidos a gasolina na corrida do mercado interno. Diante do nível elevado das cotações de petróleo no mercado internacional, a expectativa da indústria é que essa participação se amplie ainda mais. A relação atual de preços faz com que o usuário dos modelos bicombustíveis dê preferência ao álcool.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A velocidade de aceitação pelos consumidores dos carros bicombustíveis, ou flex fuel, foi muito mais rápida do que a indústria automobilística esperava. As vendas desses veículos já superaram as dos automóveis movidos a gasolina. Os bicombustíveis representaram 49,5% do total de automóveis e comerciais leves vendidos no mês, enquanto a participação dos movidos a gasolina ficou em 43,3%, segundo a Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos  Automotores. A preferência do mercado levou a Câmara Setorial de Açúcar e do Álcool, órgão ligado ao governo, a rever suas projeções e indicar que a participação da nova tecnologia deverá atingir 75% dos carros vendidos em 2006.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Perspectivas para o Pro-Álcool&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como na época das crises do petróleo dos anos 70, o mundo está empenhado em encontrar uma solução duradoura para seu problema energético. A preocupação ambiental se somou à redução dos estoques e à alta dos preços dos combustíveis fósseis para valorizar as fontes renováveis e menos poluentes de energia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O setor energético no Brasil vem sofrendo diversas mudanças, como a tentativa de se retomar projetos que levem em conta o meio ambiente e o mercado de trabalho. Tendo-se como referência a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, o governo brasileiro tem mostrado interesse em manter e reativar o Proálcool, dado que o álcool combustível exerce um importante papel na estratégia energética para um desenvolvimento sustentado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O surgimento, em todo o mundo, de novos tipos de veículos e tecnologias de motores (como é o caso dos motores de pilhas a combustível e dos veículos “flexfuel”) tem provocado mudanças importantes na tradicional postura da industria automobilística e de outros agentes atuantes no mercado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As perspectivas de elevação do consumo do álcool se somam a um momento favorável para o aumento das exportações do açúcar, e o resultado é o início de uma onda de crescimento sem precedentes para o setor sucroalcooleiro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um estudo da Única aponta que o setor terá que atender até 2010 uma demanda adicional de 10 bilhões de litros de álcool, além de 7 milhões de toneladas de açúcar. A produção desta safra, iniciada em abril, deve ser de 17 bilhões de litros de álcool e 26 milhões de toneladas de açúcar. Para incrementar a produção, será preciso levar mais 180 milhões de toneladas de cana para a moagem, com uma expansão dos canaviais estimada em 2,5 milhões de hectares até 2010. Esses investimentos deverão criar 360 mil novos empregos diretos e 900 mil indiretos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cerca de 40 novas usinas estão em projeto ou em fase de implantação, com um total de investimentos calculado em 3 bilhões de dólares. A maior parte delas concentra-se no oeste do Estado de São Paulo, ocupando espaço aberto pelo deslocamento da pecuária. Há 21 novas  usinas em instalação na região, informa Luiz Guilherme Zancaner, presidente da Udop – Usinas e Destilarias do Oeste Paulista, associação fundada em 1985 para agrupar as destilarias ali implantadas no embalo do Proálcool. O oeste de São Paulo, segundo Zancaner, oferece custos menores de arrendamento em relação às regiões tradicionais do Estado e condições naturais de clima, solo e topografia adequadas para os canaviais. “Temos a vantagem de uma cana mais rica em açúcar que a da região de Ribeirão Preto, por causa do clima menos úmido”, diz ele.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Estudo foi levado a Geisel em 1974&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi em um sábado, entre outubro e novembro de 1975, que o presidente Ernesto Geisel enquadrou seus ministros e impôs a criação do Programa Nacional do Álcool (Proálcool). Mas a história do mais bem-sucedido programa de substituição do petróleo do mundo, que fez 35 anos esta semana, ganha um novo capítulo com a revelação de um estudo inédito, de 1974, sobre a produção do combustível.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Divulgado pela primeira vez à imprensa, o documento histórico foi obtido com exclusividade pela Agência Estado com o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, à época um jovem engenheiro agrônomo, filho do então vice-governador de São Paulo, Antonio José Rodrigues Filho, e presidente da Cooperativa dos Plantadores de Cana da Zona de Guariba (Coplana).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao lado do economista Victor André Argolo e do diretor industrial da Usina São Martinho Agenor Pavan, Roberto Rodrigues elaborou, em 1973, o plano, com 16 páginas, a pedido do pai. Como vice-governador paulista, Antonio Rodrigues entregou-o a Geisel em 22 de novembro de 1974. Rico em detalhes, o documento apresenta o projeto para substituição da gasolina pelo etanol de cana, com todos os custos de produção, da cana ao combustível renovável, esmiuçados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O trabalho se soma ainda à principal contribuição do setor privado ao governo como modelo de produção de etanol conhecida até hoje: o estudo Fotossíntese como Fonte Energética, elaborado em 1973 em resposta à primeira crise mundial do petróleo pelo usineiro paulista Cícero Junqueira Franco e pelo então vice-presidente do grupo Ultra, Lamartine Navarro Júnior. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entregue ao governo no início de 1974, o documento é considerado o embrião do Proálcool. O projeto foi desenvolvido pelas usinas da Barra, Nova América, Santa Elisa e Zanini S.A.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A divulgação do projeto elaborado paralelamente pelo ex-ministro Rodrigues traz nova luz àquele momento histórico e revela o empenho do setor privado em transformar o etanol em substituto da gasolina, então registrando preços recordes. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Naquele ano, o consumo de gasolina era de 14 bilhões de litros por ano, mas projeções apontavam 32 bilhões de litros até 1984. O momento era delicado, o mundo enfrentava a primeira crise do petróleo. A commodity respondia por até 70% das importações e consumia US$ 1,5 bilhão por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em carta anexada ao projeto, o então vice-governador de São Paulo lembra a Geisel que já havia comentado sobre "a importância da produção de álcool oriundo de cana para ser utilizado como combustível" e cita que os três especialistas compuseram o trabalho apresentado. "Ofereço o estudo a v. exa. como despretensioso subsídio, convicto de que deve ser seriamente considerado", relatava Antonio Rodrigues na carta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo Roberto Rodrigues, que hoje preside o Conselho Superior do Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), nunca houve resposta à carta e ao projeto. "Que destino se deu a esse documento e as conclusões dele eu não sei, mas o que é relevante é que o vice-governador paulista encaminhou ao presidente um documento tratando de um programa brasileiro do álcool um ano antes", resumiu Rodrigues, que garante não ter mágoas pelo suposto engavetamento do estudo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Planalsucar estimulou etanol no País&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além de financiar a modernização do parque de usinas e destilarias, em 1971, a poupança criada pelo fundo de exportação após a disparada nos preços do açúcar também financiou o Programa Nacional de Melhoramento da Cana-de-Açúcar (Planalsucar). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As ações do órgão iam desde o desenvolvimento de novas variedades de cana até a projeção de safras. Segundo Luiz Carlos Corrêa Carvalho, ex-superintendente do Planalsucar, os estudos do avanço da cana estavam prontos antes mesmo de surgir o programa que alavancou definitivamente a produção do etanol no País.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;"Éramos os loucos que inventaram o Proálcool"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ex-ministro de Minas e Energia Shigeaki Ueki, de 75 anos, diz que foi considerado um louco por idealizar, ao lado do então vice-presidente do grupo Ultra Lamartine Navarro Filho e do usineiro Cícero Junqueira Filho, o Programa Nacional do Álcool (Proálcool), criado há 35 anos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Éramos os loucos que inventaram o Proálcool, fomos condenados pela imprensa, disseram que inventamos um programa irrealista", disse Ueki em entrevista à Agência Estado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ex-ministro, que também presidiu a Petrobrás, lembra que as discussões no governo sobre a necessidade da criação de um programa para ampliar o consumo de etanol começaram em 1969. Ele admite que fracassou duas vezes na tentativa de emplacar a ideia.Ueki conta ainda que quase falhou uma terceira vez, quando já ocupava as Minas e Energia, e que só com a interferência direta do presidente Ernesto Geisel, o Proálcool foi viabilizado, em 1975.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Leia os principais trechos da entrevista:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Foi o contexto econômico que obrigou a criação do Proálcool?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A dependência do Brasil no setor do petróleo, em 1970, chegou a 85%. E continuou assim por mais de uma década. Com a crise financeira, de 1969 a 1971, o preço do petróleo que eu, como diretor comercial da Petrobrás, comprava abaixo de US$ 1 o barril, chegou a US$ 17. E toda nossa pauta de exportação à época consistia de produtos básicos. Cerca de 60%, 70% da receita do País eram somente para comprar petróleo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Foram várias as tentativas de emplacar o programa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O embrião do Proálcool nasceu no governo Castello Branco, com o ministro Paulo Egídio Martins. Os usineiros à época sofreram muito, porque uma tonelada de açúcar caiu a US$ 25 e as usinas estavam quebrando. Nós montamos pequenos programas de incentivo para produzir mais álcool como mistura à gasolina e para economizar chumbo tetra etílico, que era adicionado e importado. Ainda no governo Castello Branco, fiz um esforço grande para convencer a Petrobrás a aceitar ainda mais álcool anidro, mas ela foi contra. Quando veio o governo Médici, o presidente Geisel, então presidente da Petrobrás, disse: você agora é diretor comercial (da Petrobrás), vá ao Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA) e diga que agora a empresa aceita qualquer quantidade de anidro&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;E a posição do IAA?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando fui lá, o preço do açúcar estava a US$ 500 a tonelada, e o IAA me indagou como eu queria produzir mais álcool, se produzindo açúcar poderíamos ganhar um dinheirão e a Petrobrás poderia comprar quanto petróleo quisesse? Disse que tinha visto preço do açúcar a US$ 20, a US$ 25 a tonelada e que o álcool seria uma válvula para controlar o mercado e para reconquistarmos a posição de exportadores de açúcar. Não consegui convencê-los.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;E a terceira tentativa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi em 1975, eu era ministro de Minas e Energia e quase perdemos. O presidente Geisel disse que eu tinha fracassado nos dois governos anteriores e que não poderia fracassar novamente. Tive de enfrentar vários problemas, o primeiro com técnicos do Ministério da Agricultura, que estavam perdendo força, porque os do IAA eram muito mais poderosos. O Ministério da Agricultura não foi favorável quando apresentamos o programa, e os técnicos cobraram um zoneamento para o Proálcool. Nossa reação foi a seguinte: ninguém entende melhor disso do que os usineiros, eles sabem onde devem produzir cana. A segunda frente de oposição foi no Ministério da Indústria e Comércio, no próprio IAA. A coisa não andava, apesar da crise do petróleo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O presidente Geisel interveio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Geisel convocou uma reunião num sábado, na Granja do Torno, e chamou os ministros envolvidos. Foi a reunião definitiva para o Proálcool. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;E o financiamento público para o Proálcool?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Felizmente, o Banco do Brasil e outros órgãos de financiamento apoiaram, mas nós tivemos de ser muito cuidadosos para não apoiar muito os projetos só de destilarias autônomas (sem usinas de açúcar), porque a intenção era financiar usinas existentes para ampliar a área de cultivo e fazer destilarias anexas. Numa usina de açúcar você tem a infraestrutura e o investimento não é tão grande. Aí, criticaram o governo por ter lançado o Proálcool e depois não aprovar os projetos. Se aprovássemos os quase 60 projetos criaríamos um grande problema: a indústria mecânica não conseguiria fazer as usinas. Tivemos cuidado de aprovar os projetos de acordo com as capacidades de plantação e financeira.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Como o sr. avalia os 35 anos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Houve períodos difíceis. Em 1979, houve uma segunda crise, o petróleo saltou para US$ 42 o barril, mas depois o preço foi caindo. Na década de 80, foi a US$ 10. Nessa ocasião, quiseram acabar com o Proálcool. Fui várias vezes ao Congresso defender a mesma bandeira. Se abandonássemos o Proálcool, perderíamos a liderança no açúcar e iríamos aumentar a dependência do petróleo. Não foi fácil. Na década de 90, a luta continuou. Ao meu lado, o Lamartine Navarro Filho. Éramos os loucos que inventaram o Proálcool, fomos condenados pela imprensa, disseram que inventamos um programa irrealista. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Em 35 anos, etanol traz ganho de US$ 240 bi.&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trinta e cinco anos depois de começar a ser utilizado como combustível no Brasil, o etanol já trouxe ganhos de US$ 240 bilhões para o País ao substituir a gasolina no tanque dos veículos, de acordo com cálculos do economista Plínio Nastari, presidente da Datagro Consultoria, especializada no setor sucroalcooleiro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"A introdução do etanol como combustível no Brasil trouxe um forte impacto de longo prazo na economia brasileira", de acordo com o consultor. Segundo ele, esta é a grande conquista da introdução do etanol na matriz energética brasileira como combustível, difícil de mensurar no curto prazo, mas que, no acumulado de 35 anos, revela a dimensão de sua grandeza.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Nastari, depois de se consolidar como combustível renovável em praticamente todo o país, o grande desafio do etanol nos próximos anos será reduzir o intervalo entre o desenvolvimento tecnológico já conquistado pelo etanol e sua implementação. "Existe um potencial muito grande para ser explorado no aumento da produtividade agrícola do etanol e também de sua conversão industrial e este potencial ainda não foi totalmente explorado", explica. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1975, a produtividade do etanol era de 2,24 mil litros por hectare de cana-de-açúcar plantada. Em 2009, esta produtividade atingiu 6,46 mil litros por hectare na média nacional, segundo cálculos da Datagro. "No período analisado, a produtividade praticamente triplicou, crescendo 3,7% ao ano", afirma. Nastari estima que a produtividade pode chegar a 13,9 mil litros por hectare até 2025. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para o presidente da Açúcar Guarani, Jacyr da Costa Filho, ao lado do aumento da produtividade de etanol por tonelada de cana, o grande desafio a ser obtido nos próximos anos é que o etanol consiga ser adicionado ao diesel com o mesmo sucesso registrado na gasolina. "Se for encontrado um mecanismo tecnológico que possibilite a adição do etanol no diesel, importantes mercados, principalmente na Europa, seriam abertos para o etanol", afirma. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para o presidente da Uniduto, Sérgio Van Kleveren, a competitividade do etanol no futuro vai passar pela questão logística. "Atualmente, 95% do etanol é transportado por caminhões por via rodoviária. Quando o alcoolduto estiver em operação, vinculado a outros modais, o processo será muito mais ágil, eficiente e vai tornar o etanol muito mais competitivo´´, disse. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Incentivo da guerra. A primeira política de uso constante e obrigatório de etanol como combustível aditivo à gasolina surgiu no País em 1939. Sem refinarias, o Brasil enfrentou uma crise de escassez de combustíveis de petróleo em virtude da 2ª Guerra Mundial e o Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA), criado em 1933, estabeleceu um plano emergencial para produzir o combustível e misturá-lo, em até 2%, à gasolina. Já havia, inclusive, no País, veículos de teste que funcionavam a etanol.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;À época, o programa fomentou novas usinas a produzirem só o álcool. No Estado de São Paulo foram construídas ao menos uma dezena de destilarias. "Até a Alemanha usou etanol, pois tocou a máquina de guerra com álcool de batata", lembra Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura e presidente do Conselho Superior do Agronegócio da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A 2ª Guerra Mundial acabou, o abastecimento da gasolina foi normalizado e o álcool voltou a cair em desuso. Até o início da década de 1970 do século passado, o IAA usava o álcool como válvula de escape para os excessos de cana durante a safra. Como a produção de açúcar era totalmente controlada pelo órgão, que ditava as regras sobre quanto seria feito, por quanto e para quem os produtores iriam vender, toda vez que sobrava a cana, a matéria prima era destinava à produção do álcool. A mistura do etanol na gasolina variava de 5% a 12% e era restrita a locais próximos à produção.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Graças à disparada no preço do açúcar em 1971, que chegou a US$ 1.500 a tonelada, o IAA, braço estatal no controle do mercado, formou um fundo especial de exportação com os recursos gerados da venda do açúcar. Com o caixa cheio, o instituto desovou recursos e criou o programa de renovação do parque industrial da agroindústria sucroalcooleira.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-209316563598408407?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/209316563598408407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=209316563598408407' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/209316563598408407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/209316563598408407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/11/nos-35-anos-de-proalcool-um-pouco-de.html' title='Nos 35 anos de Proálcool, um pouco de história'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-7090442809098669859</id><published>2010-11-15T14:18:00.003-03:00</published><updated>2010-11-15T14:26:08.966-03:00</updated><title type='text'>Nova crise de alimentos?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo publicada na Folha de São Paulo de autoria de Paulo Picchetti, doutor em economia pela Universidade de Illinois, é professor da EESP/FGV (Fundação Getulio Vargas) e coordenador do IPC-S/Ibre/FGV disponibilizado no &lt;a href="http://www.agrolink.com.br/noticias/uma-nova-crise-global-de-alimentos-pode-estar-a-caminho_121225.html"&gt;Agrolink&lt;/a&gt; comenta sobre uma possibilidade de ocorrer uma nova crise de alimentos devido ao aumento dos preços.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Visando contribuir um pouco mais coloquei no final do texto dois gráficos referentes ao &lt;a href="http://www.fao.org/worldfoodsituation/FoodPricesIndex/en/"&gt;FAO Food Price Index e Food Commodity Price Indices&lt;/a&gt; de 2006 a 2010, onde podemos ver que o valor de outubro para o FPI chegou a 200, valor próximo ao pico obtido em 2008 pré-crise.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;E ao final do texto, encontra-se em inglês o texto de 6 de dezembro de 2007 da &lt;a href="http://www.economist.com/node/10252015"&gt;Economist&lt;/a&gt; citado por Picchetti:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Uma nova crise global de alimentos pode estar a caminho&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em dezembro de 2007, o semanário britânico "The Economist" anunciava em sua capa "O fim do alimento barato".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O biênio 2007/8 assistiu ao que foi chamado de "crise global de alimentos", caracterizada pelo aumento generalizado dos preços de commodities agrícolas no mundo (e no Brasil).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em termos quantitativos, podemos olhar para um índice de preços calculado mensalmente pela FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação), baseado em uma cesta contendo arroz, milho, trigo, sementes oleaginosas, açúcar, laticínios e carnes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O pico histórico desse índice foi de 211 pontos, em junho de 2008. A crise econômica mundial iniciada naquela época derrubou o índice para 142 pontos, em janeiro do ano seguinte.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A partir do início de 2010, essa tendência de elevação voltou com grande força, tendo se intensificado nos últimos meses. No mês passado, o índice subiu 5%, situando-se no maior patamar em mais de dois anos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A crise anterior ainda não foi igualada: o índice continua abaixo de 200 pontos. Entretanto, a trajetória observada nos últimos meses mostra uma intensidade de aumento similar à que levou ao pico de 2008.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesse cenário, as perspectivas são de nova crise global de alimentos?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Infelizmente, pelo menos para o início de 2011, existe uma conjugação de fatores apontando nessa direção.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre esses fatores estão a redução na oferta de alguns itens fundamentais, causada por problemas climáticos em países produtores e exportadores; o aumento da demanda, em decorrência da recuperação da economia mundial; a redução de estoques a níveis já historicamente baixos; e o componente de especulação no contexto de taxas de juros reais próximas de zero nas economias centrais e queda do dólar nos mercados mundiais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na China, a inflação de alimentos anualizada está em 8%, enquanto nos Estados Unidos está em 1,4% (o índice geral está próximo de zero).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Brasil, a inflação de alimentos medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) da Fundação Getulio Vargas está acumulada em quase 6% em 2010.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Olhando para os valores acumulados no mesmo período, os itens que puxaram o índice da FAO no mundo também estão em elevação no Brasil: milho, 6,6%; pão francês (trigo), 8,9%; carnes bovinas, 16,3%; e laticínios, 11,3%.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns itens fundamentais, como arroz e açúcar, estão estabilizados nos últimos meses, mas em patamares elevados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse é um assunto particularmente importante no Brasil, tanto pela ponderação dos alimentos no índice de preços que norteia a condução da política monetária como pelo momento em que o acesso a uma dieta mínima é o principal fator capaz de tirar da miséria um número maior de brasileiros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Índices de preços de alimentos da FAO&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TOFrt7KpZ2I/AAAAAAAABGw/R6-ZyyTguY4/s1600/home_graph_1%2B%25281%2529.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 228px; height: 286px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TOFrt7KpZ2I/AAAAAAAABGw/R6-ZyyTguY4/s400/home_graph_1%2B%25281%2529.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539827453363054434" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TOFrt4zJyvI/AAAAAAAABGo/XzpJBtwKemQ/s1600/home_graph_2%2B%25281%2529.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 228px; height: 286px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TOFrt4zJyvI/AAAAAAAABGo/XzpJBtwKemQ/s400/home_graph_2%2B%25281%2529.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539827452727642866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;The end of cheap food&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Rising food prices are a threat to many; they also present the world with an enormous opportunity&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;For as long as most people can remember, food has been getting cheaper and farming has been in decline. In 1974-2005 food prices on world markets fell by three-quarters in real terms. Food today is so cheap that the West is battling gluttony even as it scrapes piles of half-eaten leftovers into the bin.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;That is why this year's price rise has been so extraordinary. Since the spring, wheat prices have doubled and almost every crop under the sun—maize, milk, oilseeds, you name it—is at or near a peak in nominal terms. The Economist's food-price index is higher today than at any time since it was created in 1845 (see chart). Even in real terms, prices have jumped by 75% since 2005. No doubt farmers will meet higher prices with investment and more production, but dearer food is likely to persist for years (see article). That is because “agflation” is underpinned by long-running changes in diet that accompany the growing wealth of emerging economies—the Chinese consumer who ate 20kg (44lb) of meat in 1985 will scoff over 50kg of the stuff this year. That in turn pushes up demand for grain: it takes 8kg of grain to produce one of beef.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;But the rise in prices is also the self-inflicted result of America's reckless ethanol subsidies. This year biofuels will take a third of America's (record) maize harvest. That affects food markets directly: fill up an SUV's fuel tank with ethanol and you have used enough maize to feed a person for a year. And it affects them indirectly, as farmers switch to maize from other crops. The 30m tonnes of extra maize going to ethanol this year amounts to half the fall in the world's overall grain stocks.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dearer food has the capacity to do enormous good and enormous harm. It will hurt urban consumers, especially in poor countries, by increasing the price of what is already the most expensive item in their household budgets. It will benefit farmers and agricultural communities by increasing the rewards of their labour; in many poor rural places it will boost the most important source of jobs and economic growth.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Although the cost of food is determined by fundamental patterns of demand and supply, the balance between good and ill also depends in part on governments. If politicians do nothing, or the wrong things, the world faces more misery, especially among the urban poor. If they get policy right, they can help increase the wealth of the poorest nations, aid the rural poor, rescue farming from subsidies and neglect—and minimise the harm to the slum-dwellers and landless labourers. So far, the auguries look gloomy.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;In the trough&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;That, at least, is the lesson of half a century of food policy. Whatever the supposed threat—the lack of food security, rural poverty, environmental stewardship—the world seems to have only one solution: government intervention. Most of the subsidies and trade barriers have come at a huge cost. The trillions of dollars spent supporting farmers in rich countries have led to higher taxes, worse food, intensively farmed monocultures, overproduction and world prices that wreck the lives of poor farmers in the emerging markets. And for what? Despite the help, plenty of Western farmers have been beset by poverty. Increasing productivity means you need fewer farmers, which steadily drives the least efficient off the land. Even a vast subsidy cannot reverse that.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;With agflation, policy has reached a new level of self-parody. Take America's supposedly verdant ethanol subsidies. It is not just that they are supporting a relatively dirty version of ethanol (far better to import Brazil's sugar-based liquor); they are also offsetting older grain subsidies that lowered prices by encouraging overproduction. Intervention multiplies like lies. Now countries such as Russia and Venezuela have imposed price controls—an aid to consumers—to offset America's aid to ethanol producers. Meanwhile, high grain prices are persuading people to clear forests to plant more maize.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dearer food is a chance to break this dizzying cycle. Higher market prices make it possible to reduce subsidies without hurting incomes. A farm bill is now going through America's Congress. The European Union has promised a root-and-branch review (not yet reform) of its farm-support scheme. The reforms of the past few decades have, in fact, grappled with the rich world's farm programmes—but only timidly. Now comes the chance for politicians to show that they are serious when they say they want to put agriculture right.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cutting rich-world subsidies and trade barriers would help taxpayers; it could revive the stalled Doha round of world trade talks, boosting the world economy; and, most important, it would directly help many of the world's poor. In terms of economic policy, it is hard to think of a greater good.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Where government help is really needed&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Three-quarters of the world's poor live in rural areas. The depressed world prices created by farm policies over the past few decades have had a devastating effect. There has been a long-term fall in investment in farming and the things that sustain it, such as irrigation. The share of public spending going to agriculture in developing countries has fallen by half since 1980. Poor countries that used to export food now import it.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Reducing subsidies in the West would help reverse this. The World Bank reckons that if you free up agricultural trade, the prices of things poor countries specialise in (like cotton) would rise and developing countries would capture the gains by increasing exports. And because farming accounts for two-thirds of jobs in the poorest countries, it is the most important contributor to the early stages of economic growth. According to the World Bank, the really poor get three times as much extra income from an increase in farm productivity as from the same gain in industry or services. In the long term, thriving farms and open markets provide a secure food supply.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;However, there is an obvious catch—and one that justifies government help. High prices have a mixed impact on poverty: they hurt anyone who loses more from dear food than he gains from a higher income. And that means over a billion urban consumers (and some landless labourers), many of whom are politically influential in poor countries. Given the speed of this year's food-price rises, governments in emerging markets have no alternative but to try to soften the blow.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Where they can, these governments should subsidise the incomes of the poor, rather than food itself, because that minimises price distortions. Where food subsidies are unavoidable, they should be temporary and targeted on the poor. So far, most government interventions in the poor world have failed these tests: politicians who seem to think cheap food part of the natural order of things have slapped on price controls and export restraints, which hurt farmers and will almost certainly fail.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Over the past few years, a sense has grown that the rich are hogging the world's wealth. In poor countries, widening income inequality takes the form of a gap between city and country: incomes have been rising faster for urban dwellers than for rural ones. If handled properly, dearer food is a once-in-a-generation chance to narrow income disparities and to wean rich farmers from subsidies and help poor ones. The ultimate reward, though, is not merely theirs: it is to make the world richer and fairer.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TOFrtjCL_FI/AAAAAAAABGg/X5B7YmZHkOo/s1600/CLD454.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 190px; height: 141px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TOFrtjCL_FI/AAAAAAAABGg/X5B7YmZHkOo/s400/CLD454.gif" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5539827446885121106" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-7090442809098669859?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/7090442809098669859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=7090442809098669859' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/7090442809098669859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/7090442809098669859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/11/nova-crise-de-alimentos_15.html' title='Nova crise de alimentos?'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TOFrt7KpZ2I/AAAAAAAABGw/R6-ZyyTguY4/s72-c/home_graph_1%2B%25281%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-3996226214136370445</id><published>2010-10-31T20:14:00.003-03:00</published><updated>2010-10-31T20:17:57.068-03:00</updated><title type='text'>Pena pode virar plástico biodegradável</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como sou um entusiasta da utilização comercial dos resíduos agroindustriais, resolvi colocar a notícia abaixo do Portal Ambiente Online que encontrei no &lt;a href="http://www.avisite.com.br/clipping/default.asp?codnoticia=15619"&gt;AviSite&lt;/a&gt; que fala sobre a possível utilização em Portugal das penas de aves para produção de plásticos biodegradáveis:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Penas de aves viram plásticos biodegradáveis&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Viseu, Portugal, 20 de Outubro de 2010 - Os plásticos tradicionais demoram séculos para se decompor e representam ameaças em termos de contaminação dos solos. Para contrariar este cenário e ao mesmo tempo aproveitar um recurso habitualmente desvalorizado – as penas das aves - um grupo de cientistas da Escola Superior de Tecnologias de Viseu (Portugal) desenvolveu um projeto inovador para produção de bioplásticos. Depois de uma fase laboratorial, o projeto deverá conhecer nos próximos dias o primeiro teste industrial. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Anualmente, a indústria avícola portuguesa produz 20 mil toneladas de penas, um subproduto que representa custos adicionais para os produtores de aves. Assim, através do recurso a tecnologias convencionais da indústria dos plásticos, o objetivo é criar "uma alternativa nobre para a utilização destes resíduos avícolas", e ao mesmo tempo reduzir a poluição causada pelos plásticos de origem petroquímica, explica Romeu Videira, investigador responsável pelo projeto.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os investigadores desenvolveram em laboratório um processo que mistura penas de aves (utilizando as queratinas das penas, que são compostas por 91 por cento desta proteína) com glicerol (subproduto da indústria do biodiesel), e "um coquetel de agentes químicos para formar uma pasta de penas que pode ser utilizada para sintetizar bioplásticos por termoprensagem", esclarece o docente, que leciona na Universidade de Trás-dos-Montes.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em resultado, surge um produto semi-transparente, homogéneo, estável até 200 ºC, biodegradável, e com propriedades mecânicas similares às do polietileno (plástico produzido com derivados do petróleo).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Biodegradáveis e nutritivos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Com o estado atual de desenvolvimento da tecnologia, os bioplásticos produzidos podem ser utilizados para preparar filmes e vasos para a agricultura", garante Romeu Videira. A aplicação do bioplástico em vasos biodegradáveis, que são enterrados com as árvores no momento da plantação, pode substituir os sacos descartáveis e fornecer, através do seu processo de biodegradação, os nutrientes necessários ao desenvolvimento da planta, evitando a utilização de adubos químicos. Quanto à utilização dos bioplásticos na produção de embalagens de alimentos e sacos descartáveis, o investigador diz ainda ser necessária mais investigação.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de cerca de dois anos de investigação, o próximo passo será "agregar numa unidade-piloto as metodologias para produzir, em cada ciclo, alguns Kg de bioplásticos", e assim promover um novo tipo de indústria, adianta Romeu Videira. O docente adianta ao AmbienteOnline que tem já programado um teste industrial, numa empresa familiar de Aveiro, que «se disponibilizou a parar a produção durante 10 minutos, para podermos transformar 1 kg de penas em plástico». O teste deverá acontecer nos próximos dias.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O projeto de “Conversão de Penas de Aves em Bioplásticos” é financiado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, através do programa “iCentro”, com um investimento total de mais de 50 mil euros. Desta quantia, 80 por cento foi comparticipado pelo iCentro/FEDER, e 20 por cento pela ESTV.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-3996226214136370445?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/3996226214136370445/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=3996226214136370445' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/3996226214136370445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/3996226214136370445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/10/pena-pode-virar-plastico-biodegradavel.html' title='Pena pode virar plástico biodegradável'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-1101407431361312699</id><published>2010-10-31T19:51:00.002-03:00</published><updated>2010-10-31T20:07:49.353-03:00</updated><title type='text'>Agricultura de baixo carbono - papel importante nas mudanças climáticas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Encontrei neste fim de semana dois textos sobre o assunto. O primeiro é do &lt;a href="http://www.canalrural.com.br/canalrural/jsp/default.jsp?uf=1&amp;amp;local=1&amp;amp;id=3089224&amp;amp;action=noticias"&gt;Canal Rural&lt;/a&gt; e fala sobre o programa brasileiro Agricultura de Baixo Carbono e o segundo é um texto da &lt;a href="http://www.fao.org/news/story/en/item/46865/icode/"&gt;FAO&lt;/a&gt; em inglês que ressalta a importância de desenvolver nos países em desenvolvimento uma agricultura mais "inteligente" com relação ao clima, para que as mudanças climáticas não afetem suas produtividades. Abaixo seguem os dois textos na íntegra:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Agricultura de baixo carbono é medida central para redução da emissão de gases de efeito estufa&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Segundo Lula, país é capaz de antecipar sua meta em quatro anos&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A agricultura de baixo carbono é uma das medidas centrais para que o Brasil tenha sucesso na mitigação dos efeitos do clima, afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na manhã da última terça, dia 26 de outubro. Ele encerrou a reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, no Palácio do Planalto, quando também foi lançado o Inventário Brasileiro de Emissões de CO2.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lula mencionou os R$ 2 bilhões destinados ao programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), instituído este ano, para financiar, a juros baixos, práticas que reúnam eficiência no campo com redução das emissões de CO2. Segundo o presidente, os incentivos do governo para promover uma "safra verde" e o empenho do setor rural, juntamente com o combate ao desmatamento, serão fundamentais para que o Brasil atinja as metas de redução, até 2020, entre 36% e 39% das emissões de gases de efeito estufa anunciadas em 2009, durante a Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP15), em Copenhague (Dinamarca).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;– Os compromissos estabelecidos estão sendo cumpridos e se continuarmos neste ritmo vamos antecipar a meta em quatro anos. Estabelecemos metas voluntárias e demos uma resposta ousada e concreta ao mundo sem abdicar de crescimento econômico e promoção da inclusão social – disse o presidente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele citou ainda, como ações importantes para mitigar as mudanças climáticas, os zoneamentos agroecológicos da cana-de-açúcar e da palma de óleo, para orientar a expansão das duas culturas com preservação ambiental, e a política de incentivo à tecnologia dos carros flex-fluel.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;– Os empresários rurais já entenderam que cuidar do clima é uma vantagem comparativa em relação a outros países produtores de alimentos – completou Lula. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na manhã do dia 27, o presidente também assinou o decreto que regulamenta o Fundo Nacional de Mudanças Climáticas (FNMC), que vai financiar ações de combate à desertificação, adaptação ao clima, promoção e difusão de tecnologias, incentivo às cadeias produtivas sustentáveis e pagamento de serviços ambientais. Para 2011, o fundo já tem aprovados R$ 226 milhões.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Inventário Brasileiro de Emissões de CO2 será apresentado na 16ª Conferência das Partes da Convenção do Clima (COP-16), em Cancun (México), que será realizada de 29 de novembro a 10 de dezembro deste ano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Agriculture needs to become 'climate-smart'&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;But current options for financing and development assistance fall far short&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;28 October 2010, Rome - Agriculture in developing countries must become 'climate-smart' in order to cope with the combined challenge of feeding a warmer, more heavily populated world, says a new FAO report.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Climate change is expected to reduce agriculture productivity, stability and incomes in many areas that already experience high levels of food insecurity — yet world agriculture production will need to increase by 70 percent over the coming four decades in order to meet the food requirements of growing world population, according to '&lt;a href="http://www.fao.org/fileadmin/user_upload/newsroom/docs/the-hague-conference-fao-paper.pdf"&gt;Climate-Smart' Agriculture: Policies, Practices and Financing for Food Security, Adaptation, and Mitigation&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Increasing agricultural production, reducing post harvest losses, and improving food distribution channels in the developing world have always been major challenges. Climate change raises the bar significantly — a major transformation of agriculture is needed," said Alexander Mueller, FAO Assistant Director-General for Natural Resources.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Still, we must not forget that many effective climate-smart practices already exist and could be widely implemented in developing countries, as this report points out," he added.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Transformation on multiple fronts&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;There are a number of areas where changes in the food production sector are required, according to FAO's report.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agriculture needs to produce more food, waste less, and make it easier for farmers to get their produce to consumers.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Farming must become more resilient to disruptive events like floods and droughts — here improving agriculture's management and use of natural resources like water, land and forests, soil nutrients and genetic resources is key.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;The vulnerability of farming communities to climate-related disasters must be reduced, and better warning and insurance systems to help them cope with climate-related problems need to be established.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Finally, agriculture has to find ways to reduce its environmental impacts — including lowering its own greenhouse gas emissions — without compromising food security and rural development.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;FAO's report goes on to highlight examples from around the world of how farmers are already moving to tackle these issues and adopt new, climate-smart practices (&lt;a href="http://www.fao.org/news/story/en/item/46866/icode/"&gt;click here to learn more&lt;/a&gt;).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Huge financing gap&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Still, considerable investment in filling data and knowledge gaps, research and development of appropriate technologies, and incentives to ensure adoption of climate-smart agricultural practices is needed, FAO's report says. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Funding also should be targeted towards rebuilding neglected national agricultural extension services, which will have a key role to play in supporting farmers as they transition to climate-smart agriculture.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;But FAO warns that currently insufficient resources are available for financing efforts to help agriculture and farmers prepare for climate change, especially in the developing world.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Climate change will increase the overall investment requirements needed to achieve food security, but financing resources currently available are substantially insufficient" and "climate financing — both existing and that under discussion — does not take explicit account of the specific requirements of developing country agriculture," its report says. It is unlikely that public or private resources alone will suffice; innovative ways of blending these resources will challenge financing mechanisms.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;The report cites World Bank estimates for the annual costs of climate change adaptation in developing world agriculture of $2.5-2.6 billion per year between 2010 and 2050, as well as the UNFCCC estimate for additional investment and financial flows needed in developing countries for mitigation in the agricultural sector of $14 billion annually by 2030.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Better policies, stronger institutions&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;FAO's report also argues that greater coherence among agriculture, food security and climate change policy-making is urgently needed.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Policies in all three of these areas impact smallholder production systems and a lack of coherence can prevent them from capturing synergies," it says, stressing the need to establish mechanisms that allow dialogues between policymakers working in these areas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Improving mechanisms for getting data, science and know-how to farmers so they can adapt is another area in need of attention.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agricultural extension systems have in the past been a key conduit for disseminating information and knowledge to farmers, but in many developing countries these systems have long been in decline, the report warns. The Farmer Field School system pioneered by FAO offers an additional channel for promoting knowledge transfer and adoption of climate-smart farming techniques.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Additionally, the report notes that effective systems of use and access rights and property rights are essential to improving management of natural resources.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;And new types of accessible and affordable insurance that can help farmers weather the impacts of climate change need to be explored.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;FAO's paper was released in advance of the upcoming &lt;a href="http://www.afcconference.com/"&gt;Global Conference on Agriculture, Food security and Climate Change&lt;/a&gt;, to be held in the Hague (31 October-5 November)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-1101407431361312699?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/1101407431361312699/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=1101407431361312699' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/1101407431361312699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/1101407431361312699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/10/agricultura-de-baixo-carbono-papel.html' title='Agricultura de baixo carbono - papel importante nas mudanças climáticas'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-634153626194710100</id><published>2010-10-31T09:23:00.002-03:00</published><updated>2010-10-31T09:30:18.146-03:00</updated><title type='text'>Trigo e sua problemática</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O trigo é o único alimento importante que temos algumas dificuldades para garantir nossa demanda e por causa disso existe uma série de problemas relacionadas à oferta e demanda. Para ajudar a compreensão, encontrei no &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/rede-de-blogs/bioagroenergia/2010/10/30/autosuficiencia-no-trigo-um-jogo-de-perdedores/"&gt;BioAgroEnergia&lt;/a&gt; de Paulo Costa um artigo interessante:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Autosuficiência no trigo – um jogo de perdedores&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A história do plantio, importação e consumo de trigo no Brasil é rica em suas nuances e principalmente em dificuldades. O fato é que os elos da cadeia não se fecham e todos saem perdendo. De um lado o produtor tritícola de uma safra de inverno,  perfeita para intermediar as grandes safras de verão de soja e milho, que não tem qualquer estímulo para investir fortemente. Isto provoca grande migração para o chamado “milho safrinha” (de inverno), que acaba por criar estoques ocupando espaços preciosos de armazenagem  enquanto o trigo é importado em grandes volumes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O problema é tão simples que é  mesmo incompreensível não se encontrar uma solução para êle. Principalmente se lembrarmos que o Brasil já foi capaz de produzir todo o volume que necessitava, em outras eras. O que se passa é que a produção de trigo está concentrada na região Sul do país, particularmente em função da ideia atrasada de que trigo só prospera em áreas de baixa temperatura.  Em Minas Gerais e Goiás temos uma produção ainda incipiente e de baixa tecnologia. A Embrapa luta bravamente para desenvolver novos cultivares que incentivem a produção regionalizada do trigo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda que menor a safra que o consumo, o triticultor enfrenta outro problema que é a qualidade do trigo hoje produzido. Ele não é entendido pela indústria, em grande parte de sua produção, como sendo de qualidade panificável. Isto acaba gerando a necessidade de se mesclar nosso trigo (o de melhor qualidade, diga-se de passagem) com trigo importado. Normalmente a importação é feita da Argentina, produtora de grandes excedentes exportáveis e que entra no Brasil sem impostos de importação. Dependendo das condições de preços internacionais os estados do Norte e Nordeste, até Vitória que abastece o Centro-Oeste, trazem trigo da América do Norte, em particular do Canadá, que tem excelente qualidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com este quadro a indústria acaba sendo perdedora também. Vê-se forçada aos humores dos preços de importação e do câmbio (hoje amplamente favorável a ela e punitivo ao produtor rural brasileiro) e ainda enfrenta muitas vezes a concorrencia de farinha de trigo trazida diretamente da Argentina, sem barreiras. Enquanto isto vê o nosso trigo ser vendido para a produção de ração animal…&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim, um negócio em que todas as partes poderiam ser vencedoras e seguer conseguem o empate. A solução simples que mencionamos é que se “meta a cara” no desenvolvimento de variedades adptadas às diferentes condições de clima e de solo que temos neste imenso  Brasil para termos uma produção agrícola com técnica que já provamos dominar em outros produtos e qualidade do trigo que satisfaça as exigentes demandas desta indústria.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-634153626194710100?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/634153626194710100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=634153626194710100' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/634153626194710100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/634153626194710100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/10/trigo-e-sua-problematica.html' title='Trigo e sua problemática'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-4408307838251314724</id><published>2010-10-31T09:09:00.004-03:00</published><updated>2010-10-31T09:17:50.154-03:00</updated><title type='text'>Duas versões da pirâmide dos alimentos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Achei no &lt;a href="http://conversassustentaveis.blogspot.com/2010/10/impacto-ambiental-dos-alimentos.html"&gt;Food and Thoughts&lt;/a&gt;, site em português muito interessante sobre alimentação que vale a pena acompanhar, um artigo sobre a pirâmide dos alimentos onde é possível ver o impacto ambiental de cada tipo de alimento. A pirâmide dos alimentos é algo bem comum, mas esta pirâmide "de sustentabilidade" é algo novo. Ao final do post coloquei a imagem da pirâmide que retirei do site da Barilla Center for Food and Nutrition e ao clicar neste &lt;a href="http://www.barillacfn.com/en/pyramid-introduction"&gt;link&lt;/a&gt; você pode interagir com as pirâmides.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Impacto ambiental dos alimentos - pirâmide dupla&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Barilla e seu instituto de pesquisa acabam de lançar o conceito da Pirâmide dupla, ou invertida. Ou seja, de um lado, as recomendações de ingestão de alimentos da OMS e da maioria dos países, e de outro, o impacto ambiental de cada um desses grupos alimentares. Da "Double Pyramid" nós podemos observar que os alimentos que se recomenda o maior consumo são justamente aqueles com menor impacto ambiental. Portanto, ao consumirmos mais deles, atingimos dois objetivos: saúde e proteção do planeta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, o site também tem um aplicativo que calcula o impacto ambiental de suas refeições. Vc seleciona os alimentos que costuma comer e terá uma idéia do quanto isso impacta o planeta! Não é muito completo em termos de variedade, mas contém muito das coisas que comemos todo dia. Confere lá..&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Daí vem a pergunta... como o impacto ambiental foi calculado? Usando a análise do Ciclo de Vida (Life Cycle Analysis, LCA) na cadeia inteira de extração, cultivo, processamento, empacotamento, transporte, distribuição, uso, reuso, e destino final dos itens estudados. A pegada ecológica, conforme já citei nesse blog, mede o tanto de terra ou mar (biologicamente produtivos) são necessários para suprir os recursos consumidos e absorver os desperdícios, restos, etc. O método foi desenvolvido pela Global Footprint Network. Ele inclui os seguintes elementos no cálculo:&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Área de produção agrícola,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Área de florestas,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Área de pasto,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Área com instalações para atividades de produção,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Área de cultivo de peixes,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Área de energia (solo necessário para absorver a emissão de CO2 gerada pela produção de bens e serviços).&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O consumo de carne, especialmente carnes magras, é importante porque provê proteínas de alta qualidade necessária ao crescimento em crianças e à formação de músculos. No entanto, 100gramas de carne vermelha tem 92 metros quadrados de pegada ecológica. Se for grelhada, sobe para 105 metros quadrados. Pra ser ter uma comparação, 100 gramas de fruto têm a pegada de 3 metros quadrados. Agora, para vegetais de estufas, 100gramas possuem 9 metros quadrados, que sobem pra 14 se os vegetais forem cozidos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para os vegetais da estação (cultivados a campo), 100 gramas tem 5 metros quadrados (cru) e 9 metros quadrados (cozidos). Para o pão, a pegada é de 6.7 metros quadrados para 100 gramas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E assim vai.. Entrem no site para ver que interessante. Olha o tamanho da pegada do queijo! Interessante né.. ele passa por vários processos até chegar a nossa mesa. É por isso. Vamos pensar nessas coisas daqui em diante.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TM1d6NNBCiI/AAAAAAAABGA/8i4XdaYny-Y/s1600/piramide+alimentos.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 219px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TM1d6NNBCiI/AAAAAAAABGA/8i4XdaYny-Y/s400/piramide+alimentos.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5534182771666258466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-4408307838251314724?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/4408307838251314724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=4408307838251314724' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/4408307838251314724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/4408307838251314724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/10/duas-versoes-da-piramide-dos-alimentos.html' title='Duas versões da pirâmide dos alimentos'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TM1d6NNBCiI/AAAAAAAABGA/8i4XdaYny-Y/s72-c/piramide+alimentos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-853347618614691635</id><published>2010-10-20T18:38:00.002-03:00</published><updated>2010-10-20T18:47:27.659-03:00</updated><title type='text'>Agricultura chinesa é calcanhar de aquiles</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Parece que o gigantismo da China tem um calcanhar de aquiles que é pouco provável para a nossa situação: a Agricultura. O artigo abaixo da Agência Estado que encontrei no &lt;a href="http://www.canalrural.com.br/canalrural/jsp/default.jsp?uf=1&amp;amp;local=1&amp;amp;id=3065378&amp;amp;action=noticias"&gt;Canal Rural &lt;/a&gt;comenta sobre isso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Agricultura é a maior fragilidade da China, diz economista&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Para especialista, China se tornará cada vez mais um importante importador de alimentos&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Gabriela Mello&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;A agricultura é a "maior fragilidade" da China, após as tão necessárias reformas do trabalho e das terras rurais terem sido adiadas, deixando as ofertas atrás da crescente demanda urbana, disse nesta terça, dia 5, Larry Brainard, economista-chefe e diretor de pesquisa da consultoria Trusted Sources.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– A China se tornará cada vez mais um importante importador de alimentos, especialmente de produtos (usados na fabricação) de ração animal, como soja e milho – afirmou ele em uma conferência de commodities, em Londres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A China foi um grande exportador de milho no começo da última década, mas Brainard informou que uma demanda maior da indústria de ração animal, o desenvolvimento da produção de etanol e o baixo nível dos estoques globais levaram o país a recorrer às importações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– O Brasil está muito bem posicionado para satisfazer a demanda da China – revelou o economista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com ele, a resposta da oferta global ao aumento da demanda "pode ser substancial, mas o comércio global de commodities alimentícias será vulnerável a choques periódicos, como a proibição (dos embarques) de trigo pela Rússia neste ano”. Brainard acrescentou que, como conseqüência, os preços serão voláteis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em agosto, o governo russo suspendeu as exportações de trigo, após o verão mais quente em mais de 100 anos ter provocado uma estiagem, que prejudicou gravemente a safra local. A restrição ainda está em vigor, embora o governo esteja monitorando a situação &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-853347618614691635?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/853347618614691635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=853347618614691635' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/853347618614691635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/853347618614691635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/10/agricultura-chinesa-e-calcanhar-de.html' title='Agricultura chinesa é calcanhar de aquiles'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-2400925048375407406</id><published>2010-10-20T18:03:00.003-03:00</published><updated>2010-10-20T18:12:24.356-03:00</updated><title type='text'>Empresa mantem plantação em escritório no Japão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Parece que a proximidade da produção agrícola pode ter benefícios às pessoas dos centros urbanos e por isso empresa japonesa decidiu disponibilizar aos seus funcionários o acesso às plantações dentro de seus escritórios conforme notícia do G1 que coloquei na íntegra abaixo. Mais fotos podem ser vistas no &lt;a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/10/empresa-japonesa-mantem-plantacoes-dentro-de-seus-escritorios.html?utm_source=g1&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_campaign=sharethis"&gt;site original&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Empresa japonesa mantém plantações dentro de seus escritórios&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Grupo Pasona atua no ramo de recrutamento profissional.&lt;br /&gt;Objetivo é criar um ambiente de trabalho que coexista com a natureza&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Do G1, com informações da Reuters&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O Grupo Pasona, empresa do ramo de recrutamento profissional com sede em Tóquio, capital japonesa, mantém plantações no interior de seus escritórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo da companhia é criar um ambiente de trabalho que coexista com a natureza. Os próprios empregados cultivam vegetais, frutas e até arroz na “fazenda urbana”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Delegados de mais de 190 países estão reunidaos na cidade japonesa de Nagoya para debater meios de combater a crescente extinção de espécies de plantas e animais como resultado da poluição, das mudanças climáticas e da perda de habitat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TL9anGjw_YI/AAAAAAAABF4/RPk7VNghlxg/s1600/pasona1_620.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5530238495256280450" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 255px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TL9anGjw_YI/AAAAAAAABF4/RPk7VNghlxg/s400/pasona1_620.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-2400925048375407406?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/2400925048375407406/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=2400925048375407406' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/2400925048375407406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/2400925048375407406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/10/empresa-mantem-plantacao-em-escritorio.html' title='Empresa mantem plantação em escritório no Japão'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TL9anGjw_YI/AAAAAAAABF4/RPk7VNghlxg/s72-c/pasona1_620.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-2996907507382239936</id><published>2010-10-02T08:47:00.003-03:00</published><updated>2010-10-02T08:50:34.297-03:00</updated><title type='text'>Conexão à rede afasta geração por biomassa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Notícia da Setorial News que encontrei no Blog do &lt;a href="http://www.nuca.ie.ufrj.br/blogs/gesel-ufrj/index.php?/archives/14222-Cogen-custos-de-conexo-a-Rede-Basica-afastam-investidores-das-usinas-de-biomassa.html"&gt;GESEL&lt;/a&gt; (Grupo de Estudos do Setor Elétrico da UFRJ) comenta sobre os altos custos de conexão das usinas termoelétricas de biomassa à rede que está inviabilizando alguns projetos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Cogen: custos de conexão à Rede Básica afastam investidores das usinas de biomassa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vice-presidente executivo da Cogen, Carlos Roberto Silvestrin, afirmou que o grande problema das usinas de bioeletricidade, atualmente, são os custos e os cronogramas devazados da transmissão da energia gerada. Por decorrência disso, os empreendimentos de biomassa têm levado desvantagem nos últimos leilões. O executivo também considerou a grande concentração de usinas deste tipo no Sudeste. Para ele, esse agrupamento de térmicas à biomassa na região prejudica a entrega da energia produzida. Silvestrin afirmou ainda que diversos equipamentos para a queima de biomassa precisam ser trocados para atender a grande demanda de bagaço de cana. Segundo o vice-presidente da Cogen, as usinas sucroalcooleiras não sabem mais o que fazer o excedente da moagem de cana-de-açúcar. No entanto, o executivo expôs dados sobre a possível evolução do setor na geração de energia. De acordo com Silvestrin, em 2020, as usinas de biomassa terão possibilidade de gerar em torno de 13.150 MW&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-2996907507382239936?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/2996907507382239936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=2996907507382239936' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/2996907507382239936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/2996907507382239936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/10/conexao-rede-afasta-geracao-por.html' title='Conexão à rede afasta geração por biomassa'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-3607147408580323944</id><published>2010-10-02T08:40:00.002-03:00</published><updated>2010-10-02T08:46:30.880-03:00</updated><title type='text'>Bioestimulantes - uma contribuição</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O assunto Bioestimulantes é algo novo na agricultura e muito tem se falado sobre o tema. Ao conversar com vários colegas agronômos dá para perceber que um assunto é muito polêmico. Visando melhorar o entendimento deste tópico, sugiro a leitura de alguns artigos (inclusive o artigo de capa) da edição 26 de julho/agosto da revista DBO Agrotecnologia. Todo o material está disponivel na internet no site da &lt;a href="http://www.portaldbo.com.br/revistaagro/"&gt;revista&lt;/a&gt;. Boa leitura...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-3607147408580323944?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/3607147408580323944/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=3607147408580323944' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/3607147408580323944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/3607147408580323944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/10/bioestimulantes-uma-contribuicao.html' title='Bioestimulantes - uma contribuição'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-7865681271629753349</id><published>2010-09-24T16:38:00.003-03:00</published><updated>2010-09-24T16:43:29.870-03:00</updated><title type='text'>Churrasco rastreado já é possível no RS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Tecnologia da Informação já está presente há tempos no agronegócio, mas agora parece que ele vai extrapolar a porteira e possibilitar ao consumidor o conhecimento da origem do alimento que come. A notícia abaixo do &lt;a href="http://www.canalrural.com.br/canalrural/jsp/default.jsp?uf=1&amp;amp;local=1&amp;amp;id=3045099&amp;amp;action=noticias"&gt;Canal Rural&lt;/a&gt; dá conta que o Walmart está oferecendo aos seus clientes em Porto Alegre a possibilidade de rastrear pela internet o teu pedaço de carne. No meio texto existe um link para rastreamento de uma picanha apresentada à imprensa:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Walmart oferece rastreamento de cortes de carne pela internet&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;No Rio Grande do Sul, o churrasco já pode ser pesquisado por clientes de Porto Alegre&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Walmart deu início no Rio Grande do Sul a um projeto que em alguns anos deve permitir que os consumidores conheçam a origem de toda carne e hortifrutigranjeiros comprados nos supermercados controlados pela marca no país.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Atualmente, clientes de quatro supermercados da rede Nacional em bairros nobres de Porto Alegre – Auxiliadora, Três Figueiras, Bela Vista e Boa Vista – já podem conferir pela internet, através de um código na embalagem, qual é a fazenda de procedência dos cortes especiais para churrasco vendidos na marca Novilho Campeiro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo o site Baguete, a novidade é possível graças a tecnologia da CheckPlant, com o apoio do Mafrig, frigorífico que abate o gado oriundo de 70 fazendas gaúchas que supre as gôndolas do Nacional e de quatro produtores de hortifrutis orgânicos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No site, o consumidor pode conferir fotos e a localização exata da fazenda criadora, indicada no Google Maps, assim como a data de abatimento no Marfrig.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem quiser fazer o teste sem sair da frente do computador, deve acessar &lt;a href="http://walmart.rastreabilidadeonline.com.br/"&gt;http://walmart.rastreabilidadeonline.com.br/&lt;/a&gt; e digitar &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;00334X183F42&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, a identificação de um corte de picanha mostrada em coletiva de imprensa realizada em Porto Alegre nessa sexta, dia 17.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;– Esperamos ter essa novidade disponível em todos os 100 Nacionais que vendem Novilho Campeiro até a meta de 2011 – prevê José Noeli, gerente comercial do Walmart para o Rio Grande do Sul.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É um bocado de carne. A marca  Novilho Campeiro responde por 10% das vendas totais de carne bovina do Nacional no estado, algo em torno de seis a sete toneladas de carne mensais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Noeli destaca que o custo de implementação da novidade – não revelado pelo Walmart – não será transmitido para o consumidor final.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;– O custo é dividido entre nós e os produtores e a vantagem é mostrar que oferecemos um produto com origem garantida – comenta o executivo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A possibilidade do consumidor rastrear a origem da carne é originada em um acordo assinado entre Walmart, Carrefour e Pão de Açúcar com frigoríficos em 2009, pelo qual os fornecedores se comprometiam a não comprar gado oriundo de fazendas que praticassem desmatamento ou trabalho escravo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;– Esse tipo de informação e garantia será cada vez mais exigida pelos consumidores – acredita Noeli. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Experiente no ramo de carnes, onde atua há 15 anos, o profissional estabelece uma comparação com os cortes vendidos a vácuo, cuja oferta e consumo começaram pequenas e hoje representam metade das vendas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fundada por dois ex-alunos de 30 anos da Ciência da Computação da UCPel, com mestrados pela UFSC e Ufrgs, a CheckPlant emprega 15 profissionais das áreas de TI e agronomia em Pelotas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A empresa é especialmente forte na área de frutas para exportação, onde é grande a exigência dos compradores por rastreabilidade: metade das frutas rastreadas vendidas no país usa tecnologia da CheckPlant.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-7865681271629753349?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/7865681271629753349/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=7865681271629753349' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/7865681271629753349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/7865681271629753349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/09/churrasco-rastreado-ja-e-possivel-no-rs.html' title='Churrasco rastreado já é possível no RS'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-7575969365615730875</id><published>2010-09-18T11:18:00.002-03:00</published><updated>2010-09-18T11:23:26.369-03:00</updated><title type='text'>Fome no mundo diminui, mas ainda é uma vergonha para a raça humana</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de apresentar uma melhoria, algo que não tinha ocorrido nos últimos anos, o quadro de fome no mundo ainda é uma vergonha que temos que lutar contra. Nós, profissionais envolvidos na produção de alimentos, devemos acordar e pensar nisso todos os dias....&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A notícia abaixo é da France Press que encontrei no &lt;a href="http://cosmo.uol.com.br/noticia/62658/2010-09-14/fome-cai-pela-1-vez-embr-15-anos-segundo-a-onu.html"&gt;Cosmo&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Fome cai pela 1ª vez em 15 anos, segundo a ONU &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Para entidade, contribuiu para queda a baixa dos preços dos alimentos nos mercados internacionais e nacionais &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pela primeira vez em 15 anos, o número de pessoas com fome no mundo caiu, para 925 milhões, segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), uma cifra que a entidade mesmo assim considera inadmissível. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O número de famintos no mundo, que no ano passado alcançou a alarmante cifra de 1,023 milhão, caiu 9,6% em 2010, segundo a FAO, que tem sede em Roma. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;'O número de pessoas desnutridas no mundo continua inaceitável, apesar de ter registrado uma queda esperada, a primeira em 15 anos. A queda se explica graças a uma conjuntura econômica favorável em 2010', explicou a FAO. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para a entidade, contribuiu para a queda a baixa dos preços dos alimentos nos mercados internacionais e nacionais a partir de 2008. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A agência especializada das Nações Unidas considera que a cifra de 925 milhões de pessoas com fome e desnutrição continua sendo muito alta em relação às crises alimentares e econômicas registradas antes de 2008, quando era de 850 milhões. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A maioria das pessoas (98%) que padecem de fome residem em países em desenvolvimento, onde representam 16% da população, contra 18% em 2009, recordou a FAO. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;'O fato de que quase um bilhão de pessoas continuam sendo vítimas da fome, mesmo depois da conclusão das recentes crises alimentar e financeira, se traduz num problema estrutural mais profundo. Os governos deveriam promover investimentos na agricultura e ampliar as redes de segurança e os programas de ajuda social', afirma a FAO. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;'A cada dez segundos uma criança morre devido à desnutrição. A fome é a maior tragédia da humanidade, um escândalo', acrescenta. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas a queda do número de famintos é sentida em todas as regiões do mundo. A Ásia-Pacífico foi a que mais registrou pessoas vítimas da fome, com 578 milhões de famintos, mas onde a queda foi maior, de 12% em relação a 2009. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;'A proporção de famintos é mais forte na África subsaariana, com 30% da população que sofre com a fome', afirma ainda o documento. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dois terços dos 925 milhões de pessoas subalimentadas se encontram em apenas sete países: Bangladesh, China, a República Democratica do Congo, Etióia, Índia, Indonésia e Paquistão. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo os dados da FAO, na América Latina e Caribe, países tradicionalmente muito afetados pela desnutrição, como Guiana, Jamaica e Nicarágua, conseguiram respeitar o objetivo do Milênio e o Brasil está se aproximando desse objetivo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;'O objetivo do Milênio adotado em 2000 de reduzir de 20% a 10% o número de famintos antes de 2015 não será alcançado. Não chegamos sequer a 16%', comentou o diretor-geral da entidade, Jacques Diouf, ao apresentar os dados à imprensa. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para a organização humanitária Oxfam, a queda do número de famintos não acontece por acaso. 'Há dez anos os líderes mundiais estão motivados a reduzir a fome no mundo até 2015, mas ainda estamos bem longe do objetivo. Nós sabemos que isso é possível. A vontade política é um elemento fundamental'.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-7575969365615730875?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/7575969365615730875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=7575969365615730875' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/7575969365615730875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/7575969365615730875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/09/fome-no-mundo-diminui-mas-ainda-e-uma.html' title='Fome no mundo diminui, mas ainda é uma vergonha para a raça humana'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-301725795235252023</id><published>2010-09-18T11:12:00.002-03:00</published><updated>2010-09-18T11:15:45.878-03:00</updated><title type='text'>Vamos investir em produtos agrícolas certificados?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No &lt;a href="http://www.canalrural.com.br/canalrural/jsp/default.jsp?uf=1&amp;amp;local=1&amp;amp;id=3040716&amp;amp;action=noticias"&gt;Canal Rural&lt;/a&gt; encontrei notícia da Agência Estado de autoria de Circe Bonatelli que mostra que, segundo a ONU, o crescimento do mercado de produtos agrícolas certificados será muito grande nos próximos anos:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Produtos agrícolas certificados serão carro-chefe da economia verde, diz ONU&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Movimentação anual do setor deve passar de US$ 40 bi em 2010 para US$ 210 bi em 2020&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O mercado sustentável e baseado na preservação da biodiversidade terá grandes oportunidades de negócios nos próximos anos, de acordo com o economista indiano Pavan Sukhdev, coordenador do estudo A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade (Teeb, na sigla em inglês), realizado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo o estudo, o carro-chefe da economia verde será o de produtos agrícolas certificados. A estimativa é que a movimentação anual desse setor cresça de US$ 40 bilhões em 2008 (o equivalente a 2,5% do mercado global de alimentos e bebidas) para US$ 210 bilhões em 2020. Sukhdev acredita que existe um grande potencial de aceitação desses produtos pelos consumidores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;– Hoje, a publicidade foca na quantidade, não na qualidade. Os rótulos não mostram os danos ambientais embutidos naquele produto – disse.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para ele, à medida que houver maior conscientização sobre a necessidade de preservação ambiental, os consumidores vão ficar mais exigentes e os governos vão impor regulamentações.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;– As pessoas são alertadas sobre efeitos do tabaco e das drogas, mas não sobre os danos à natureza – exemplificou, durante encontro nesta terça, dia 14, na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outros campos ambientais com espaço para crescer, de acordo com o relatório, são o de florestas e recursos hídricos. O mercado de produtos florestais certificados (principalmente madeira) deve saltar de US$ 5 bilhões para US$ 15 bilhões entre 2008 e 2020. Já os pagamentos do governo e de voluntários para a preservação de mananciais e outros ecossistemas hídricos têm previsão de movimentar US$ 8 bilhões em 2020.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;– Apesar da boa vontade, continuamos a destruir a biodiversidade porque não olhamos para os benefícios da conservação em termos econômicos. Àquilo que está na natureza não é dado valor econômico – afirmou Sukhdev, ex-economista sênior do Deutsche Bank.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele explicou que o relatório Teeb tem o objetivo de mostrar que preservar a biodiversidade sai mais barato do que devastá-la. O ponto principal, segundo o especialista, é que a natureza não cobra pelos "serviços prestados" (fertilidade do solo ou purificação do ar, por exemplo) e, por isso, empresas e pessoas dão como certa a continuidade eterna desses recursos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;– É a invisibilidade econômica da natureza – argumentou.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para o diretor executivo da CNI, José Augusto Fernandes, quando se coloca um preço num "produto que não tem preço", o mercado ajuda a controlar a preservação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;– Daí surgem as oportunidades, como, por exemplo,  na indústria de cosméticos, que retira da natureza a matéria-prima, mas a preserva para poder continuar contando com o recurso – explicou.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Engajamento&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Das cem maiores empresas do mundo, 89% produzem um balanço sobre sustentabilidade, segundo o Teeb. No entanto, entre as que produzem esse documento, a questão ainda é tratada de forma vaga. Apenas 15% discutem abordagens para reduzir o impacto sobre a biodiversidade e só 9% enxergam o tema como uma questão estratégica.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar disso, o relatório Teeb entende que os primeiros passos rumo ao engajamento já foram dados. Além disso, o setor de negócios está começando a se preocupar com limitações no crescimento de suas empresas em razão da perda da biodiversidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O relatório cita uma pesquisa feita pela consultoria PricewaterhouseCoopers em 2009 em que 27% dos líderes empresariais (CEOs) em todo o mundo afirmaram ter esse tipo de preocupação. Essa característica foi detectada principalmente em empresários da América Latina (53%) e África (45%), e com menos destaque na Europa (18%) e América do Norte (14%), onde a maior parte da fauna e da flora já foi devastada.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-301725795235252023?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/301725795235252023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=301725795235252023' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/301725795235252023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/301725795235252023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/09/vamos-investir-em-produtos-agricolas.html' title='Vamos investir em produtos agrícolas certificados?'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-8858647242468499811</id><published>2010-09-08T20:41:00.003-03:00</published><updated>2010-09-08T20:58:24.498-03:00</updated><title type='text'>Complexidade no patenteamento de sementes</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O texto abaixo é de autoria de Guilherme Gorgulho e encontra-se disponibilizado no site Inovação Unicamp. O problema em questão mostra quão complicado é tudo relacionado ao melhoramento genético de plantas quando os interesses comerciais entram em cena. Apesar de ser um texto de uma certa complexidade técnica, é uma leitura interessante ao público em geral:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;"A guerra do brócolis" na Europa&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Decisão sobre patentes de tomate sem água e brócolis anticâncer pode mudar regra de proteção para melhoramento convencional&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Escritório de Patentes Europeu (EPO, na sigla em inglês) deverá decidir até o final de 2010 se processos de melhoramento convencional de plantas que envolvam etapas consideradas tecnicamente inovadoras podem ou não ser patenteados. De acordo com a diretiva europeia 98/44/EC, "um processo para a produção de plantas ou animais é essencialmente biológico se consiste inteiramente de fenômenos naturais, tais como cruzamento ou seleção". Agora, uma das câmaras de apelação do EPO se prepara para definir se é ou não "essencialmente biológico" o cruzamento ou seleção em que intervêm marcadores genéticos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A controvérsia surgiu em razão da patente concedida pelo EPO à companhia britânica Plant Bioscience em 2002, que protege o método desenvolvido pela empresa para obter uma variedade de brócolis com maior concentração da substância anticancerígena presente naturalmente na planta. Em 2003, a multinacional suíça Syngenta, juntamente com a cooperativa francesa de sementes Limagrain, recorreu ao EPO para contestar a patente sob a alegação de que o melhoramento era um "processo biológico convencional" — portanto, não patenteável. A Plant Bioscience argumenta que seu novo sistema de produção de brócolis por meio da seleção assistida por marcadores é uma inovação tecnológica.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A seleção por marcador molecular é uma técnica de análise de DNA que permite localizar variações no genoma associadas a determinadas características — por exemplo, a resistência à seca ou a suscetibilidade a doenças. Com marcadores moleculares, é possível mapear no genoma de diferentes "indivíduos" da mesma espécie vegetal — ou seja, em exemplares diferentes de uma certa planta —  os genes responsáveis por uma característica desejada. O método de seleção da Plant Bioscience para aumentar a produção de glucosinolato nos brócolis, resumidamente, consiste em várias etapas de cruzamento e seleção entre variedades selvagens — Brassica villosa e Brassica drepanensis — com linhagens de brócolis chamadas de duplo haplóide. Essas linhagens são originadas por reprodução assexuada a partir de um indivíduo que detenha as características desejadas — neste caso, o maior teor de glucosinolato —, mas que se tornam inférteis no processo por possuir apenas metade do material genético da espécie — chamadas de haplóide. Para duplicar o material genético e permitir que esses indivíduos com características especiais sejam novamente férteis e possam ser cruzados sexuadamente, são empregadas técnicas em laboratório. A identificação da maior concentração do anticancerígeno nas gerações originadas por esses cruzamentos entre as selvagens e as linhagens duplo haplóide é feita com marcadores moleculares.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A alegação da Syngenta na comissão técnica de apelação é de que o uso de marcadores moleculares na etapa de seleção não é motivo suficiente para excluir o método da categoria de "processo essencialmente biológico". Já a empresa britânica diz que o fato de haver "intervenção humana" em algumas das etapas — entre elas, a análise in vitro de tecidos da planta para a identificação dos marcadores moleculares — exclui o processo do conceito de "essencialmente biológico".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Audiências preliminares e o caso dos tomates de Israel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No final de julho, em Munique, na Alemanha, a comissão técnica de apelação do EPO se reuniu em audiências preliminares para discutir o caso. A decisão não virá antes do final de 2010. Outro caso está sendo avaliado conjuntamente pela comissão: em 2000, o Ministério da Agricultura de Israel depositou um pedido de patente de um método para produzir tomates com baixo teor de água desenvolvido pela Organização de Pesquisa Agrícola — vinculado ao governo israelense —, o que reduz os custos de produção de ketchup. Em 2004, a holandesa Unilever — uma das grandes fabricantes mundiais de ketchup — pediu ao EPO o cancelamento da patente com base na mesma justificativa apresentada no caso dos brócolis.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A patente dos tomates não envolve marcadores moleculares nem qualquer técnica de engenharia genética. O método consiste, basicamente, em promover cruzamentos de uma variedade de tomate que naturalmente produz pouca água com outra selvagem para obter a variedade que já nasce com teor hídrico ainda menor. O processo prevê uma etapa final — a colheita só é feita depois do ponto de maturação "convencional", de maneira a permitir a identificação dos tomates mais desidratados. Na apelação no EPO, a Unilever alegou que "diferentemente do processo reivindicado no caso T 83/05 [referente à patente dos brócolis da Plant Bioscience], que exige o uso de marcadores moleculares, o método no presente caso não exige qualquer intervenção humana a não ser cruzamento e seleção". Os advogados da Unilever escreveram na apelação: "Todas as etapas citadas do processo são claramente parte do cruzamento e seleção realizados por uma pessoa especializada em processo de melhoramento convencional".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo petição apresentada pela defesa do Ministério da Agricultura de Israel, "enquanto variedades de plantas podem pelo menos ser protegidas pelos direitos de melhoristas , nenhum sistema de proteção sui generis [categoria da propriedade intelectual que abrange os cultivares, ou novas variedades de vegetais resultantes do trabalho de melhoristas, e que possui características diferenciadas daquelas relacionadas à propriedade industrial. Nota do E.] existe para processos de melhoramento de plantas. Uma interpretação ampla do processo de exclusão no artigo 53(b) da EPC poderia ampliar a brecha na proteção". O artigo 53, alínea b, da European Patent Convention (EPC) — ou Convenção Europeia de Patentes, um tratado multilateral assinado em 1973 — é o que exclui do direito de patenteamento os "processos essencialmente biológicos para a produção de plantas e animais".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para os israelenses, qualquer " etapa técnica" que exerça um impacto no resultado final do processo de seleção é suficiente para tirar o processo da categoria "essencialmente biológico" e torná-lo patenteável sob as leis europeias. "Um processo que contenha pelo menos um aspecto técnico que não possa ser executado sem a intervenção humana e que tenha um impacto no produto do processo não se enquadra no termo 'processo essencialmente biológico'", argumenta o governo israelense.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Disputas de interesses&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Pela primeira vez na sua história, o EPO vai emitir uma decisão de abrangência ampla sobre a patenteabilidade de processos de seleção convencional de sementes e plantas", lê-se na introdução do estudo "The future of seeds and food under the growing threat of patents and market concentration" (O futuro das sementes e dos alimentos sob a crescente ameaça das patentes e da concentração de mercado), do grupo de origem alemã "No patents on seeds". O documento reúne dados e argumentos que informam as posições contrárias ao patenteamento de genes e de seres vivos e é um indicador da importância da decisão que a câmara de apelação da EPO deverá tomar. A organização enviou em julho um abaixo-assinado para o EPO com 55 mil assinaturas, coletadas — de acordo com a própria coalizão — por 50 entidades que representam produtores agrícolas e uma centena de ONGs de várias partes do mundo. O documento pede: o fim das patentes sobre sementes e animais em âmbito mundial; uma ação das autoridades políticas e dos escritórios de patentes pela não concessão de patentes relacionadas a processos de melhoramento convencional; e a não concessão de patentes para sequências de DNA empregadas em melhoramento convencional, como no caso da seleção assistida por marcadores.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No debate internacional e europeu sobre propriedade intelectual, modelo de agricultura e produção de alimentos alinham-se grupos, organizações e pessoas contrários também ao uso de produtos intensivos em biotecnologia, como sementes transgênicas. No dia 22 de julho, o colunista Paul Betts publicou no Financial Times um texto sobre a "guerra do brócolis", como o caso está sendo chamado. De acordo com Betts, o principal temor manifestado por esses grupos, é que, caso sejam mantidas, as patentes poderão aumentar a concentração no mercado agrícola e elevar os preços dos produtos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O texto também registra uma suspeita dos grupos contrários à extensão da proteção a técnicas mistas de melhoramento: a de que o desafio da Unilever e da Syngenta à patente do tomate desidratado e dos brócolis anticâncer tenham como objetivo forçar e fortalecer a decisão pró-patenteamento de variedades obtidas por inovações introduzidas no melhoramento convencional — para estender o direito de patente, e não para derrubar a proteção já conquistada pela Plant Bioscience e por Israel. A estratégia consistiria em recorrer à comissão técnica de apelação para, caso a decisão seja em favor da manutenção das patentes, abrir caminho para proteções similares de seus próprios processos biológicos e sementes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O documento do "No patents on seeds"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O documento de 2009, que Inovação publica nas íntegras desta edição , é assinado por Cristoph Then e Ruth Tippe. Uma pesquisa no Google leva à página de uma organização alemã denominada "TestBiotech" (Instituto para Avaliação Independente de Biotecnologia), em que ambos são apresentados. Then é cirurgião veterinário e, de 1999 a 2007, foi consultor especialista em agricultura e engenharia genética para o Greenpeace. Tippe tem o título de doutora e aparece como pertencente ao grupo alemão "No patents on life" — contra patenteamento "da vida".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O estudo detecta, com base nos dados do EPO, o crescimento de pedidos de patentes sobre variedades obtidas por melhoramento clássico: em 2008, registra, quase 25% de todos os depósitos de patentes relacionados com plantas eram ligados ao que, para a organização não governamental, é melhoramento convencional; em 2000, esse número não chegava a 5%.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nas patentes dos tomates e dos brócolis, diz o texto, houve "emprego de ferramentas no processo de reprodução". Em ambos os casos, prosseguem os autores, "os detentores das patentes alegam que esses instrumentos técnicos garantem motivos suficientes para configurar o processo inteiro de melhoramento convencional como um processo inventivo para a produção de plantas". O documento ressalta que os titulares das patentes exigem ainda que "sementes, plantas resultantes e suas partes comestíveis" também sejam incluídas no escopo de proteção das patentes. A conclusão da "No patents on seeds" é que, se a decisão da agência europeia for pela manutenção das patentes, qualquer avanço técnico no melhoramento de plantas poderá ser suficiente para as empresas requererem o direito sobre a propriedade intelectual do processo — e por causa dele, de seus produtos —, como já acontece com as sementes geneticamente modificadas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Indicadores sobre melhoramentos convencionais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"The future of seeds and food" se detém na análise de levantamento feito no EPO que mostra o crescimento das patentes de melhoramento convencional na Europa.  Na página 14, o estudo diz que nos últimos anos há uma tendência de reutilização dos processos de melhoramento convencional, com o emprego de novas ferramentas, em lugar da engenharia genética. Entre essas ferramentas está a seleção assistida por marcadores moleculares, "que está permitindo uma abordagem mais eficiente para vários objetivos do melhoramento de plantas em comparação com os métodos usados em sementes geneticamente engenheiradas".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O documento traz um histórico recente de questões em discussão no EPO nos últimos anos — como a PI sobre melhoramento convencional —, aborda a concentração no mercado de sementes — o texto cita um estudo da ONG ETC Group, baseada no Canadá, que afirma que dez empresas concentram dois terços das vendas de sementes no mundo —, e apresenta exemplos de patentes concedidas para melhoramentos convencionais na Europa. "The future of seeds and food" também discute tópicos relacionados à atual situação legal da PI na União Europeia e sugere ações a serem tomadas em âmbito continental e mundial, como a revisão da legislação de patentes da Europa e do Acordo sobre Aspectos de Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio (TRIPS, na sigla em inglês).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-8858647242468499811?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/8858647242468499811/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=8858647242468499811' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/8858647242468499811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/8858647242468499811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/09/importantes-decisoes-podem-mudar.html' title='Complexidade no patenteamento de sementes'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-1995602864064845881</id><published>2010-09-08T20:30:00.002-03:00</published><updated>2010-09-08T20:38:49.248-03:00</updated><title type='text'>Reflexões do marketing do agronegócio por Tejon</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;José Luiz Tejon, co-autor de  um importante livro sobre o marketing do agronegócio, intitulado Marketing&amp;amp;Agronegócio, a nova gestão, além de dirigir Núcleo de Agronegócio da ESPM, é mestre em Arte e Cultura pela Universidade Mackenzie e doutorando em Educação, escreveu um artigo muito interessante sobre a inteligência de marketing no agronegócio que encontrei no &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=74643"&gt;Notícias Agrícolas&lt;/a&gt; e resolvi compartilhar:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Inteligência de Marketing no agronegócio não é só administrar percepções: é análise do mundo real&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;i&gt;" Os estoques de grãos do governo são insuficientes para cobrir toda a demanda do pais. Precisamos buscar grãos " ( Dmitry Medvedev - Presidente da Rússia )&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;      &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Descobrir sonhos, desejos, necessidades; lacunas de posicionamento na mente humana; criativas formas novas de distribuição, inovações genéticas, novos processos de nutrição de plantas, nutrição animal, sensorialidade alimentar; e orquestração harmônica de uma cadeia produtiva, da pesquisa ao consumidor final, incluindo até a reciclagem e sustentabilidade; tudo isso - e muito mais,  faz parte do incansável exercício da gestão no agronegócio. E, dentro dessa moderna gestão, não compreender a amplitude estratégica da inteligência de  marketing é erro fatal.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ponto que separa o marketing do agronegócio, como das suas áreas gêmeas Saúde e Educação, das demais - é que não estamos falando apenas da construção de novos e diferenciados papéis para os distintos nichos da sociedade humana e seus egos interpretarem. Alimento, Saúde e Educação exigem análises concretíssimas do mundo real existente. Pensamentos fora disso serão duramente castigados pela lei da insensatez.  Em agosto o preço dos alimentos subiu 5% pelo índice da FAO. Em Roma especialistas estarão discutindo uma provável tendência de escassez de alimentos no mundo. A Rússia suspendeu as exportações de Trigo. A Argentina está liberando apenas 3 milhões de toneladas das 12 milhões do trigo que produz.  A China, que se auto-abastece em 95% das suas necessidades, amplia seus estoques de todos os grãos - e prepara medidas de racionalizar a demanda. Na Alemanha, Canadá e Paquistão, aspectos climáticos causam diminuição na oferta .&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se marketing é a sabedoria com a qual harmonizamos o intangível dos sonhos com o tangível das realidades possíveis, é vital e sagrado ampliar enormemente o lado do componente de segurança nacional e alimentar na questão das análises dos fatores incontroláveis desse macro setor, com a inteligência e os investimentos de médio e longo prazo na adaptação estrutural competitiva do ramo. Isso quer dizer que se as percepções de escassez de alimentos no mundo possam soar como estimulantes para o Brasil adicionar área e recursos no plantio deste segundo semestre e numa hiper safrinha no começo de 2011, por outro lado a insensatez da governança na ausência de armazenagem, logística cara e  desastrosa e toda confusão de leis ambientais que servem para distrair o foco central de uma política de estado , seguro rural , mecanismos financeiros, preços e de administração das cadeias produtivas - quer dizer a análise concreta das situações concretas - soam como altos riscos, e esses ingredientes são imperativos sagrados na inteligência de marketing do agronegócio.&lt;/div&gt;      &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A insensatez na cadeia do trigo é um outro marco recorrente "eterno " no Brasil. Eixo da alimentação popular, com programas incompetentes no estimulo e segurança da produção nacional, onde comemos mais de 10 milhões de toneladas de trigo e plantamos cerca da metade, com doses marcantes de insatisfação dos produtores e de suas cooperativas. Não haverá sacadas criativas de ativação de marketing que poderá alterar o fato real do preço do pãozinho, do macarrão ou da pizza sagrada do domingo a noite. E, sempre que falamos de mandioca e de raízes tropicais, os narizes são sempre torcidos, assim como as dita cujas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, se o reino das percepções da provável escassez de alimentos no mundo , não estiver tão mais elevado assim do que o reino da vida  real, quando o concreto absorve e passa a embalar os sonhos, e nas horas duras da história humana, quando passamos a ter o tamanho do concreto aprisionando desejos e vontades nos empurrando para a dura distinção entre sonhos versus ilusões; nessas horas iremos nos arrepender profundamente dos bons tempos da fartura, quando desperdiçávamos grãos pelas estradas do Brasil, pela burocracia dinossáurica, pelas discussões utópicas das terras de brasileiros ou de estrangeiros, e consumíamos nossas energias nos envergonhando de administradores corruptos legalizando madeira ou distribuindo terras da reforma agrária para privilegiados e para os amigos dos amigos, dentre tantos outros crimes de " lesa-pátria".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, imaginando que o reino das percepções sempre antecede e governa o reino das realidades, e muda o mundo com a força da sua locomotiva de poderosos sonhos, quanto antes os sinais e os sensores detectarem os riscos, mais cedo o poder da imaginação evolutiva humana consegue entrar em ação. Está óbvio que o mundo mudou e que bilhões de novos consumidores passam a comprar não apenas mais celulares ou motocicletas, passaram a desejar e a consumir mais e novos alimentos, bebidas, fibras, formas de energia e " feed "- comida moderna para animais e "pets ".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vamos plantar, criar,  armazenar e realizar fatos reais para mudarmos velozmente a eficiência e a eficácia brasileira do maior agronegócio planetário : O tropical brasileiro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caindo na real, sem marketing não tem agronegócio inteligente e sem governança do agronegócio não teremos o país que poderíamos ter .&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-1995602864064845881?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/1995602864064845881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=1995602864064845881' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/1995602864064845881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/1995602864064845881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/09/reflexoes-do-marketing-do-agronegocio.html' title='Reflexões do marketing do agronegócio por Tejon'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-5121513904733424132</id><published>2010-09-07T13:17:00.001-03:00</published><updated>2010-09-07T13:21:33.103-03:00</updated><title type='text'>Passar do tempo faz crescer o tamanho das porções na "Última Ceia"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Notícia de março do Discovery News mostra estudo realizado pela Cornell University e publicado no International Journal of Obesity mostra que o tamanho das porções dos alimentos presentes nas versões pintadas da "Última Ceia" tem aumentado com o decorrer do tempo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Através de computador, compararam o tamanho dos alimentos ao tamanho das cabeças em 52 pinturas diferentes da última refeição de Jesus Cristo com seus discípulos. O resultado foi que o tamanho do refeição principal cresceu 69% , o prato 66% e o pão 23% entre os anos 1.000 e 2.000. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de considerarmos o aumentos das porções de alimentos como algo moderno, Brian Wansick, cientista especialista em comportamento alimentar de Cornell diz que "o que vemos atualmente pode ser apenas mais uma parte de uma tendência de longa data".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais detalhes sobre este estudo pode ser encontrado no original em inglês clicando &lt;a href="http://blogs.discovermagazine.com/discoblog/2010/03/23/super-size-me-jesus-last-suppers-in-paintings-have-gotten-bigger/"&gt;aqu&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/www.discovery.com/human/last-supper-portion-size.html"&gt;i&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-5121513904733424132?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/5121513904733424132/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=5121513904733424132' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/5121513904733424132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/5121513904733424132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/09/passar-do-tempo-faz-crescer-o-tamanho.html' title='Passar do tempo faz crescer o tamanho das porções na &quot;Última Ceia&quot;'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-1190209225656408077</id><published>2010-09-07T07:53:00.002-03:00</published><updated>2010-09-07T08:19:20.260-03:00</updated><title type='text'>Alta nos alimentos preocupa o mundo novamente</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após a grande alta dos alimentos ocorrida em 2007 e 2008 antes da crise, parece que os preços agrícolas mundiais estão em tendência de elevação novamente. Tanto que a FAO já está preocupada com isso segundo notícia do Valor Econômico que encontrei no &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=74384"&gt;Notícias Agrícolas&lt;/a&gt; na íntegra logo abaixo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Complementando a informação coloquei no final do texto, os gráficos referentes ao índices da FAO. Estes índices são Food Price Index que consiste na média dos 5 índices das commodities (Carnes, Laticínios, Cereais, Óleos e Açucar). Maiores informações podem ser obtidas na página da &lt;a href="http://www.fao.org/worldfoodsituation/FoodPricesIndex/en/"&gt;FAO&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;"Agroinflação" volta a preocupar. Trigo puxa alta dos preços&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A forte alta do trigo no mercado internacional em agosto, que puxou a valorização do índice de preços de alimentos da FAO, o braço das Nações Unidas para agricultura e alimentação, não é o único sinal de pressão do campo sobre as taxas inflacionárias globais. Outras commodities agrícolas continuam em alta, como a soja, e a mesma FAO também já constatou uma expressiva disparada das carnes em geral - o índice específico nesta frente atingiu seu pico em 20 anos, segundo o "Financial Times" -, em boa medida graças à valorização dos grãos usados nas rações.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conforme já informou o Valor, tal pressão também ocorrerá no mercado doméstico. No caso do trigo, por exemplo, os efeitos já são concretos. Segundo a Associação Nacional das Indústrias de Biscoitos (Anib), com o aumento de insumos e serviços será necessário um reajuste de até 9% nos preços de biscoitos e massas. Nas contas da entidade, apenas a farinha de trigo especial, usadas em massas frescas, já subiu 30%.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No segmento de carnes, previu a Brasil Foods na terça-feira, os custos dos grãos que compõem as rações demandas pela companhia deverão subir de 5% a 7% até o fim do ano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como o movimento não é só brasileiro, o índice de preços de alimentos da FAO não deverá ficar imune às valorizações dos produtos do agronegócio. Em agosto, o índice subiu 5% e alcançou o nível mais elevado desde setembro de 2008, embora ainda inferior em 38% ao recorde histórico, de junho daquele ano. Ainda que a "estrela" do aumento tenha sido o trigo, açúcar e oleaginosas - soja entre elas - também foram lembrados como produtos que levaram ao resultado apurado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conforme a FAO, a produção global de cereais foi revista para baixo e deverá atingir 2,238 bilhões de toneladas, 41 milhões a menos do que as projeções de junho. A redução se deve essencialmente à quebra do trigo na Rússia, ainda que haja melhoras nos EUA e na China. Os estoques de trigo também vão diminuir 9%, passando a 181 milhões de toneladas&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TIYfgpE3_wI/AAAAAAAABFs/7X7l2sH_krI/s1600/Slide1.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TIYfgpE3_wI/AAAAAAAABFs/7X7l2sH_krI/s400/Slide1.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514129439404326658" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-1190209225656408077?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/1190209225656408077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=1190209225656408077' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/1190209225656408077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/1190209225656408077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/09/alta-nos-alimentos-preocupa-o-mundo.html' title='Alta nos alimentos preocupa o mundo novamente'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TIYfgpE3_wI/AAAAAAAABFs/7X7l2sH_krI/s72-c/Slide1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-1426483419787149981</id><published>2010-09-05T09:45:00.003-03:00</published><updated>2010-09-05T09:56:42.840-03:00</updated><title type='text'>Petrodólares de olho no açúcar brasileiro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após a investida dos indianos da Shree Renuka Sugars que resultou na compra da Vale do Ivaí e Equipav, parece que o fundo soberano do Catar está de olho em usinas por aqui. A notícia abaixo do Reuters Sun que encontrei no &lt;a href="http://http://farmlandgrab.org/15125"&gt;Food Crisis and the Global Land Grab&lt;/a&gt; em inglês e traduzi, comenta isso. Vamos esperar para ver:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Hassad Food tem planos de comprar projeto de açúcar no Brasil&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hassad Food, de propriedade do fundo soberano do Catar, tem planos de adquirir um projeto de açúcar no Brasil, com capacidade para produzir 25 milhões de toneladas por ano, segundo agência de notícia do Qatar agência de notícias disse.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Catar, como outros países do Golfo, importa a maioria das suas necessidades de alimentos, e garantir o fornecimento de alimentos no futuro é visto como prioridade pelo governo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A aquisição no Brasil é prevista para ocorrer em dois meses, disse Nasser Al-Hajri, presidente da Hassad  à CNT, sem dar mais detalhes do projeto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cerca de 70 por cento do açúcar está prevista para ser enviado para o Catar para uso doméstico, enquanto os restantes 30 por cento serão utilizados para produzir bio-combustíveis, segundo QNA.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-1426483419787149981?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/1426483419787149981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=1426483419787149981' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/1426483419787149981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/1426483419787149981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/09/petrodolares-de-olho-no-acucar.html' title='Petrodólares de olho no açúcar brasileiro'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-4150050524840523783</id><published>2010-08-29T21:55:00.001-03:00</published><updated>2010-08-29T21:59:28.534-03:00</updated><title type='text'>Nova praga na soja</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os artigos abaixo do Jornal do Comércio disponibilizado no &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=73375"&gt;Notícias Agrícolas&lt;/a&gt; e do &lt;a href="http://www.dtnprogressivefarmer.com/dtnag/view/blog/getBlog.do;jsessionid=DA0876E308408A34EBD8BE3A93ED4A1C.agfreejvm2?blogHandle=southamerica&amp;amp;blogEntryId=8a82c0bc2a876597012a8c3ed4f30046"&gt;Blog South America Calling&lt;/a&gt; (traduzido por mim), mostram a importância da pesquisa agrícola em todas suas áreas: do melhoramento genético às máquinas agrícolas. Parece que a natureza é expert em produzir novas pragas às culturas estabelecidas. Mãos à obra, doutores fitopatologistas....&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Soja Louca é novo desafio para a pesquisa agrícola&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um novo distúrbio da soja, identificado em lavouras do Mato Grosso, Pará e Tocantins, está desafiando os pesquisadores brasileiros. Batizada de Soja Louca, justamente pela dificuldade de identificar suas causas, a anomalia tem provocado perdas significativas nestes estados. "Houve casos de produtores com 300 hectares de soja, que tiveram que lavrar tudo e plantar milho, pois perderam toda a oleaginosa", disse o fitopatologista da Embrapa Soja Maurício Meyer.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A principal suspeita dos pesquisadores é de que a moléstia, que impede que a soja mature, seja causada por um ácaro encontrado na palha sobre a qual as lavouras, em regime de plantio direto, são cultivadas. Os cientistas apontam que entre as principais características do distúrbio, identificado pela primeira vez em 1996, está a perda de qualidade das vagens, que permanecem verdes até apodrecerem. Entre os sintomas ocorre um afilamento das folhas do topo das plantas e o engrossamento das nervuras. As folhas apresentam uma tonalidade mais escura em relação às sadias. As hastes exibem deformações e engrossamento dos nós. As vagens também apresentam deformações, redução do número de grãos e apodrecimento de grãos. Plantas com problemas registram alto índice de abortamento de flores e vagens. Esse sintoma é mais intenso na parte superior das plantas, diminuindo em relação à base, o que impede o processo natural de maturação, fazendo com que a planta permaneça verde no campo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mesmo sem registros no Rio Grande do Sul, por se tratar de uma anomalia de climas mais quentes, a orientação das cooperativas é de que os produtores fiquem atentos a modificações nas lavouras. "Ainda não identificamos a doença, mas não descartamos a possibilidade, por isso devemos ficar atentos", disse o diretor agrotécnico da Cotrijuí, Mário Jung. O especialista diz que, ao contrário do que ocorreu com a Ferrugem da Soja, que é "transportada" pelo vento, é mais difícil o deslocamento da Soja Louca até o Estado, se efetivamente se confirmar se tratar de uma praga. "Precisaria ser transportada junto com alguma planta, já que com as sementes é mais difícil", disse.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sem um diagnóstico conclusivo, os cientistas ainda não têm uma fórmula para combater o problema e por isso apostam na prevenção. Conforme o professor da Esalq/USP Durval Dourado Neto, outras causas da doença podem ser o estresse causado por fatores ambientais ou biológicos, hormônios relacionados à inibição ou crescimento da planta. "É preciso observar as fases de desenvolvimento da planta e suas relações com o ambiente", disse o professor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os estudos em lavouras de soja do Mato Grosso descartaram que o problema fosse ocasionado por doenças, percevejos, fitoxicidade ou deficiências nutricionais. "Colocamos o ácaro na planta sadia e ela manifestou a doença", disse Meyer. No entanto, o professor Aníbal Ramadan Oliveira, da Universidade Estadual de Santa Cruz, na Bahia, afirma que não é esperado que os ácaros sejam os agentes causais da Soja Louca. Segundo ele, há relatos raros e bastante antigos de que os ácaros causem danos a culturas agrícolas. "Isso mostra que se houver correlação com a Soja Louca II será uma descoberta científica completamente inovadora." Para Oliveira, é necessária uma intensificação dos estudos para constatação quanto a onde, quando e em que condições os ácaros poderiam estar se alimentando da planta de soja e, de alguma forma, contribuindo para a manifestação da Soja Louca.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Doença da Soja Louca perturba agricultores no Brasil&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto que a ferrugem asiática tem sido a maior ameaça à produção brasileira de soja nos últimos anos, os agricultores podem agora ter um nova doença para enfrentar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A última anomalia, conhecida como doença da Soja Louca, causou perdas de até 40% em algumas áreas do pais, principalmente nos estados de Mato Grosso, Tocantins e Goiás.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A nova doença, cuja origem ainda é desconhecida, evita a maturação da soja com as plantas permanecendo verdes até que elas eventualmente caiam no solo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outros sintomas incluem um afinamento das folhas superiores e deformação dos talos. As folhas também tem uma cor mais escura quando comparada com as plantas saudáveis bem como vagens deformadas com poucos grãos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pesquisadores ainda tem que encontrar a cura para esta doença, ainda que eles não estejam seguros do que a causa. Os principais suspeitos no momento são os ácaros encontrados na resteva onde a soja é plantada no sistema de cultivo mínimo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algo positivo comparado à ferrugem asiática é que a doença não é facilmente transmitida. É mais presente em condições quentes e requer contato físico com as plantas infectadas para transmissão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ferrugem asiática, por outro lado, por ser conduzida por centenas de quilômetros por esporos infectados viajando pelo ar, tornando mais difícil seu controle.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-4150050524840523783?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/4150050524840523783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=4150050524840523783' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/4150050524840523783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/4150050524840523783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/08/nova-praga-na-soja_5587.html' title='Nova praga na soja'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-3624965646288978060</id><published>2010-08-29T08:58:00.004-03:00</published><updated>2010-08-29T09:21:22.788-03:00</updated><title type='text'>Será que pensar verde é um luxo para o mundo?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Artigo do blog &lt;a href="http://freakonomics.blogs.nytimes.com/"&gt;Freakonomics&lt;/a&gt; intitulado Desemprego vs Aquecimento Global mostra que um estudo conduzido por dois economistas Matthew E. Kahn e Matthew J. Kotchen indica que o desinteresse pelo aquecimento global aumenta conforme a economia entra em crise. Baseado em dados de pesquisas por palavra-chave do Google entre 2004 e 2010, verificaram que "taxas de desemprego mais elevada diminui a atividade de busca da Internet por aquecimento global, mas aumenta a atividade de pesquisa por desemprego".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso analisaram a ligação entre desemprego e negação do estado de mudança climática e concluíram que "um aumento na taxa de desemprego está associado com uma diminuição da probabilidade de pensar que o aquecimento global está ocorrendo". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Outras observações podem ser encontradas diretamente neste &lt;a href="http://freakonomics.blogs.nytimes.com/2010/08/24/unemployment-vs-global-warming/"&gt;link&lt;/a&gt; no texto original em inglês.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-3624965646288978060?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/3624965646288978060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=3624965646288978060' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/3624965646288978060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/3624965646288978060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/08/sera-que-pensar-verde-e-um-luxo-para-o.html' title='Será que pensar verde é um luxo para o mundo?'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-7812684886300465966</id><published>2010-08-26T21:12:00.003-03:00</published><updated>2010-08-26T21:23:51.845-03:00</updated><title type='text'>Brasil regulamenta compra de terras por estrangeiros</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A questão de venda de terras para estrangeiros foi resolvida nesta semana após a publicação de norma do Poder Executivo que regulamenta a compra de no máximo 50 módulos de exploração por parte de empresas estrangeiras. Abaixo encontrei três notícias no site "Food crisis and the global land grab" e postei-as para esclarecer a situação. A primeira é da &lt;a href="http://farmlandgrab.org/15031"&gt;Agência EFE&lt;/a&gt;, a segunda do &lt;a href="http://farmlandgrab.org/14975"&gt;Portal Terra&lt;/a&gt; e a terceira do &lt;a href="http://farmlandgrab.org/15037"&gt;Globo&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Governo limita venda de terras a estrangeiros&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As empresas controladas por estrangeiros não poderão adquirir a partir de agora propriedades rurais no Brasil com mais de 50 módulos de exploração, uma área que varia entre 250 e 5.000 hectares dependendo da região do país.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O advogado-geral da União, Luís Inácio Lucena Adams, informou nesta terça-feira sobre o alcance da norma aprovada ontem pelo Executivo, que também estabelece que a soma das áreas adquiridas por empresas sob controle estrangeiro não poderá superar 25% do tamanho de cada município.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta nova normativa tem como base o artigo da Constituição segundo o qual o Estado tem que regulamentar o capital estrangeiro em setores considerados como estratégicos, explicou Lucena Adams.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A recente valorização dos produtos agrícolas, a escassez mundial de alimentos e a tendência a um aumento do mercado de biocombustíveis transformam a propriedade rural em um setor estratégico, acrescentou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“A exemplo do que fazem muitos outros países, necessitamos impor limites à compra de terras por estrangeiros”, disse.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos últimos meses, aumentou a demanda de empresas estrangeiras, principalmente de capital chinês, por terras brasileiras, o que provocou um forte aumento do preço das propriedades rurais no país.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Inúmeras companhias manifestaram interesse em produzir alimentos e biocombustíveis no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O país proíbe a venda de terras para estrangeiros ou empresas domiciliados no exterior, razão pela qual as aquisições eram feitas até agora por meio de empresas brasileiras controladas por investidores estrangeiros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A norma é uma nova interpretação de uma lei de 1971 pela qual o regime militar (1964-1985) impôs um controle sobre a venda de terras.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dito controle foi flexibilizado em 1994 por uma regulação agora sem efeito e que considerava que, como a empresa era brasileira, inclusive sob controle estrangeiro, não precisava notificar suas compras de terras.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1994, o Brasil deixou de ter um registro sobre as terras que foram adquiridas por empresas controladas por estrangeiros. Hoje, não existem números oficiais que permitam conhecer a extensão dessas propriedades.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Hoje temos uma visão limitada do que é o controle estrangeiro sobre terras nacionais (…), mas a partir de agora qualquer compra de terra por estrangeiros tem que ser comunicada aos Governos estaduais e ao federal”, afirmou Lucena Adams.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O advogado-geral da União esclareceu que a medida não é retroativa, ou seja, as propriedades já adquiridas por estrangeiros serão respeitadas, e que as restrições não buscam excluir a participação estrangeira na produção agropecuária brasileira, mas recuperar o “controle nacional” sobre a propriedade da terra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;AGU aprova limite de venda de terras do País a estrangeiros&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o advogado-Geral da União, ministro Luís Inácio Lucena Adams, aprovaram nesta segunda-feira um parecer da Consultoria-Geral da União (CGU) que limita a venda de terras brasileiras a estrangeiros ou empresas brasileiras controladas por estrangeiros. O documento, segundo a Advocacia-Geral da União (AGU), levou em consideração alterações no contexto social e econômico no Brasil, assim como aspectos como a valorização das mercadorias agrícolas, a crise mundial de alimentos e o desenvolvimento do biocombustível.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com a nova interpretação, as compras de terras serão registradas em livros especiais nos cartórios de imóveis. Todos os registros feitos por empresas brasileiras controladas por estrangeiros devem ser comunicados trimestralmente à Corregedoria de Justiça dos Estados e ao Ministério do Desenvolvimento Agrário.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O parecer prevê, entre outras restrições, que as empresas não poderão adquirir imóvel rural que tenha mais de 50 módulos de exploração indefinida. Só poderão ser adquiridos imóveis rurais destinados à implantação de projetos agrícolas, pecuários e industriais que estejam vinculados aos seus objetivos de negócio previstos em estatuto. Esses projetos devem ser aprovados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As restrições alcançam também o tamanho da terra. A soma das áreas rurais pertencentes a empresas estrangeiras ou controladas por estrangeiros não poderá ultrapassar 25% da superfície do município.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Histórico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1994, a pedido do Ministério da Agricultura, a CGU emitiu parecer argumentando que só poderia haver restrições à compra de terras por empresas brasileiras de capital estrangeiro caso esse impedimento estivesse expresso no texto constitucional, o que não ocorria, segundo o entendimento da época, em conformidade com Constituição Federal de 1988. Mais tarde, em 1998, o parecer foi ratificado pela AGU.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nas duas primeiras manifestações, a AGU sustentou que as restrições impostas aos estrangeiros na aquisição de imóveis rurais no Brasil não era extensível às empresas brasileiras controlas por estrangeiros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Terras: novas regras não têm efeito retroativo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Roberto Maltchik&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para evitar uma guerra jurídica, a Advocacia-Geral da União (AGU) garantiu nesta terça-feira que o novo parecer impondo limites à compra de áreas rurais por empresas brasileiras controladas por estrangeiros não terá validade para negócios já formalizados. O parecer, adotado como regra pelo governo, determina que estrangeiros não podem acumular mais de um quarto da área de um município nem podem adquirir mais de 50 unidades de exploração indefinida, medida que varia entre 250 e cinco mil hectares.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde 1994, as limitações não contemplavam empresas com sede regular no Brasil. O parecer, pronto há dois anos, só foi apresentado agora, segundo a AGU, em razão de fatores estratégicos. Entre eles, o temor de uma reação do setor produtivo em meio à crise.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No parecer, o consultor-geral da União, Ronaldo Vieira Junior, admite que ao longo dos últimos 16 anos a aquisição de propriedades por tais companhias esteve fora de controle. Afirma que essa foi uma das razões para o avanço de fronteira agrícola em áreas de proteção ambiental, a valorização desenfreada do preço da terra, o aumento da grilagem e a ampliação desregulada da produção de etanol e biodiesel, além da aquisição de terras em faixa de fronteira.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O advogado-geral da União, Luis Inácio Adams, afirmou que haverá regras diferentes para as empresas controladas no exterior que compraram antes e as que comprarão terras após o parecer.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-7812684886300465966?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/7812684886300465966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=7812684886300465966' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/7812684886300465966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/7812684886300465966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/08/brasil-regulamenta-compra-de-terras-por.html' title='Brasil regulamenta compra de terras por estrangeiros'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-2499129026905263383</id><published>2010-08-26T20:55:00.003-03:00</published><updated>2010-08-26T21:00:16.621-03:00</updated><title type='text'>Resíduo de uísque vira biocombustível</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Notícia da EFE publicada no &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/noticias/escoceses-desenvolvem-combustivel-partir-uisque-589258.html"&gt;Portal Exame&lt;/a&gt; fala sobre o desenvolvimento de biocombustível (butanol) a partir da fermentação dos resíduos do uísque. Pelo visto vai ter gente tomando uísque para ajudar o meio ambiente...:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Escoceses desenvolvem combustível a partir de uísque&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Cientistas afirmam que nova fonte de energia produz 30% mais potência que o etanol&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Londres - Cientistas da universidade escocesa de Napier, em Edimburgo, desenvolveram um novo biocombustível para automóveis à base da refinação dos resíduos procedentes da fabricação de uísque&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O biobutanol, que, segundo os cientistas, gera 30% mais potência que o etanol, utiliza dois produtos derivados da produção do uísque.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao contrário do que ocorre com o etanol, os motores dos automóveis não precisam ser alterados para utilizarem o biobutanol em vez do petróleo tradicional.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O biobutanol pode ser utilizado também para fabricar outros bioquímicos ecológicos, entre eles a acetona.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os cientistas, que solicitaram a patente e querem criar uma companhia para comercializar o novo produto, afirmam que se inspiraram em processo desenvolvido há um século por Chaim Weizmann, químico de origem judaica refugiado em Manchester que chegaria a ser o primeiro presidente de Israel.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Weizmann estudou a fermentação do butanol como parte de um programa de produção de borracha sintética, e o processo seria utilizado mais tarde para a fabricação de explosivos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Algumas empresas energéticas estão cultivando colheitas para gerar biocombustíveis, mas nós averiguamos os materiais de resíduo do uísque para desenvolvê-los", disse o diretor do centro de pesquisas sobre biocombustíveis da Universidade Napier, Matin Tangney.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"É uma opção mais compatível com a defesa do meio ambiente, e que aproveita uma das maiores indústrias escocesas", disse Tangney, em referência ao uísque.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O projeto de desenvolvimento do combustível foi financiado pelo Scottish Enterprise, organismo de apoio ao empresariado que conta com a ajuda do Governo escocês.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-2499129026905263383?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/2499129026905263383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=2499129026905263383' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/2499129026905263383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/2499129026905263383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/08/residuo-de-uisque-vira-biocombustivel.html' title='Resíduo de uísque vira biocombustível'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-5760581997295391906</id><published>2010-08-21T16:19:00.003-03:00</published><updated>2010-08-21T18:44:33.261-03:00</updated><title type='text'>Propostas dos 3 principais candidatos a presidente para o agronegócio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Notícias Agrícolas publicou as respostas dos três principais candidatos à presidência à alguns temas propostos pela ABAG. A íntegra do texto encontram-se nos links na sequência onde também podem ser vistos os vídeos com as respostas: &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=73402"&gt;Dilma&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=73401"&gt;Serra&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=73403"&gt;Marina&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abaixo compilei os três textos em um texto único, colocando a ordem de respostas devido à ordem alfabética:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; font-weight: normal; "&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;E&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;LEIÇÕES: Veja as propostas dos Presidenciáveis para o Agronegócio Brasileiro&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Abag - Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e mais de 50 entidades ligadas ao segmento elaboraram um documento, com propostas e metas macro-estratégicas para o crescimento seguro e sustentável do agronegócio brasileiro. A meta é dobrar as exportações do agronegócio brasileiro, alcançando, em 2020, US$ 130 bilhões. No campo social, busca-se a inclusão de 800 mil pequenos produtores rurais ao mercado e a capacitação dos filhos de agricultores. Em termos de produção, pretende-se incorporar 15 milhões de hectares de áreas degradadas ao processo produtivo. São metas possíveis, mas que dependem do esforço do Governo para a solução dos entraves na infraestrutura e logística, desoneração tributária, garantia de renda ao produtor, entre outras medidas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O documento foi entregue aos três principais candidatos à presidência - Dilma Rousseff, José Serra e Marina Silva, que participaram virtualmente (gravaram depoimentos em video), nesta segunda-feira, 9 de agosto, em São Paulo, do 9º Congresso Brasileiro do Agronegócio (CBA), respondendo a questões referentes aos seis pilares para o crescimento seguro e sustentável do agronegócio brasileiro. O evento foi promovido pela Abag - Associação Brasileira do Agronegócio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Para Dilma, o agronegócio deve englobar segurança energética, segurança alimentar e segurança no meio ambiente.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; font-weight: normal; "&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Serra diz que o agronegócio é a galinha dos ovos de ouro do país e que o câmbio, a falta de um seguro rural e o sistema de crédito precisam de mais atenção dos governantes&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; font-weight: normal; "&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Segundo Marina, para o desenvolvimento do agronegócio é preciso que sejam criadas novas bases e estratégias para problemas de infraestrutura, crédito e financiamento.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Garantia de renda para o agricultor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"O agronegócio engloba três agendas estratégicas para o Brasil e para o mundo: segurança energética, segurança alimentar e segurança no meio-ambiente", disse Dilma Rousseff.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;José Serra afirmou que é necessário equacionar três questões para o desenvolvimento da renda do agricultor: o câmbio, a falta de um seguro rural, o sistema de crédito. "O agronegócio é a galinha dos ovos de ouro do desenvolvimento", completou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Marina Silva, é preciso criar novas bases e estratégias para o desenvolvimento do agronegócio e resolver problemas ligados à infraestrutura, ao crédito e financiamento. "Eu sou a solução para o setor no século 21", afirmou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Infraestrutura e logística&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dilma concordou que a infraestrutura é um dos principais gargalos do agronegócio brasileiro e por isso foi estabelecido o PAC I e PAC II. Segundo a candidata, entre 2007 e abril de 210 foram investidos R$ 460 bilhões em ferrovias, aeroportos, portos, hidrovias, rodovias, estaleiros e embarcações.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Serra enfatizou as más condições das estradas federais brasileiras e o alto custo logístico para escoar os produtos agrícolas, além de ressaltar que um caminho importante seria a competente parceria entre público e privado para melhorar as condições de infraestrutura no País.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na visão de Marina, é necessária a elaboração de um plano para infraestrutura com diretrizes que orientem todas as ações relacionadas ao setor. "O PAC, apesar de sua importância, é um junção de obras, é um gerenciamento de obras", disse. "Não podemos perder essa guerra para nós mesmos", completou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Comércio Exterior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dilma afirmou que o Brasil possui um grande potencial de produção, boas tecnologias disponíveis e diversificação de produtos para exportação. "Estamos finalizando a criação de uma agência especializada em Comércio Exterior", explicou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Serra, antes de pensar em exportações é preciso resolver o gargalo da infraestrutura porque o produtor é prejudicado por conta desse problema. "O preço dos produtos do setor vem crescendo 5% abaixo a inflação e apresentando um superávit de US$ 40-50 bilhões. Se não fosse o agronegócio, o Brasil estaria quebrado", afirmou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo Marina, é necessário desconstruir o argumento daqueles que querem incluir barreiras para impedir a entrada dos produtos brasileiros nos países. "Precisamos criar uma nova narrativa, passando no teste de economia sustentável e com isso ganharemos respeito internacional", disse.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa, desenvolvimento e inovação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dilma destacou a importância da Embrapa para o posicionamento do País como importante player no desenvolvimento tecnológico na área agrícola. "Pretendemos manter o apoio a Embrapa e, também, aos centros de pesquisa estaduais, universidades e iniciativa privada", disse.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com Serra, as parcerias com as empresas privadas deveriam ser multiplicadas no Brasil para a produção de uma agricultura verde que não afete o meio-ambiente. "Precisamos turbinar a pesquisa, desenvolvimento e inovação para que tenhamos mais exemplos positivos na área", disse.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Marina afirmou que o País precisa ter produtos de alto valor agregado e por isso é necessário ter investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação. Um exemplo citado pela candidata é o caso da soja plantada no cerrado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Defesa agropecuária&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dilma disse que irá trabalhar para a modernização de redes públicas de laboratórios. "Precisamos gerar tecnologias e novas metodologias de controle de medidas sanitárias e fitossanitárias", afirmou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Serra defendeu a criação de defensivos genéricos e de produtos transgênicos "verde e amarelo", ou seja, adaptados para a realidade e agricultura brasileira. "Precisamos proteger nosso agronegócio cuidando de nossas fronteiras e, até, ajudando a fazer o combate contra doenças nesses países para minimizar o risco de transmissão", completou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse tema, segundo Marina, depende dos esforços governamentais e do setor. "O aporte e apoio são de responsabilidade do governo federal, estadual e municipal, já o desenvolvimento de produtos de qualidade depende do setor", afirmou. "Defesa Agropecuária está ligada a dois importantes assuntos: saúde e abertura de novos mercados", acrescentou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Institucionalidade do poder público&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com Dilma, integrar os ministérios não é a solução porque o agronegócio possui ações específicas e transversais. "O desafio é integrar as diferentes atividades cotidianas mesmo que não estejam em uma mesma pasta", afirmou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Serra, existem duas questões fundamentais que o governo precisa reconhecer para trabalhá-las em conjunto. São elas: as diferentes formas de exploração agrícola e as distintas maneiras de produzir agricultura. "Se bem entendidas e trabalhadas, haverá aumento de eficiência e renda para o produtor", disse.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Marina afirmou que o foco não impede um trabalho integrado. "Precisamos criar mecanismos de integração, mantendo a especificidade de cada setor", explica&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-5760581997295391906?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/5760581997295391906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=5760581997295391906' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/5760581997295391906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/5760581997295391906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/08/propostas-dos-3-principais-candidatos.html' title='Propostas dos 3 principais candidatos a presidente para o agronegócio'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-1034562933722410416</id><published>2010-08-21T13:37:00.003-03:00</published><updated>2010-08-21T13:42:21.687-03:00</updated><title type='text'>As maiores empresas agrícolas da América do Sul</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Blog &lt;a href="http://www.dtnprogressivefarmer.com/dtnag/common/link.do?symbolicName=/ag/blogs/template1&amp;amp;blogHandle=southamerica&amp;amp;blogEntryId=8a82c0bc29aa007f012a67f733720"&gt;South America Calling&lt;/a&gt; de Kieran Gartlan hospedado no DTN Progressive Farmer encontrei uma notícia interessante que resolvi traduzir para o português. Ela trata sobre as 10 maiores empresas agrícolas da América do Sul e uma breve introdução sobre a área cultivada e seus negócios:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Quem é quem nos gigantes corporativos agrícolas da América do Sul&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o aumento das empresas agrícolas na Argentina e no Brasil nos últimos 2-3 anos, pensei que seria útil para compilar uma lista dos maiores grupos com uma breve descrição de cada um.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;1) El Tejar&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A maior empresa agrícola do mundo, com cerca de 2,75 milhões de hectares de soja, milho e algodão, principalmente na Argentina, Brasil e Uruguai. A empresa possui apenas 20 por cento de suas terras agrícolas, alugando o resto, e terceiriza todas as máquinas e mão de obra agrícola. Apoiada pelo fundo de hedge sediado em Londres, Altima Partners, com uma participação de 40 por cento, e a empresa de private equity, Capital Group, com 13 por cento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;2) Los Grobo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Usa um modelo semelhante ao El Tejar, mas numa escala um pouco menor. Fazendas em torno de 750 mil acres principalmente no Brasil e Argentina. No Brasil, formou uma parceria com o banco local Pactual para financiar sua expansão. Los Grobo adquiriu participação controladora da empresa brasileira de grãos Ceagro no início deste ano e também comprou as sementes da empresa Selecta, no final de 2008.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;3) Cresud&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cresud é a única empresa agrícola listada na Bolsa de Buenos Aires e também é listada na Nasdaq. Cresud controla cerca de 1,6 milhões de acres de terra, a maioria de posse própria. No entanto, apenas 150 mil hectares estão com lavouras, 575 mil hectares são pastagens e o restante não é utilizado. O objetivo da empresa é adquirir e desenvolver a terra para venda futura. Cresud tem uma participação de 35 por cento na BrasilAgro, empresa de investimento agrícola listada no mercado acionário brasileiro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;4) MSU&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Empresa agrícola familiar argentina que também possui operações no Uruguai, Paraguai e Brasil. Cultivou 250.000 acres em 2007, mas tem perto do dobro agora seguindo uma rápida expansão, especialmente no Brasil. Tem um modelo similar à El Tejar e Los Grobo no qual a maioria de suas terras é arrendada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;5) Adecoagro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Adecoagro, que tem o investidor bilionário George Soros, entre os seus principais acionistas, foi criada em 2002 na Argentina e começou a operar no Brasil em 2004. A empresa detém a maioria das terras que cultiva, totalizando cerca de 670 mil acres na Argentina, Brasil e Uruguai. Ela produz grãos, arroz, oleaginosas, laticínios, açúcar, etanol, café, algodão e carne bovina.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;6) Calyx Agro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Calyx Agro, formada em 2008, está focada no desenvolvimento, aquisição, arrendamento e exploração de terras agrícolas localizadas na América do Sul com ênfase no Brasil. Calyx Agro foi formado por LD Commodities, e um grupo de investidores liderado pela AIGInvestimentos, bem como uma série de outro fundos de de investimentos de private equity e familiares. A empresa adquiriu mais de 100 mil acres no Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;7) Agrifirma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agrifirma é uma moderna empresa de operação e desenvolvimento de terras agrícolas co-fundada por Ian Watson e Jim Slater, em 2008, na sequência de seu sucesso na Galahad Gold. Nos investidores estão incluídos Lord Rothchild e o guru de commodities Jim Rogers. A empresa adquiriu cerca de 175.000 acres, todos no oeste da Bahia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;8) SLC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fundada em 1977 no sul do Brasil. A primeira empresa agrícola no Brasil listada na bolsa local (2007). Possui e cultiva fazendas ao redor 575.000 acres, todos no Brasil. Cultiva principalmente soja, algodão e milho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;9) Tiba Agro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Criado por Vision Brasil Investments e dois ex-executivos do Bank of America. O principal objetivo da empresa é adquirir terras e revender com lucro. Ele já adquiriu cerca de 800.000 acres, em sua maior parte no Cerrado (região de fronteira).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10) Radar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O braço imobiliário da gigante da cana-de-açúcar Cosan, juntamente com os fundos de pensão americanos (TIAA-CREF). Radar adquiriu cerca de 200.000 acres, em regiões de fronteira do Brasil durante os últimos três anos.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-1034562933722410416?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/1034562933722410416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=1034562933722410416' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/1034562933722410416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/1034562933722410416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/08/as-maiores-empresas-agricolas-da.html' title='As maiores empresas agrícolas da América do Sul'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-3508787159575542900</id><published>2010-08-15T20:20:00.003-03:00</published><updated>2010-08-15T20:26:42.562-03:00</updated><title type='text'>Agronegócio e recuperação judicial</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Valor Econômico da semana passada foi publicado um artigo assinado por Celso Umberto Luchesi, mestre em direito das relações sociais PUC-SP e coautor da obra "Proteção de Cultivares - Aspectos Jurídicos" e Eliana Cavalcante de Moura, especialista em direito processual civil pela PUC-Cogeae e em direito empresarial pela Universidade Presbiteriana Mackenzie sobre a recuperação judicial do agronegócio e suas características.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como o tema judicial é pouco recorrente neste blog, resolvi publicar este artigo que encontrei no &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=73062"&gt;Notícias Agrícolas&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;A recuperação judicial no agronegócio&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A produção de commodities, assim como os demais setores do agronegócio, tem se tornado extremamente complexa, pois envolve inúmeras atividades nos mais diversos segmentos que o compõem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além de ser uma atividade com demandas e necessidades bastante específicas, tornou-se inafastável a necessidade de financiamento para fomentá-la. Isto exige do produtor rural o conhecimento das ferramentas financeiras disponíveis e, muitas vezes, a oneração de seu patrimônio, além do comprometimento de parte da produção como forma de viabilizar o acesso aos recursos financeiros de que necessita. Por outro lado, fornecedores de insumos, diante da ausência de financiamento público e mesmo de instituições financeiras privadas, passaram a assumir o risco do crédito, intermediar ou garantir a seus clientes - produtores rurais - o acesso ao financiamento da safra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Falhas no planejamento financeiro e estratégico de negócios, somadas às dificuldades enfrentadas nas safras de 2004/2005 e 2005/2006 (principalmente câmbio e preços defasados) contribuíram para que surgisse uma grave crise no setor. Com isso, vieram também os problemas de crédito, de liquidez e de cumprimento das obrigações até então assumidas pelos produtores rurais com as empresas de insumos e instituições financeiras públicas e privadas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi mais ou menos diante desse cenário - em se tratando do setor de agronegócios -, que em 9 de fevereiro de 2005 foi sancionada a Lei nº 11.101, denominada como Lei de Falências e de Recuperação de Empresas, que surgia para substituir o tão obsoleto Decreto-Lei nº 7.661, de 1945, que há muito tempo já não se mostrava como um caminho alternativo para empresas em dificuldades financeiras.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Especificamente na área de agronegócios, muito se tem discutido a respeito das recuperações judiciais requeridas pelos produtores rurais pessoas físicas, que costumeiramente desenvolvem suas atividades sem a constituição de uma pessoa jurídica. O tema tem sido bastante recorrente nos tribunais, sobretudo nas regiões em que tal atividade está mais presente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Lei da Recuperação Judicial é destinada às sociedades empresárias e também aos empresários. Seria, então, o produtor rural pessoa física empresário e, portanto, titular do direito de requerer os benefícios da recuperação judicial?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Empresário, para o Código Civil, é a pessoa que exerce profissionalmente a atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços, ou seja, aquele que explora atividade econômica por meio da organização dos quatro fatores de produção - capital, mão-de-obra, insumos e tecnologia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na prática, no entanto, em especial no setor de agronegócios e nos longínquos lugares em que tal atividade se desenvolve, nem sempre é fácil distinguir quem é empresário de quem não é.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não basta saber se determinado produtor rural de fato organiza os quatro fatores de produção já citados, para se concluir que ele é empresário e, portanto, passível de requerer a recuperação judicial.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isto porque, há disposição específica na legislação brasileira (artigo 971 do Código Civil), que prevê a equiparação do produtor rural ao empresário (com todos os direitos e deveres), se, e somente se, aquele tiver requerido seu registro junto ao Registro Público de Empresas Mercantis de sua localidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, se o produtor rural exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços, com a organização dos fatores de produção e se inscreve no Registro Público de Empresas Mercantis, será considerado empresário nos termos da lei, e como tal, poderá requerer a recuperação judicial.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, o entendimento mais acertado e consonante com o próprio espírito e disposição da lei é o de que somente o produtor rural pessoa física, que exerça sua atividade econômica de forma profissional e com a organização dos fatores de produção para produção ou a circulação de bens ou de serviços e com registro no Registro Público de Empresas Mercantis, é quem pode requerer o benefício da recuperação judicial. Portanto, os produtores rurais que exercem a atividade, ainda que empresários, sem o respectivo registro, estão impedidos de requerer tal benefício.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Embora muitos produtores rurais (pessoas físicas não inscritas nas Juntas Comerciais de seus Estados) estejam pleiteando o benefício da recuperação judicial, o Poder Judiciário tem, na medida do possível, impedido a concessão do benefício aos que a ele não fazem jus.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A exigência da prévia inscrição dos produtores rurais nas Juntas Comerciais de seus Estados para que possam ser beneficiados pela recuperação judicial, não pode ser considerada (como muitos entendem) mera formalidade, já que é exigência legal, e como tal não pode ser abrandada. É a referida inscrição que equipara o produtor rural ao empresário e que confere ao primeiro todos os direitos e deveres inerentes ao segundo, incluindo-se, aí, o benefício da recuperação judicial, como todos os ônus e bônus a ela inerentes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pensar de modo contrário pode abrir perigoso caminho de enfraquecimento do princípio da segurança jurídica, na contramão do espírito da lei.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-3508787159575542900?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/3508787159575542900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=3508787159575542900' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/3508787159575542900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/3508787159575542900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/08/agronegocio-e-recuperacao-judicial.html' title='Agronegócio e recuperação judicial'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-2409962886894682523</id><published>2010-08-15T20:14:00.001-03:00</published><updated>2010-08-15T20:19:12.532-03:00</updated><title type='text'>Agronegócio quer reforçar imagem</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante o 9º Congresso Brasileiro do Agronegócio realizado semana passada foi apresentado pela ABAG um projeto para reforçar e melhorar a imagem do agronegócio brasileiro dentro de nosso país. Esta iniciativa é muito boa, pois imagem é algo muito importante. Abaixo segue notícia do &lt;a href="http://www.portaldoagronegocio.com.br/conteudo.php?id=42338"&gt;Portal do Agronegócio&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Agronegócio prepara projeto para mostrar sua importância à opinião pública&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Não existe uma imagem ou palavra que resuma o setor&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diversas entidades representativas do agronegócio e importantes empresas do segmento reuniram-se para preparar um projeto de comunicação a longo prazo para mostrar à opinião pública a verdadeira capacidade e potencial da agricultura brasileira. O lançamento foi anunciado durante o painel da manhã do 9º Congresso Brasileiro do Agronegócio (CBA), promovido pela Abag – Associação Brasileira do Agronegócio, na última segunda-feira, dia 9 de agosto, em São Paulo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Estamos expostos a múltiplas interpretações, muitas delas sendo críticas negativas radicais e até mal-intencionadas, criando situações que maculam gratuita e injustamente a nossa imagem por isso precisávamos nos defender e apresentar a agenda positiva de nosso setor”, afirmou Carlo Lovatelli, presidente da ABAG. “Nosso objetivo é que o Congresso seja o corte seccional entre a velha e a nova era de comunicação do agronegócio”, ressalta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas, acrescentou que o projeto tem o intuito de divulgar o agronegócio brasileiro por isso será institucional, ou seja, impessoal, sem assinatura e sem privilegiar nenhuma personalidade ou entidade. “Com isso resolveremos o principal problema de nosso setor que é o branding”, explica. O termo é utilizado para definir o conjunto de práticas e técnicas que visam a construção e o fortalecimento de uma marca.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O problema foi identificado por Roberto Duailibi, sócio-diretor da DPZ Propaganda. “O agronegócio significa muita coisa: é leite, é commodities, é carne, é maquinário, é manifestações, é leilões, entre outros. Não existe uma imagem ou palavra que resuma o setor. É preciso criar uma marca que defina todas as cadeias produtivas do agronegócio brasileiro”, ressaltou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O executivo contou sobre o caso do café da Colômbia, que criou o personagem Juan Valdez como marca, e hoje é conhecido mundialmente como um produto de qualidade com share superior ao do Brasil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo Duailibi, quando esta identificação positiva se torna forte o bastante, a marca passa a valer mais do que o próprio produto oferecido. “O agronegócio brasileiro precisa apresentar seu core business para o mundo que é abastecer todos os lares”, explicou. Dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico reforçam essa afirmação já que em 10 anos a demanda mundial por alimentos crescerá 20% e o Brasil será responsável pelo abastecimento de 40% deste percentual.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Geraldo Alonso Filho, presidente da FGF Agricultura &amp;amp; Negócios, essa iniciativa é importante porque, caso contrário, os desafios que aparecerão não serão superados. “O agronegócio chegou a representar 25% do PIB, no entanto os investimentos em comunicação não passaram de 1% desse valor. A Comunicação é um ativo, um insumo necessário e funciona”, resumiu.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com José Luiz Tejon Megido, presidente da TCAI Consultores, é a primeira vez que a comunicação é colocada como tema em um evento do porte do 9º CBA. “O Brasil desconhece a nova classe média produtora que é distinta dependendo de sua localidade e mais diferente ainda se comparada ao imaginário da maior parte da população. Precisamos reunir essa classe com a nova classe média brasileira para mostrar que não há distinção entre elas”, explicou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hiran Castelo Branco, presidente do Conselho Nacional de Propaganda, sugere que antes de definir alguns pontos no projeto é preciso realizar uma pesquisa com a população urbana brasileira para saber como ela percebe o agronegócio e o campo. “Assim será possível identificar os gargalos que precisam ser superados para que a população tenha a percepção correta sobre o setor”, completa. O presidente ainda propôs ao diretor de pós-graduação da ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing, Licínio Motta, que a faculdade ajudasse na análise dessa pesquisa. Proposta aceita por Motta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Solenidade de abertura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A solenidade de abertura do 9º CBA contou com a participação de Carlo Lovatelli, presidente da Abag, Luiz Carlos Guedes Pinto, vice-presidente de agronegócio do Banco do Brasil, do deputado federal Abelardo Lupion, presidente da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados, José Geraldo Fontelles, secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, João de Almeida Sampaio Filho, secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Gilman Viana, Secretário da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado de Minas Gerais, Pedro Antonio Arraes Pereira, presidente da Embrapa e Marcio Lopes de Freitas, presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-2409962886894682523?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/2409962886894682523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=2409962886894682523' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/2409962886894682523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/2409962886894682523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/08/agronegocio-quer-reforcar-imagem.html' title='Agronegócio quer reforçar imagem'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-7502565166946987433</id><published>2010-08-05T20:14:00.004-03:00</published><updated>2010-08-05T20:17:09.640-03:00</updated><title type='text'>Gado clonado tem carne disponibilizado na Inglaterra</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Matéria da AFP publicada no &lt;a href="http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201008040354_AFP_79192587&amp;amp;idtel="&gt;Terra&lt;/a&gt; mostra que carne proveniente de gado clonado entrou no mercado na Grã-Bretanha, algo que é proibido.. Imagine se acontece isso com carne brasileira exportada!!!!!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Carne de gado clonado entrou na cadeia alimentar do Reino Unido&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A agência de segurança para os alimentos na Grã-Bretanha (FSA) confirmou nesta terça-feira, após uma investigação, que gado produzido por uma vaca clonada entrou na cadeia alimentar do país no ano passado. Os responsáveis da FSA chegaram à conclusão após uma investigação baseada nas declarações do proprietário de uma fazenda que revelou vender leite de uma vaca produzida por um animal clonado, o que é proibido na União Europeia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A investigação deflagrada com tal revelação concluiu que dois bois produzidos na Grã-Bretanha, feitos a partir de embriões de uma vaca clonada nos Estados Unidos, foram para o corte e a carne de um dos animais "foi consumida" pela população.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"O primeiro boi, Dundee Paratrooper, produzido em dezembro de 2006 e abatido em julho de 2009, teve sua carne consumida entre a população, declarou uma porta-voz da FSA. "O segundo, Dundee Perfect, produzido em março de 2007 e abatido em 27 de julho de 2010, não teve sua carne incluída na cadeia alimentar".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pela legislação europeia, produtos alimentares procedentes de animais clonados devem ser submetidos a severos controles e obter uma autorização especial para entrar no mercado.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-7502565166946987433?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/7502565166946987433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=7502565166946987433' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/7502565166946987433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/7502565166946987433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/08/gado-clonado-tem-carne-disponibilizado.html' title='Gado clonado tem carne disponibilizado na Inglaterra'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-937955261109752742</id><published>2010-07-25T09:30:00.001-03:00</published><updated>2010-07-25T09:34:16.603-03:00</updated><title type='text'>Governo do DF vai comprar alimentos para merenda localmente</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sem entrar na questão entre agricultura familiar x agronegócio, achei interessante esta ação do governo do DF pois além de incentivar a agricultura local e eventualmente por causa disso remunerar melhor o agricultor, acaba comprando alimentos mais saudáveis para as crianças. A notícia abaixo é do Alô Brasília que encontrei no &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=72038"&gt;Notícias Agrícolas&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;DF comprará R$ 12 mi de produtos da agricultura familiar para merenda escolar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O governo do Distrito Federal pretende investir quase R$ 12 milhões até o final do ano na compra de alimentos da agricultura familiar para a merenda nas escolas da rede pública. "Em agosto ou setembro, no máximo, faremos uma chamada pública de R$ 10 milhões para isso", afirmou o secretário de Educação, Marcelo Aguiar. Na segunda-feira passada (12), foi assinado um acordo com três associações de produtores familiares do DF.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo Aguiar, o único fator que pode atrapalhar na execução da meta é a falta de organização dos produtores rurais. "Se eles conseguirem se organizar para participar da chamada pública, vamos cumprir. Só não vamos assinar os contratos se eles não estiverem preparados para fornecer os alimentos."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A partir da próxima segunda-feira (26), os alimentos da agricultura familiar farão parte da merenda das escolas de oito cidades do DF: Sobradinho, Paranoá, Planaltina, Taguatinga, Ceilândia, São Sebastião, Brazlândia e Plano Piloto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com Renato Dias, gerente de Desenvolvimento Econômico da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), cerca de 225 agricultores familiares das regiões administrativas de Brazlândia, São Sebastião e Sobradinho participam da primeira chamada pública. Até dezembro, eles devem fornecer hortaliças, iogurtes e bebidas lácteas às escolas públicas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O gerente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), Renato Dias, destaca que o limite de produtos a ser oferecido é baseado nos preços. Cada produtor pode fornecer até R$ 9 mil em mercadorias por ano. Os agricultores também têm de apresentar à cooperativa um planejamento, no qual deve constar um calendário com a data das entregas. "Auxiliamos o agricultor nesse plano. Cada um tem que planejar quanto vai produzir para garantir os produtos até o final do ano."&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-937955261109752742?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/937955261109752742/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=937955261109752742' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/937955261109752742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/937955261109752742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/07/governo-do-df-vai-comprar-alimentos.html' title='Governo do DF vai comprar alimentos para merenda localmente'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-1383505558561537527</id><published>2010-07-21T21:13:00.002-03:00</published><updated>2010-07-21T21:17:44.682-03:00</updated><title type='text'>Usina de açúcar e álcool virtual</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A UNICA (União da Indústria de Cana-de-Açúcar) elaborou um projeto muito interessante, que ilustra de forma didática virtualmente o funcionamento de uma usina de açúcar e álcool, conforme descrito em nota disponível em seu &lt;a href="http://www.unica.com.br/usina-virtual/"&gt;site&lt;/a&gt; e  reproduzida abaixo. O acesso ao site da Usina Virtual pode também ser obtido clicando-se &lt;a href="http://www.unica.com.br/usina-virtual/video-new/usina-virtual.htm"&gt;aqui&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Usina Virtual: Conheça o processo produtivo da cana-de-açúcar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Frequentemente a UNICA recebe pedidos de visita às usinas de processamento de cana-de-açúcar associadas à entidade. São delegações de lideranças políticas, técnicos, pesquisadores, investidores, acadêmicos, jornalistas e estudantes de todos os continentes, que querem conhecer em detalhes o funcionamento de uma usina.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;É notável o impacto que a visita exerce sobre todos os que podem participar. Como nem sempre a visita física é possível, a UNICA desenvolveu a Usina Virtual, projeto multimídia que permite expandir para um público muito mais amplo a experiência marcante que é ver de perto o funcionamento de uma usina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Usina Virtual mostra em detalhes todas as fases da produção de açúcar, etanol e bioeletricidade: do desenvolvimento de novas variedades ao plantio e a colheita da cana, passando pela moagem, fermentação, destilação, cogeração, reuso e reciclagem de resíduos e insumos, embarque dos produtos finais e o dia-a-dia dos trabalhadores do setor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Usina Virtual foi idealizada pela UNICA, com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), e produzida pelo Grupo TV1 de São Paulo&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-1383505558561537527?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/1383505558561537527/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=1383505558561537527' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/1383505558561537527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/1383505558561537527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/07/usina-de-acucar-e-alcool-virtual.html' title='Usina de açúcar e álcool virtual'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-7927041127781423099</id><published>2010-07-21T21:06:00.002-03:00</published><updated>2010-07-21T21:10:22.778-03:00</updated><title type='text'>Diesel de cana já em testes em SP</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parece que logo saberemos se o diesel de cana irá vingar no Brasil. Notícia do &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/meio-ambiente-e-energia/noticias/biocombustivel-inedito-cana-de-acucar-chega-ruas-sp-580157.html"&gt;Portal Exame&lt;/a&gt; de autoria de Vanessa Barbosa fala sobre os inícios dos testes de 3 ônibus com adição de 10% do diesel de cana na cidade de São Paulo:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Biocombustível inédito de cana-de-açúcar chega às ruas de SP&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Ônibus abastecidos com uma solução de 10% do novo derivado começam a rodar, a partir desta terça (20), em toda a cidade&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São Paulo - Nos próximos meses, as ruas de São Paulo servirão de pista de teste para uma minifrota de ônibus especiais. Eles vão rodar com um combustível inédito no País e menos poluente do que os de origem fóssil comuns: o diesel de cana-de-açúcar&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desenvolvido pela subsidiária brasileira da empresa americana Amyris, o novo derivado é praticamente livre de enxofre e chega aos tanques dos veículos numa proporção inicial de 10% misturada ao diesel derivado do petróleo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O primeiro ônibus a utilizar a solução foi abastecido nesta terça (20) durante cerimônia no terminal da empresa de transporte Viação Santa Brígida. Ao todo, três veículos movidos a mistura deverão percorrer regiões nevrálgicas da cidade, com altos índices de congestionamento e poluição.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois, eles terão suas performances comparadas a outros três veículos que realizam o mesmo percurso, abastecidos, entretanto, com o diesel comum. Ambas as frotas possuem motores iguais (veja foto do novo diesel na página seguinte).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se bem sucedido no testdrive, que vai até dezembro, sob monitoramento da SPTrans (Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo), o novo biocombustível poderá ser usado por outros tipos de veículos, como caminhões e utilitários.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estima-se que a redução de gases de efeito estufa pelo diesel de cana seja superior a 90% quando comparado ao derivado fóssil - média bem acima da alcançada por outros biocombustíveis em uso no mundo. O etanol da cana comercializado no Brasil, por exemplo, reduz em cerca de 80% as emissões; e o etanol de milho, utilizado nos EUA, apresenta redução de apenas 30%.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os testes iniciais com o novo diesel foram feitos pela Mercedes-Benz, na empresa da fábrica em São Bernardo do Campo (SP). "Comparado ao diesel fóssil, mesmo em uma proporção tão pequena de 10%, o diesel produzido a partir da cana emite 9% menos material particulado na atmosfera, que é altamente prejudicial à saúde ", afirma o vice-presidente de ônibus para a América Latina da Mercedes-Benz, Ricardo Silva.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-7927041127781423099?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/7927041127781423099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=7927041127781423099' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/7927041127781423099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/7927041127781423099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/07/diesel-de-cana-ja-em-testes-em-sp.html' title='Diesel de cana já em testes em SP'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-678056803259210585</id><published>2010-07-21T20:45:00.005-03:00</published><updated>2010-07-21T21:10:55.848-03:00</updated><title type='text'>Café de fezes da Indonésia pode acabar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em notícia do G1 publicado no &lt;a href="http://www.portaldoagronegocio.com.br/conteudo.php?id=41558"&gt;Portal do Agronegócio&lt;/a&gt; tomei conhecimento do fato de que o governo da Indonésia, por motivos religiosos, está querendo banir a bebida provavelmente mais nojenta do mundo: o café obtido das fezes de um animal chamado Luwak. Nunca provei o Kopi Luwak, mas não imagino-o como uma coisa saborosa. Por curiosidade procurei pelo produto na net e descobri um site &lt;a href="http://www.civetcoffee.net/"&gt;http://www.civetcoffee.net/&lt;/a&gt; que vende 1 libra (454 gramas) de café arábica pela bagatela de US$ 159,95 com frete grátis... Após a notícia seguem fotos do animal e do café:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Grupo islâmico quer banir café de fezes na Indonésia&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;São produzidos apenas 450 quilos do Kopi Luwak por ano. Órgão defende sua proibição por considerar o produto impróprio&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O principal órgão islâmico da Indonésia quer banir o café feito a partir dos grãos recolhidos das fezes de um animal do país, o luwak, que é considerado o café mais caro do mundo. O grupo defende sua proibição por considerar o produto impróprio para o consumo, por conta das regras de dieta islâmica.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São produzidos apenas 450 quilos do Kopi Luwak por ano. Por isso, o quilo custa mais de US$ 440.  Além de raro, o café fabricado à base de grãos recolhidos das fezes do Luwak apresenta um sabor diferenciado, já que os grãos passam por um processo natural de fermentação no aparelho digestivo do animal.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não existem registros precisos sobre a história do Kopi Luwak, mas acredita-se que a origem data de cerca de 200 anos atrás, quando os colonizadores holandeses iniciaram plantações de café nas ilhas de Java, Sumatra e Sulawesi, onde hoje é a Indonésia.&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TEeJSopg4MI/AAAAAAAABE8/bHddpaJDg9c/s1600/musang1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TEeJSopg4MI/AAAAAAAABE8/bHddpaJDg9c/s400/musang1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496512823471169730" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TEeJSQGsMQI/AAAAAAAABE0/LLcI7dcIBeQ/s1600/musang2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TEeJSQGsMQI/AAAAAAAABE0/LLcI7dcIBeQ/s400/musang2.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496512816882659586" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TEeJR28i-EI/AAAAAAAABEs/r7dakrtTGSw/s1600/musang3.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TEeJR28i-EI/AAAAAAAABEs/r7dakrtTGSw/s400/musang3.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496512810129225794" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TEeJRRLtpVI/AAAAAAAABEk/e2LQUrsndwU/s1600/sedang_dijemur.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TEeJRRLtpVI/AAAAAAAABEk/e2LQUrsndwU/s400/sedang_dijemur.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496512799992292690" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TEeJRPXhVlI/AAAAAAAABEc/x1ClUDPT9Hg/s1600/unroasted_kopi_luwak_beans.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TEeJRPXhVlI/AAAAAAAABEc/x1ClUDPT9Hg/s400/unroasted_kopi_luwak_beans.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496512799504946770" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TEeJw47f42I/AAAAAAAABFM/-Qo2TFQ0DNc/s1600/packaging_1_pound.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 292px; height: 390px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TEeJw47f42I/AAAAAAAABFM/-Qo2TFQ0DNc/s400/packaging_1_pound.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496513343237645154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TEeJwatg-hI/AAAAAAAABFE/luArWVRTCTc/s1600/box2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 278px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TEeJwatg-hI/AAAAAAAABFE/luArWVRTCTc/s400/box2.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496513335125932562" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-678056803259210585?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/678056803259210585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=678056803259210585' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/678056803259210585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/678056803259210585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/07/cafe-de-fezes-da-indonesia-pode-acabar.html' title='Café de fezes da Indonésia pode acabar'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TEeJSopg4MI/AAAAAAAABE8/bHddpaJDg9c/s72-c/musang1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-3008269645096282234</id><published>2010-07-14T21:40:00.002-03:00</published><updated>2010-07-14T21:44:38.402-03:00</updated><title type='text'>Meio rural e a internet - web é mídia preferida</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na notícia abaixo da Meio &amp;amp; Mensagem, publicada no &lt;a href="http://www.brasilagro.com.br/v3/index.php?/noticias/detalhes/8/29042"&gt;BrasilAgro&lt;/a&gt;, é comentado o sucesso da internet no meio rural e agronegócio, principalmente com relação à comunicação de mensagens publicitárias:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Internet se destaca no agronegócio. A web está entre as mídias preferidas dos consumidores que vivem no meio rural&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O crescimento do interesse de consumidores com rendas relacionadas ao agronegócio pela internet pode ser constatado pela mais recente pesquisa encomendada pela Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio à Ipsos Marplan. Dos entrevistados, 20% consideram que esse é o meio mais indicado para a veiculação de mensagens publicitárias relacionadas a produtos e serviços do agronegócio. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Em alguns segmentos como o de produtores de soja esse percentual sobe para quase 40%", destaca o diretor de mercado do Canal Rural, Nilson Moysés. O Canal Rural é um dos apoiadores da pesquisa. Para o executivo, esse dado indica como o comportamento de mídia do campo está sintonizado com o do meio urbano. Nesse cenário, a TV é citada por 64% dos participantes da pesquisa como o meio ideal para as campanhas, seguida do Rádio com 43%, Jornal com 18% e Revistas Especializadas, com 10%. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De posse desses dados, o Canal Rural, do Grupo RBS, começou a fazer uma série de 50 roads shows para mostrar a anunciantes e agências de publicidade os hábitos de mídia dessa audiência, além de reafirmar a relevância desse mercado para a economia nacional. O agronegócio brasileiro responde por 23% do Produto Interno Bruto (PIB) e movimenta algo em torno de R$ 700 bilhões por ano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Moysés informa que o levantamento foi feito em 230 municípios de 14 Estados, com 2.450 entrevistados que decidem a compra de insumos e máquinas agrícolas. Desse total, 74% são proprietários e 16% administradores. O Canal Rural é citado por 92% da comunidade rural e 89% dos produtores como o veículo que melhor representa o setor. "Quando perguntado quais os canais assistidos nos últimos sete dias, aparecemos na quinta posição, atrás das emissoras abertas Globo, SBT, Record e Bandeirantes e na frente de todos os outros canais por assinatura e segmentados", grifa.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-3008269645096282234?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/3008269645096282234/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=3008269645096282234' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/3008269645096282234'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/3008269645096282234'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/07/meio-rural-e-internet-web-e-midia.html' title='Meio rural e a internet - web é mídia preferida'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-450791599175016805</id><published>2010-07-14T21:31:00.003-03:00</published><updated>2010-07-14T21:38:06.753-03:00</updated><title type='text'>Cama de frango como fonte de biomassa para energia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como entusiasta da utilização de biomassa para a geração de energia, achei muito interessante a reportagem do &lt;a href="http://www.avisite.com.br/noticias/default.asp?codnoticia=11223"&gt;AviSite&lt;/a&gt; que encontra-se abaixo e como comentário adicional, utilizando-se dados do artigo podemos concluir que somente o Paraná poderia gerar combustível para uma termoelétrica de 220 MW. Como comparação: cada uma das 20 turbinas de Itaipu gera 700 MW, ou seja, uma energia nada desprezível:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;EUA: geração de energia é única destinação para cama de frango&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Campinas, 14 de Julho de 2010 - Recente matéria do The Wall Street Journal observa que a avicultura norte-americana enfrenta na atualidade um problema monumental.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Literalmente. Produz, anualmente, cerca de 17 milhões de toneladas de cama, o que representa seriíssimo desafio ambiental. Por isso, os pesquisadores convergem cada vez mais para a mesma solução: independentemente dos custos ou dos resultados, o único caminho é utilizar a cama de frango como gerador de energia elétrica.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até agora, a maior parte do setor utiliza a cama como fertilizante – como, aliás, ocorre também no Brasil, onde o uso como alimentação animal foi proibido. Mas o elevado e sempre crescente volume adicionado ao solo vem sendo apontado como culpado pela contaminação dos lençóis freáticos, o que tem levado os ambientalistas a proporem a proibição do uso da cama como adubo. O que fazer?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Fibrowatt LLC é, entre várias outras, uma das empresas que diz ter a resposta para esse problema. E quer instalar plantas de geração de energia tocadas pela cama nos principais estados norte-americanos produtores de frango, como Georgia, Arkansas e Carolina do Norte.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Fibrowatt é subsidiária de uma empresa britânica que desenvolveu a primeira usina do gênero no Reino Unido no decorrer dos anos 1990. E nos EUA implantou a primeira “planta conversora de cama de aviário em energia” no Minnesota, o estado que detém a maior produção de perus do país.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa planta – na qual foram investidos US$200 milhões – queima, anualmente, 500 mil toneladas de cama de peru. No processo é gerado vapor que movimenta turbinas com capacidade para 55 megawatts, o suficiente para suprir a eletricidade de 40 mil residências, afirma a Fibrowatt.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A reportagem do jornal nova-iorquino é ilustrada com um gráfico (reproduzido abaixo) que mostra, para os 10 principais estados produtores de frango dos EUA, o número de cabeças abatidas e o correspondente volume de cama produzido.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Notar, a propósito, que vários estados brasileiros apresentam produção similar. O Paraná, por exemplo, alojou no ano passado 1,3 bilhão de pintos de corte que, provavelmente, devem ter se transformado em pelo menos 1,250 bilhão de cabeças de frango (96% de viabilidade). Aceitos os mesmos parâmetros do The Wall Street Journal (cerca de 1,8 kg/ano de cama por frango), o volume total de cama foi superior ao apontado para o estado de Arkansas.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TD5XZjYCrOI/AAAAAAAABEU/vo1KSy2XaOs/s1600/20100714_grafico2.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 311px; height: 384px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TD5XZjYCrOI/AAAAAAAABEU/vo1KSy2XaOs/s400/20100714_grafico2.gif" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493924691943009506" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-450791599175016805?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/450791599175016805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=450791599175016805' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/450791599175016805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/450791599175016805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/07/cama-de-frango-como-fonte-de-biomassa.html' title='Cama de frango como fonte de biomassa para energia'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TD5XZjYCrOI/AAAAAAAABEU/vo1KSy2XaOs/s72-c/20100714_grafico2.gif' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-4133291444744991707</id><published>2010-07-10T07:10:00.002-03:00</published><updated>2010-07-10T07:18:17.788-03:00</updated><title type='text'>Cana ocupa pastagens em SP</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A notícia não é nova, pois é de 30 de junho, mas serve para acabar com alguns mitos que existem no senso comum sobre a expansão canavieira e ela foi publicada no &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=70536"&gt;Notícias Agrícolas&lt;/a&gt; com fonte do Valor Econômico:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Canaviais "preferem" antigos pastos, aponta a Conab&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apresentou ontem(29) um amplo mapeamento da atividade sucroalcooleira em todo o país. A despeito de se tratar da safra 2008/09 e de trazer, portanto, dados que tiveram expressivas mudanças no último ano - como a concentração de mercado -, o estudo traça um completo perfil da atividade industrial, que abrange desde a origem da matéria-prima até o mix de produção das usinas, passando por indicadores da atividade agrícola por Estado, incluindo produtividade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre as informações destacadas pela Conab está a que mostra quais as atividades foram substituídas pelo cultivo da cana na temporada 2008/09. O mapeamento mostra que no Centro-Sul a cultura ocupou principalmente áreas de pasto (79%), seguidas por área de soja, milho e laranja. Confirma, ainda, que foi em São Paulo onde se concentrou o crescimento de área cultivada. Dos 414,605 mil hectares de cana expandidos na safra 2008/09 em todo país, 194 mil foram nesse Estado. O segundo maior em crescimento foi Minas Gerais, com 75,5 mil hectares, seguido de Goiás e Mato Grosso do Sul. Nas regiões Norte e Nordeste, a cana avançou em 33,839 mil hectares, sendo 20,709 mil hectares em área de pasto e em 1,977 mil hectares em áreas novas, sendo a maior parte delas (1,447 mil hectares) no Maranhão. No Amazonas não houve nenhum cultivo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O levantamento confirma São Paulo como o Estado de maior área cultivada com cana (4,6 milhões de hectares), seguido por Minas Gerais (715 mil hectares). No Nordeste, Alagoas tem a maior área (483 mil hectares).&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-4133291444744991707?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/4133291444744991707/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=4133291444744991707' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/4133291444744991707'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/4133291444744991707'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/07/cana-ocupa-pastagens-em-sp.html' title='Cana ocupa pastagens em SP'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-729343118610696791</id><published>2010-07-10T06:54:00.002-03:00</published><updated>2010-07-10T07:00:53.391-03:00</updated><title type='text'>Americanos precisam melhor sustentabilidade da agricultura</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parece que os americanos precisam melhorar as suas práticas do ponto de vista da sustentabilidade. Veja esta notícia do Valor Econômico que encontrei no &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=70988"&gt;Notícias Agrícolas&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Nos EUA, uma agricultura pouco sustentável&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cenário: Órgão do governo reconhece importância do aumento na produção, mas diz que país precisa evoluir.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os agricultores americanos estão produzindo mais alimentos do que nunca, mas a pesquisa agrícola está concentrada demais no aumento da produção e precisa se empenhar ao considerar consequências como poluição da água e do ar, segundo relatório publicado por um grupo consultivo federal.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O relatório do Conselho Nacional de Pesquisa das Academias Nacionais concluiu que os agricultores estão sendo exigidos a produzir mais para sustentar a população mundial, porém com pouca ênfase além da quantidade de bushels de grãos ou quilos de vegetais ou carne que possam gerar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Para os agricultores conseguirem satisfazer as demandas futuras, o sistema agrícola dos EUA terá de evoluir para se tornar sustentável e começar a raciocinar em termos amplos - para além do resultado fundamental de precisar produzir o máximo possível", disse Julia Kornegay, que preside o comitê do conselho em Washington que redigiu o relatório e chefe do Departamento de Estudos de Horticultura na Universidade da Carolina do Norte.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O relatório recomenda que a agricultura concentre mais estudos sobre os efeitos das práticas agrícolas para melhorar a sustentabilidade integrando, ao mesmo tempo, a pesquisa de uma vasta gama de disciplinas e gastando mais com esse estudo mais amplo. O relatório é uma continuação do estudo de 1989 do conselho, "Agricultura Alternativa". O conselho assessora o governo federal em Ciências e Engenharia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O documento elogia os agricultores dos EUA por produzirem 158% mais alimentos agora do que há 50 anos, e reconhece o que chama de "surgimento notável" de inovações que apoiam a agricultura sustentável - definida como prática que satisfaz a necessidade de ter lavouras tanto de alimentos como de biocombustíveis, ao mesmo tempo protegendo o ambiente e aprimorando a viabilidade econômica da agricultura familiar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O relatório recomenda pesquisa focada, para aprimorar a sustentabilidade da agricultura - o estudo, por exemplo, de práticas como plantio em áreas reduzidas, culturas de cobertura e diversificação das lavouras em estabelecimentos agrícolas individuais. Todas são práticas que muitos agricultores usam em graus distintos, mas o relatório sugere que é necessário realizar mais pesquisas para estudar a eficácia e as consequências dessas práticas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Departamento da Agricultura dos EUA (USDA) e as universidades estaduais precisam trabalhar juntas nessas pesquisas e aumentar seus estudos sobre a viabilidade e os efeitos dessas práticas, recomendam os autores.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A maioria das pesquisas, sustenta o relatório, está sendo conduzida para lidar com um problema particular - como livrar campos de soja de uma erva daninha específica ou incrementar a produção de tomate e ao mesmo tempo consumir menos água - e dois terços dos gastos em pesquisa agrícola pública estão focados nesses tipos de estudo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os autores pedem uma abordagem mais ampla e integrada a pesquisas que sejam mais abertas e que empreguem várias disciplinas. Em particular, os autores querem que o USDA, a Fundação Nacional da Ciência, universidades públicas e grupos liderados por agricultores articulem uma iniciativa centrada nos efeitos da agricultura sobre a terra e as bacias hidrográficas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os consumidores, diz o relatório, ajudaram a criar alguns desses mercados através do seu relativamente recém-descoberto interesse na forma como os seus alimentos são cultivados ou criados, e da pressão que eles aplicam sobre os varejistas. "Aqueles mercados emergentes podem motivar os agricultores a migrar para sistemas de cultivo que equilibrem e satisfaçam múltiplas metas de sustentabilidade".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O relatório diz ainda que as políticas públicas tiveram apenas um efeito ambíguo sobre a sustentabilidade agrícola. O USDA deveria gastar mais com o seu próprio estudo dos efeitos das políticas públicas, como subsídios e projetos de políticas no planejamento burocrático.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-729343118610696791?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/729343118610696791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=729343118610696791' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/729343118610696791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/729343118610696791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/07/americanos-precisam-melhor.html' title='Americanos precisam melhor sustentabilidade da agricultura'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-1887378771880314220</id><published>2010-07-06T22:44:00.002-03:00</published><updated>2010-07-06T22:50:06.878-03:00</updated><title type='text'>Ainda a invasão estrangeira</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Interessante a matéria abaixo do Canal Rural que, inclusive no &lt;a href="http://www.canalrural.com.br/canalrural/jsp/default.jsp?uf=1&amp;amp;local=1&amp;amp;id=2961047&amp;amp;action=noticias"&gt;link original&lt;/a&gt; está disponível em vídeo, sobre a questão da compra de terras por estrangeiros. Ela contempla algumas visões de pessoas do setor sobre o tema:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Série Especial: Lideranças e autoridades falam sobre compra de terras por estrangeiros&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Em cada canto do país, o impacto dos investimentos internacionais é diferente&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Mariane De Luca&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde a semana passada, o Rural Notícias exibe a série Terra à Vista: Os Novos Donos do Solo Brasileiro. A equipe do Canal Rural percorreu fronteiras agrícolas e locais onde o agronegócio já está consolidado para mostrar os impactos que os investimentos de empresas e cidadãos estrangeiros em terras brasileiras estão causando. Toda essa movimentação, que não pára de crescer, traz também preocupações.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em cada canto do país, o impacto dos investimentos internacionais é diferente. Porém, há algo que não muda de um lugar para o outro. Que consequências a presença cada vez maior de estrangeiros em solo nacional podem causar a longo prazo?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Consequência 1: Desequilíbrio no preço das terras&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando você tem uma procura muito grande, acaba criando uma inflação, no bom sentido, porque se eu sou produtor da terra, a terra está subindo, para mim é interessante que o preço suba, mas como um investidor local e também comprador, você vai até um patamar que você acha viável do ponto de vista de investimento. Se subir demais, não interessa eu investir nessa área, então causou em algum momento um desequilíbrio — diz o produtor rural Walter Horita.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Consequência 2: Dificultar a reforma agrária&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;— Nós estamos falando de milhões de trabalhadores que estão sem terra e não é permissível que os trabalhadores brasileiros permaneçam sem terra e o capital estrangeiros absorva essa terras para condições de especulação de produção de grãos — avalia o secretário de política agrária da Contag, Willian Clementino.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Consequência 3: Perda de soberania nacional&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;— Uma coisa é o cidadão vir e comprar uma usina, comprar a fábrica. Outra coisa é ele comprar a terra da fábrica, a terra da soja. Outra coisa é ele comprar a terra do minério. Daqui a pouco, nós estamos ficando com nosso território diminuto — afirma o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Polêmica&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O discurso do presidente no início de junho deu início a uma onda de reportagens nos mais diversos jornais e revistas do país. Até a ONU entrou na discussão. E aí começa uma polêmica até difícil de quantificar. Quem faz o levantamento oficial do cadastro de imóveis rurais é o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). No último, divulgado em maio, consta que uma área de 4,348 milhões de hectares estão em nome de estrangeiros. Só que este número pode não representar a realidade. É o que alerta o professor do Grupo de Estudos Agrários da USP, Samuel Luiz Araújo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;— O Incra se baseia nas informações que são enviadas pelo cartório de registro, e o cartório se baseia na escritura, quando se trata de imóveis desmembrados, ou se baseia nos registros anteriores. O fato é que os registros anteriores não refletem a realidade do imóvel. Você pode ter um registro de com área de 100 hectares quando na verdade você tem uma área de 80 ou 150 hectares — explica Araújo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O que você pensa disso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, muitas terras compradas por pessoas de fora do país são registradas por empresas ou cidadãos brasileiros. E esse número total até o Incra reconhece que é impossível levantar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;— Não é possível estimar esse número, porque nós teríamos que levantar todos os imóveis adquiridos por empresas no Brasil, depois abrir um processo de fiscalização em todo imóvel desses para verificar se de fato existe ali uma empresa estrangeira ou capital estrangeiro — esclarece o diretor de ordenamento de estrutura fundiária do Incra, Richard Torsiano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além do tamanho e da titularidade das terras, a discussão ainda envolve a regularidade dos títulos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Mato Grosso do Sul, o Ministério Público Federal vem liderando ações nesse sentido. Um caso que ficou famoso no Estado envolvia o reverendo Moon. Líder de uma organização religiosa coreana, ele teria comprado mais de 80 mil hectares de terra no Mato Grosso do Sul. O caso virou até CPI na Assembléia Legislativa do Estado e também deu origem a uma investigação criminal.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;— Houve pelo próprio MPF uma investigação criminal, que não verificou pelas noticias que foram veiculadas, que essas terras, seriam derivadas de entrada irregular de divisas, lavagem de dinheiro. Isso não foi apurado. Agora, se essa aquisição foi irregular, ou seja, se desrespeitou os parâmetros estabelecidos pela legislação, ou seja, se não houve burla na aquisição na ocasião — disse o procurador do Ministério Público Federal de Dourados (MS), Marco Antônio de Almeida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A preocupação é maior ainda quando se trata da Amazônia. O pesquisador Maurício Torres, que foca os estudos na região, diz que, além de aquisições para mineração e extração de madeira, existe uma nova busca dos estrangeiros na região Amazônica. Há compra de áreas de floresta para preservação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;— Uma coisa que eu acho absolutamente infantil e inocente, que é a compra de terras de estrangeiros com interesse ambiental. Na Europa, é muito comum você ter essas propagandas, compre não sei quantos hectares, proteja não sei quantos hectares. São vendidas essas porções da Amazônia para estrangeiros muitas vezes de boa fé. São campanhas de massa. Na internet, você compra terras da Amazônia, com a ideia de que comprando essas terras na Amazônia, fosse garantir a floresta. Nada é mais inocente do que isso, nada é mais pífeo do que isso — avalia Torres.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, afinal, o que diz a lei? Os estrangeiros podem ou não comprar terras no Brasil? É o que você vai ver nesta terça, dia 6, na sétima reportagem da série Terra à Vista: Os Novos Donos do Solo Brasileiro. O Rural Notícias começa às 19h. Não perca!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-1887378771880314220?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/1887378771880314220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=1887378771880314220' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/1887378771880314220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/1887378771880314220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/07/ainda-invasao-estrangeira.html' title='Ainda a invasão estrangeira'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-2028008167388740456</id><published>2010-06-27T08:28:00.002-03:00</published><updated>2010-06-27T09:13:37.663-03:00</updated><title type='text'>Invasão de estrangeiros em terras brasileiras - Sinal de alerta ligado</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No mundo inteiro tem se comentado a "invasão" de países estrangeiros em busca de terras produtivas principalmente na África. O assunto é tão frequente que existe até um site chamado "Food Crisis and the Global Land Grab" cujo endereço é &lt;a href="http://farmlandgrab.org"&gt;http://farmlandgrab.org&lt;/a&gt;. Nele são publicados diariamente várias notícias em diversas línguas, principalmente inglês, espanhol e francês sobre o tema. A citação ao Brasil é eventual neste site, porém em virtude do noticiário dos últimos dias onde parte da imprensa nacional começou a tocar no assunto, nosso país tornou-se notícia por lá tambem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Resolvi pesquisar o tema e encontrei várias notícias que seguem abaixo. No Food Crisis and the Global Land Grab encontrei a &lt;a href="http://farmlandgrab.org/13889"&gt;primeira&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://farmlandgrab.org/13871"&gt;quarta&lt;/a&gt; notícias respectivamente do Correio Brasiliense e Valor Econômico, no Notícias Agrícolas encontrei a &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=70056"&gt;segunda &lt;/a&gt;de autoria do Valor Econômico, que também foi fonte da &lt;a href="http://ethanolbrasil.blogspot.com/2010/06/produtor-brasileiro-aprova-veto.html"&gt;terceira&lt;/a&gt; que está disponibilizada no Ethanol Brasil Blog. Para completar a &lt;a href="http://www.brasilagro.com.br/v3/index.php?noticias/detalhes/14/28571"&gt;quinta&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.brasilagro.com.br/v3/index.php?noticias/detalhes/9/28550"&gt;sexta&lt;/a&gt; notícias encontram-se no BrasilAgro com textos de autoria da CidadeBiz e Relatório Reservado:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O interessante de todas elas é a movimentação que está ocorrendo, sendo que na última podemos ver o desespero dos chineses em comprar terras antes de eventuais mudanças na legislação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Brasil não sabe a localização e o tamanho das terras controladas por multinacionais&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estudo feito por um grupo de trabalho do Ministério Público Federal (MPF) sobre a compra de terras no país por estrangeiros derruba a tese de que empresas brasileiras com capital estrangeiro devem ter o mesmo tratamento de empresas com capital nacional nessas aquisições.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa tese foi acatada durante anos pelo governo brasileiro e resultou no descontrole da localização e das dimensões das propriedades adquiridas pelo capital estrangeiro. Para assumir o controle da ação das multinacionais, o governo federal anunciou há 10 dias a mudança do parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) que havia dispensado empresas brasileiras controladas por estrangeiros da obrigatoriedade de licença do Instituto Nacional de Colonização e reforma agrária (Incra) para compra de fazendas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O grupo de trabalho do MPF primeiro verificou que o governo federal não tem o controle das áreas adquiridas por estrangeiros. Isso ocorre por um fato simples, como explica o procurador federal Marco Antonio Almeida, um dos integrantes do grupo de trabalho: “O fato de você ter uma pessoa jurídica no Brasil, ainda que tenha o controle majoritário de estrangeiro, é suficiente para que ela não tenha nenhum controle”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os procuradores fizeram, então, uma análise, a partir do estudo da Constituição federal. O artigo 171, que estabelecia privilégios a empresas brasileiras de capital nacional, foi revogado por emenda em 1995. Mas foi mantido o artigo 190, que diz: “A lei regulará e limitará a aquisição ou arrendamento de propriedade rural por pessoa física ou jurídica estrangeira”. O grupo de trabalho concluiu que não há incompatibilidade entre a Lei nº 5.709/1971, que trata do tema, e a Constituição de 1988.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Norma esvaziada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Lei nº 5.709 estabelece a forma como o estrangeiro residente no país e empresa estrangeira autorizada a funcionar no Brasil poderão adquirir imóvel rural. E acrescenta que fica sujeita a essa lei a empresa brasileira da qual participem pessoas estrangeiras físicas ou jurídicas que tenham a maioria do seu capital social e residam ou tenham sede no exterior.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O estudo do MPF acrescenta que a Lei nº 8.629/1993, aprovada após a Constituição de 88, estabelece que o estrangeiro residente no país e a pessoas jurídica autorizada a funcionar no Brasil só poderão arrendar imóvel na forma da Lei nº 5.709/71. E diz que se aplicam a esses arrendamentos todos os limites e restrições aplicáveis à aquisição de imóveis rurais por estrangeiros previstos na Lei nº 5.709.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os procuradores concluíram que um entendimento diverso desse “leva ao esvaziamento da norma, pois possibilita que pessoas físicas ou jurídicas estrangeiras se subtraiam a qualquer controle da dimensão e localização dos imóveis por elas adquiridas, mediante a mera constituição de empresa brasileira”. Assim, o grupo recomendou que toda aquisição de terras por estrangeiros sejam informadas pelos cartórios ao Incra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Neocolonialismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Almeida salienta que a questão não é meramente jurídica, mas também política e econômica. “Na verdade, há hoje em curso, mundialmente, uma coisa chamada neocolonialismo. Não é uma questão ideológica, é uma questão fática. A China está comprando terras na África e no Brasil. Já há uma previsão de compra de 200 mil hectares no Mapito (região que engloba as porções mais pobres do Maranhão, Piauí e Tocantins). Isso é nocivo. Vai haver problemas relativos a preços. Por que a China quer terra para plantar soja? É porque ela não quer mais pagar os preços da soja que importa.”&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele comenta que, na África, isso tem relevância na soberania alimentar, porque essas áreas poderiam estar direcionadas para a produção de alimentos para o país. “No Brasil, tem a questão econômica. Hoje, a China pode comprar o que quiser de terras, não tem limites. Basta constituir uma empresa brasileira. Olha o que fez a Stora Enso (sueco-finlandesa): constituiu empresas no Brasil para comprar terras no Rio Grande do Sul. A China fez a mesma coisa. Isso é uma ameaça clara à nossa soberania.”&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O procurador afirma que há uma brecha legal, que permite essas empresas, usando esse suposto fato de serem nacionais, possam adquirir áreas no Brasil sem qualquer controle. “Onde esse controle é exigido, ele não é efetivo. Então, temos uma quantidade enorme de imóveis que estão fora de qualquer controle.” (Lúcio Vaz)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Lula quer conter venda de terras a estrangeiros&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;A PEC teria poder para anular títulos já registrados por estrangeiros a partir de uma data de corte a ser estabelecida.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu propor alterações à Constituição para proibir a compra de terras brasileiras por estrangeiros. Preocupado com o que considera um "abuso", o presidente Lula determinou a retomada dos debates por um grupo de ministros e auxiliares sob a coordenação da Casa Civil, que elabora uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) com essa finalidade. A PEC teria poder para anular títulos já registrados por estrangeiros a partir de uma data de corte a ser estabelecida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Não queremos que comprem terras aqui. Não precisamos de estrangeiros para produzir aqui. Essa é a política anunciada pelo presidente Lula", revelou ao Valor o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel. "Temos que proibir que eles tomem conta. As terras brasileiras têm de ficar nas mãos de brasileiros, porque isso tem a ver com segurança alimentar".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O governo avalia, desde 1998, alterar as regras para restringir a aquisição de terras por estrangeiros no Brasil. A principal mudança seria equiparar a empresa nacional de capital estrangeiro ao conceito de companhia controlada por acionistas não residentes no país ou com sede no exterior. Até agora, as compras de terras têm sido feitas com base em um parecer da Advocacia-Geral da União, que dispensou autorização para a aquisição de imóveis rurais em território nacional. Até 1995, o Artigo nº 171 da Constituição, depois revogado, permitia a distinção entre os dois conceitos. Uma lei de 1971 limitava os investimentos estrangeiros a um quarto da área de cada município brasileiro e previa que pessoas da mesma nacionalidade não podiam ser donas de mais de 40% desse limite.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A preocupação de Lula tem fundamento em dados do Banco Central e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Estatísticas inéditas do cadastro rural mostram que, até 2008, havia 4,04 milhões de hectares registrados por estrangeiros. São 34.218 imóveis concentrados no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Bahia e Minas. De 2002 a 2008, o governo registrou grandes investimentos estrangeiros em terras no país - US$ 2,43 bilhões, segundo o BC. "Não sou xenófobo, mas nosso território é finito, a população cresce e demanda comida", disse Cassel.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Produtor brasileiro aprova veto a estrangeiros&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A proposta do governo de proibir a compra de terras brasileiras por estrangeiros gerou forte repercussão. A favor e contra. Os agricultores são favoráveis ao controle sobre a aquisição dessas terras, mas agentes de mercado alertam para eventual quebra de contrato se a decisão do governo atingir investimentos anteriores à publicação da nova regra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA), José Mário Schreiner, apoia a medida. "Não está errado, tem que haver controle mesmo. Mas tem que cuidar do capital produtivo que ajuda o setor. Precisamos é aprofundar esse debate". No mesmo tom, a Confederação dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) cobra pressa do governo em mudar a Constituição.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Somos altamente favoráveis. Consta, inclusive, da nossa pauta histórica. Temos que ter marcos regulatórios e ação regional sobre isso porque 20% das terras uruguaias, por exemplo, já estão na mão de estrangeiros", diz o presidente da Contag, Alberto Broch. Ele afirma, porém, que será difícil votar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) no Congresso. "Talvez a gente tenha dificuldades, porque boa parte tem concepção contrária", diz.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas há ceticismo sobre a eficácia da proposta assumida publicamente pelo presidente Lula e o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel. O presidente da Associação Brasileira de Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Glauber Silveira, acredita que a proibição não resolverá a situação do setor. "Se restringir, faz parceria com brasileiro e pronto. Isso não resolve nada. O que interessa é política de renda. Se o produtor não tiver dinheiro, vai acabar vendendo a terra", afirma. "Hoje, 50% da área de soja em Mato Grosso é de terras arrendadas. O produtor não dá conta de plantar, o que provoca forte concentração de terras. E todo ano aumenta", observa ele.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O diretor da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Ademiro Vian, afirma que a restrição terá impactos negativos no setor. "Vai haver mudanças de mercado. Os fundos de investimento estrangeiros, que têm arrendamentos e dinheiro alocados aqui, terão que se reposicionar. Impacta o setor porque esse dinheiro em usinas e nas lavouras de soja tem um peso grande. O setor vai sentir bastante isso", avalia o especialista. O advogado Renato Buranello pede calma. "Isso assusta um pouco, sim. Não se pode gerar insegurança jurídica, mexer em direito adquirido ou rasgar contratos", defende. E pede tratamentos diferentes: "Nem todo capital vem com caráter especulativo", lembra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Veto a estrangeiro é estratégia de defesa&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A decisão de proibir a aquisição de terras brasileiras por estrangeiros tem como pano de fundo o aumento da demanda mundial por recursos naturais, como a escassez de água e crise de alimentos, a elevação dos preços das terras e os impactos sobre populações pobres no acesso à terra. “Vamos fazer uma PEC [Proposta de Emenda Constitucional] para deixar claro aos investidores que podem investir em qualquer campo, mas não em terras”, informou o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, ao Valor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A PEC teria poder para anular títulos já registrados por estrangeiros a partir de uma data de corte a ser estabelecida pelo grupo de ministros que estuda o tema. “Terra não é um assunto qualquer. Tem que cumprir a função social. Como cobrar isso de um fundo estrangeiro que comprou metade do Norte do país?”, questionou Cassel. “Isso não fere o capitalismo. É um assunto maduro, não podemos ter medo de enfrentar. Isso une pequenos, médios e grandes, da Kátia Abreu [presidente da CNA] ao João Pedro Stédile [dirigente do MST]“, disse.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fundos internacionais de “private equity” e de hedge, cuja carteira global supera US$ 10 bilhões, têm sido cada vez mais agressivos em seus investimentos em terras no Brasil. Um quarto dos 120 principais investidores corporativos já tem um pé em território brasileiro, mostra levantamento da ONG espanhola de pesquisas e análises Grain.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para fechar o cerco ao “avanço indiscriminado” desses fundos, o governo já tem um esboço de um “código de conduta” a ser seguido por estrangeiros. As regras incluem transparência nas negociações (”consentimento informado”), respeito pelo direito a terras existentes, partilha dos benefícios com comunidades locais, sustentabilidade ambiental e adesão a políticas nacionais de comércio e segurança alimentar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Esse é um problema que nós precisamos começar a discutir. Porque uma coisa é o cidadão vir, comprar uma usina, comprar fábrica. Outra coisa é ele comprar a terra da fábrica, é ele comprar a terra da soja, é ele comprar a terra do minério”, alertou o presidente Lula, há duas semanas, durante anúncio do Plano de Safra 2010/11.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O governo identificou uma forte concentração do interesse do capital externo no Centro-Oeste do país. Dados de um estudo inédito mostram que 53% das áreas compradas por estrangeiros estão nessa região. Desse total, cerca de 3,4 milhões de hectares (83,4%) estão vinculadas a 5,6 mil propriedades médias e grandes. Os 100 maiores imóveis em mãos estrangeiras correspondem a 763,2 mil hectares. O maior deles tem 31,3 mil hectares. A maior parte foi adquirida após 1980 – 84% foram registradas em médias e grandes propriedades. Japoneses, seguidos de italianos, libaneses, uruguaios e argentinos, são os maiores investidores em terras, diz o estudo. (Mauro Zanata)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Governo teme a desnacionalização do campo, que atrai de estatais da China a capitais financeiros&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Investidores querem renda, liquidez e segurança, não a posse de ativos. Dá para atendê-los.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A preocupação do governo com o interesse de capitais estrangeiros em terras rurais, especialmente para o cultivo de grãos e lavouras de biomassa, é antiga, mas sem conclusão. O tema voltou à cena com as informações de que vem aumentando o ritmo de compras, sobretudo no Centro-Oeste, no sul do Maranhão, oeste da Bahia e no Pará. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é um movimento isolado de capitais em busca de rentabilidade e segurança, nessa ordem, depois de escalpelados pelo subprime de hipotecas, pelos derivativos enigmáticos, pelos rolos do “mago” de Wall Street Bernard Madoff, que hoje faz magia na prisão. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É isso: terra é reserva de valor e fonte de renda para os fundos financeiros quando sobre ela há lavouras produzindo. E é questão política, já que vários governos estão preocupados com a segurança alimentar desafiada pela ascensão a níveis superiores de renda de centenas de milhões de pobres nos países emergentes. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A escassez de água potável e para irrigação em muitas regiões do mundo, um problema dramático estudado pelas áreas de inteligência e ambientalistas e ignorado pelos economistas, é o pano de fundo da descoberta da agricultura brasileira pelos interesses externos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aqui, água é abundante, não há mazelas de áreas desertificadas, o empreendedorismo rural é alto e a densidade populacional é baixa. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2008, a primeira vez em que a questão foi à mesa do presidente Lula, estimava-se em 5,5 milhões de hectares, o equivalente ao Rio Grande do Norte, a área agrícola em poder de estrangeiros. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas isso era apenas o declarado ao INCRA, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, como apurou o governo. Embora haja limites para a venda de terras a estrangeiros, empresas instaladas no país com capital externo estão livres de controles. E não só. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Procuradores do Ministério Público Federal constataram, no fim de 2009, que os cartórios de imóveis não faziam o registro destacado, exigido por lei, dos negócios de terras com estrangeiros. E, para chorar, muitos desconheciam que estavam obrigados a enviar a cada trimestre ao INCRA relatório notificando tais movimentações. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No início do ano, o presidente Lula assinou decreto proibindo a compra de terras por pessoas e empresas estrangeiras na Amazônia, nos termos do programa Terra Legal, de regularização fundiária. O resto do país continua envolto em mistério, inclusive o que seria de estrangeiros na própria Amazônia. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lula deve ter sido despertado para o assunto ao constatar que o problema é muito mais sensível. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O NOVO COLONIALISMO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O fenômeno é global, traz China, Coréia do Sul e, recentemente, a Índia a esse mercado, envolvendo apreensões na esfera de segurança nacional e questões de geopolítica. Empresas estatais chinesas têm visitado regiões de cerrados, sabe-se que fazendas foram compradas e o interesse é explícito. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agressiva, a China já tem contrato para a compra de 100 mil barris de petróleo em dez anos da Petrobras, e a dose vai dobrar. Pequim quer mais para firmar relações especiais com o país. Já tem um pé em minérios. Mas comida é sua prioridade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se é o que fazem na África, onde os emergentes da Ásia negociaram a compra de milhões de hectares na Etiópia, Quênia e Madagascar, é lícito supor que queiram mais no Brasil, em que as terras são mais férteis e a logística é superior à dos países africanos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;FECHANDO A PORTEIRA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O controle do acesso a terras agrícolas por estrangeiros é comum na maioria dos países. Muitos proíbem, simplesmente. No lançamento do plano de financiamento da safra 2010/2011, Lula retomou o tema, ao pedir a atenção do Congresso para a questão. Virou urgência. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Uma coisa é comprar usinas [de álcool], outra é comprar terra da safra, terra onde tem minério”, disse Lula. A intenção é fechar a porteira do campo aos estrangeiros por meio de Proposta de Emenda à Constituição. Os seus termos e abrangência estão em discussão. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O QUE PODE CONCILIAR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A idéia de barrar o capital estrangeiro no campo não desagrada os ruralistas e os partidos no Congresso. Mas dá para atender as duas intenções: a da autonomia agrícola do país e a dos investidores. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É possível conciliar os interesses com fundos nacionais que invistam em terras e empresas agrícolas - e tenham as suas cotas negociadas no mercado de capitais, podendo ser adquiridas por estrangeiros. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os capitais financeiros querem renda, liquidez e segurança, não a gerência de ativos operacionais. Dá para atendê-los sem ameaçar a soberania. Quando aos governos atrás de enclaves coloniais, não há jeito. As exportações do agronegócio podem atender o que querem. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A TRADING QUE FALTA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já que está tratando de estratégias de fundo sobre a agricultura, o governo deveria aproveitar o embalo e considerar outra questão: a ausência de empresas brasileiras de expressão no comércio global de produtos agrícolas e na formação dos preços de commodities. Foi desastrosa no passado a experiência de uma grande trading estatal.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os tempos mudaram. Só não mudou o cartel da exportação por quatro a cinco tradings estrangeiras, que também operam com fertilizantes e financiavam boa parte da produção agrícola no Centro-Oeste. Veio a crise e elas sumiram. A economia regional quase faliu. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma trading nacional forte traria maior estabilidade à exportação agrícola. E, operando próxima ao interesse nacional, permitiria ao país não levar susto na montanha russa das bolsas de commodities. (Antônio Machado)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Chineses fazem arrastão por terras no Centro-Oeste&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um grupo de investidores chineses, que teria por trás o fundo soberano China Investment Corporation (CIC), está fazendo um arrastão de terras no Centro-Oeste. A ordem é correr contra a lei que veda o capital estrangeiro.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-2028008167388740456?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/2028008167388740456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=2028008167388740456' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/2028008167388740456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/2028008167388740456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/06/invasao-de-estrangeiros-em-terras.html' title='Invasão de estrangeiros em terras brasileiras - Sinal de alerta ligado'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-2832974911202436603</id><published>2010-06-26T17:36:00.005-03:00</published><updated>2010-06-26T21:33:13.212-03:00</updated><title type='text'>Pais precisa ensinar agricultores a aplicar defensivos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em pesquisa conduzida pela ANVISA confirmou-se um nível de contaminação por agroquímicos maior do que o desejado. Esta pesquisa chamou a atenção da imprensa e vi notícias sobre isso na EPTV e na CBN, veículos que falam pouco sobre agronegócio. A produção agrícola necessita dos agroquímicos porém precisamos treinar os agricultores, especialmente os menores, a utilizar tecnologia e materiais adequados.  Segue abaixo notícia da Folha de São Paulo disponibilizada no &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=70224"&gt;Notícias Agrícolas&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Governo acha agrotóxicos proibidos em frutas e legumes&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pimentão, uva e pepino são os alimentos com mais problemas, segundo a análise feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Frutas e legumes consumidos pelos brasileiros estão contaminados por agrotóxicos usados de forma irregular, informou ontem(23) a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Relatório produzido pela agência afirma que os problemas atingiram 29% das amostras analisadas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O índice é muito superior ao verificado em outros países. Segundo o gerente de toxicologia da Anvisa, Luiz Cláudio Meirelles, análises feitas nos EUA encontraram problemas em até 10% das amostras coletadas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Aqui, foram examinados 20 tipos de frutas e legumes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A principal irregularidade foi o uso de agrotóxicos em alimentos para os quais eles não são permitidos. Nesses casos, não é possível garantir a segurança dos produtos, de acordo com a agência.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2,8% das amostras, havia agrotóxicos proibidos no Brasil, caso ainda mais grave. Entre eles, estão substâncias com potencial de causar problemas como câncer e malformações fetais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro problema foi o uso de agrotóxicos em quantidade acima da permitida, situação de 5,2% das amostras.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para evitar resíduos de pesticidas, a Anvisa recomenda dar preferência a alimentos com origem identificada, o que demonstraria um maior comprometimento do produtor com qualidade, e a frutas e legumes da época.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Outro lado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O diretor-executivo da Andef (Associação Nacional de Defesa Vegetal), Eduardo Daher, afirmou que o alto índice de agrotóxicos encontrados em culturas para os quais eles não são permitidos se deve ao fato de que antes esses produtos eram liberados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele também reclamou do fato de o governo divulgar os dados negativos, mas não orientar os produtores agrícolas sobre a maneira certa de usar os agrotóxicos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para Daher, o número de amostras analisadas (3.130) é "ínfimo". A Anvisa diz que usa a mesma metodologia de países como os EUA. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-2832974911202436603?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/2832974911202436603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=2832974911202436603' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/2832974911202436603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/2832974911202436603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/06/pais-precisa-ensinar-agricultores.html' title='Pais precisa ensinar agricultores a aplicar defensivos'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-1327136727309746054</id><published>2010-06-26T17:24:00.002-03:00</published><updated>2010-06-26T17:30:42.206-03:00</updated><title type='text'>Governo vai comprar da agricultura familiar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de ser contra esta distinção ideológica de ministérios entre agricultura familiar e agronegócio, pois acho que agricultura é agricultura independente do jeito que é produzido somente as políticas devem ser específicas não sendo necessários dois ministérios distintos, achei interessante a ação de alguns estados descritas na notícia abaixo da Agência Brasil que encontrei no &lt;a href="http://www.clicrbs.com.br/canalrural/jsp/default.jspx?uf=1&amp;amp;local=1&amp;amp;id=2949957&amp;amp;action=noticias"&gt;Canal Rural&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Projetos para compra de alimentos da agricultura familiar devem ser apresentados até segunda&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Participam da seleção instituições públicas ou privadas sem fins lucrativos&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Termina nesta segunda, dia 28, o prazo de apresentação de propostas para a chamada pública de apoio a projetos de Promoção da Inserção de Gêneros Alimentícios da Agricultura Familiar na Alimentação Escolar dos Estados do Amazonas, Pará, Rio de Janeiro e de São Paulo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A chamada tem por objetivo selecionar projetos para a aquisição de alimentos da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações, em atendimento ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Podem participar da chamada instituições públicas (da administração direta ou indireta e empresas públicas) ou privadas sem fins lucrativos.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-1327136727309746054?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/1327136727309746054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=1327136727309746054' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/1327136727309746054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/1327136727309746054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/06/governo-vai-comprar-da-agricultura.html' title='Governo vai comprar da agricultura familiar'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-6015864757562038880</id><published>2010-06-20T10:42:00.003-03:00</published><updated>2010-06-20T10:48:46.284-03:00</updated><title type='text'>Marfrig já é maior que Brasil Foods</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O agronegócio de carnes brasileiro está passando por um momento único. Nem bem foi criada a gigante Brasil Foods, logo depois a Marfrig consegue ultrapassá-la em tamanho. A notícia abaixo do Diário Catarinense que encontrei no &lt;a href="http://www.avisite.com.br/clipping/default.asp?codnoticia=14980"&gt;AviSite&lt;/a&gt; mostra este evento e como complemento segue abaixo a notícia da aquisição da Keystone Foods publicada no &lt;a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios+geral,marfrig-compra-keystone-dos-eua-por-us-126-bilhao,22854,0.htm"&gt;Estado de São Paulo&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Marfrig supera a Brasil Foods&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Florianópolis, SC, 16 de Junho de 2010 - Com a compra da Keystone Foods, dos EUA, por US$ 1,26 bilhão, anunciada terça-feira(13), a Marfrig Group, que adquiriu a Seara no ano passado, torna-se a maior multinacional brasileira de produção e industrialização de carnes de bovino, frango e suíno, superando a catarinense BRF Brasil Foods, que ainda aguarda autorização da fusão da Perdigão e Sadia pelo Cade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No primeiro trimestre deste ano, a Marfrig registrou receita líquida de vendas de R$ 3,2 bilhões e, com a aquisição da americana Keystone, que teve receita líquida de US$ 6,4 bilhões no ano passado (pelo câmbio atual mais de R$ 11,5 bilhões/ano) somará receita trimestral superior a R$ 6 bilhões. A Brasil Foods encerrou o primeiro trimestre deste ano com receita líquida de R$ 5,047 bilhões. Analistas reconhecem que a empresa catarinense ficou em desvantagem na internacionalização.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Dívida alta preocupa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O lance da Marfrig a coloca como uma das mais internacionalizadas empresas brasileiras, mas seu elevado endividamento não agrada os investidores da companhia na Bolsa. Com a dívida de médio e longo prazos de R$ 5,775 bilhões no final do primeiro trimestre, a empresa já enfrentava oscilação nas suas ações nos piores dias da crise europeia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A compra da empresa americana, eleva mais o total devido, por isso, suas ações caíram ontem 2,91% na Bovespa. Para pagar a Keystone, o grupo vai emitir R$ 2,5 bilhões em debêntures e oferecer ADRs (certificados de ações) em Nova York.(Estela Benetti)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Marfrig compra Keystone, dos EUA, por US$ 1,26 bilhão&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SÃO PAULO - O Grupo Marfrig, um dos maiores do mundo no setor de carnes, anunciou ontem a compra da americana Keystone Foods por US$ 1,26 bilhão. A Keystone, segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários, é uma ?empresa com atuação global na área de desenvolvimento, produção, comercialização e distribuição de alimentos à base de carnes de aves, peixes, suínas e bovinas, especializada no canal ?food services??.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com a aquisição, o Marfrig se torna um fornecedor de destaque de grupos importantes como o McDonald's, Campbell's, Subway, ConAgra, Yum Brands. Para financiar a aquisição, o Marfrig anunciou que vai emitir R$ 2,5 bilhões (ou cerca de US$ 1,3 bilhão) por meio de uma subscrição privada de debêntures conversíveis, com prazo de cinco anos. Os atuais acionistas do grupo terão direito de preferência na aquisição dessas debêntures.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com o comunicado, a Keystone Foods, que tem sede em West Conshohocken, no Estado da Pensilvânia, atende a mais de 28 mil restaurantes em 13 países do mundo. A empresa fechou 2009 com 12,9 mil empregados em 54 unidades e teve receita líquida de US$ 6,4 bilhões em seus negócios de alimentos e de distribuição.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A aquisição é o maior passo do Marfrig no exterior. O grupo, que abriu capital em 2007 - levantou cerca de R$ 900 milhões em sua oferta inicial de ações -, começou sua internacionalização com a compra de frigoríficos na Argentina e no Uruguai. Em 2008, chegou à Europa, com a aquisição, por US$ 12 milhões, da CDB Meats, do Reino Unido, uma fabricante de carne em conserva e enlatados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também em 2008, o grupo pagou US$ 680 milhões por ativos do grupo americano Osi no Brasil e na Europa. A compra envolveu 15 unidades de processamento de carne de aves e outros animais. O grupo Osi era o maior fornecedor de carne para a rede McDonald?s. Este ano, o Marfrig também já havia feito outra aquisição no exterior, da O?Kane Poultry, da Irlanda do Norte. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-6015864757562038880?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/6015864757562038880/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=6015864757562038880' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/6015864757562038880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/6015864757562038880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/06/marfrig-ja-e-maior-que-brasil-foods.html' title='Marfrig já é maior que Brasil Foods'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-8997419951948210936</id><published>2010-06-20T09:59:00.002-03:00</published><updated>2010-06-20T10:03:11.444-03:00</updated><title type='text'>O que o café de MG tem a ver com drogas na Colômbia?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Interessante este post da Fabiane Stefano do blog &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/blogs/mundo-agro/2010/06/17/guerra-ao-cafe/"&gt;Mundo Agro&lt;/a&gt; da Exame onde comenta a ameaça que a Colômbia e México estão fazendo para impedir a entrada do café brasileiro no contrato futuro da bolsa de Nova York. Na verdade, na competição por mercados vale tudo, até apelar para coisas deste tipo:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Guerra ao café&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que o aumento da produção de café de Minas Gerais tem a ver com o consumo mundial de drogas? Para a Colômbia e o México, tem tudo a ver. O jornal britânico Financial Times publicou hoje uma reportagem sobre a ofensiva de produtores colombianos e mexicanos contra o café brasileiro. Isso porque a bolsa de commodities de Nova York, a Ice Futures US, cogita incluir o grão brasileiro no contrato futuro de café arábica, do tipo despolpado. O contrato determina o padrão de qualidade do café negociado. Hoje, a produção de 19 países é referendada pela Ice, entre eles, Quênia, Nova Guiné e, obviamente, Colômbia. O Brasil, maior produtor mundial, não está nesse grupo de elite. Mas como a produção brasileira de café de qualidade está em franca expansão, a Ice estuda a inclusão do país na lista – o que valorizaria o grão nacional. A gritaria da concorrência foi imediata. O argumento dos colombianos é obtuso: o contrato da Ice estimularia os produtores brasileiros a cultivar uma quantidade muito maior de café de qualidade, roubando participação de mercado de países como Colômbia e México. Sem opção, os cafeicultores desses países deixariam de cultivar o grão para produzir coca – a matéria-prima da cocaína. “Eles apelam sistematicamente a esse tipo de argumento”, diz Guilherme Braga, diretor do Conselho de Exportadores de Café. “Qualquer movimento que favoreça a cafeicultura brasileira é contra-atacado com ameaças de expansão da produção de drogas”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2004, uma discussão semelhante rondou a Ice – que tem total interesse em colocar o grão brasileiro no contrato comercializado (afinal, o mercado futuro tem de espelhar o mercado físico). Na época, o lobby colombiano convenceu vários congressistas americanos, que fizeram pressão para a proposta ser engavetada. Afinal, os Estados Unidos gastam fábulas com o programa de combate ao narcotráfico na Colômbia – em 2009, foram nada menos que 720 milhões de dólares.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com ou sem o aval da Ice, o café brasileiro de qualidade continua ganhando o mercado externo. No ano passado, foram exportadas 3,5 milhões de sacas (pouco mais que 10% do total comercializado pelo país), dez vezes mais que o volume do ano 2000. Outro sinal do reconhecimento é de quem realmente entende da xicrinha. Em maio, Dub Hay, vice-presidente da rede Starbucks, esteve no Brasil e disse que mais de 50% do café que será importado pela rede em 2010 deverá vir do país.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-8997419951948210936?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/8997419951948210936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=8997419951948210936' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/8997419951948210936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/8997419951948210936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/06/o-que-o-cafe-de-mg-tem-ver-com-drogas.html' title='O que o café de MG tem a ver com drogas na Colômbia?'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-3160097495005039377</id><published>2010-06-17T06:51:00.006-03:00</published><updated>2010-06-17T07:04:29.139-03:00</updated><title type='text'>Até 2019, Brasil terá maior crescimento agrícola</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Notícia da BBC disponibilizada no &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=69664"&gt;Notícias Agrícolas&lt;/a&gt; trata da publicação do relatório da FAO e OCDE relatando que o Brasil terá maior crescimento agrícola no mundo até 2019 e os dados apresentados concordam com os dados do MAPA, segundo nota do ministério publicado no &lt;a href="http://www.portaldoagronegocio.com.br/conteudo.php?id=40308"&gt;Portal do Agronegócio&lt;/a&gt;. Ao final da nota encontra-se um link para as projeções realizadas pelo MAPA para 2020:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;ONU: Brasil terá maior crescimento agrícola do mundo até 2019&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;A produção agrícola do Brasil deverá registrar o maior crescimento mundial, de mais de 40% até 2019, na comparação com o período entre 2007 e 2009, segundo um relatório conjunto da Organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgado nesta terça-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É no Brasil que a alta da produção agrícola será, de longe, a mais rápida", afirma o documento Perspectivas Agrícolas 2010-2019, divulgado pelas duas organizações. De acordo com o relatório, a agricultura russa deve crescer 26% até 2019. Os setores agrícolas da China e da Índia também devem registrar um aumento significativo nesse período, de 26% e 21%, respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a produção agrícola da União Europeia deve registrar uma expansão de menos de 4% até 2019, segundo o relatório, que classifica o desempenho como "estagnado".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O aumento da produção agrícola mundial deverá ser menos rápido durante a próxima década do que nos últimos dez anos, mas ela deverá, no entanto, permitir o crescimento de 70% da produção mundial de alimentos até 2050, como exige o crescimento demográfico previsto", afirma o relatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Etanol&lt;br /&gt;O documento demonstra que o Brasil deve ampliar ainda mais suas atividades em setores agrícolas onde já atua com destaque. Um deles é o da produção de etanol, que deve crescer 7,5% por ano no Brasil no período entre 2010 e 2019.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O Brasil, com sua indústria baseada na produção de etanol a partir da cana-de-açúcar, deverá ser o principal exportador mundial. Uma parte dessas exportações deve transitar pelos países do Caribe com destino aos Estados Unidos para se beneficiar de condições preferenciais de importação", diz o relatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a FAO e a OCDE, "o aumento do comércio internacional de etanol vai resultar quase totalmente do crescimento das exportações brasileiras".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documento afirma ainda que "40% do aumento da produção mundial de etanol deve ser realizado graças ao aumento da produção baseada na cana-de-açúcar, principalmente do Brasil, para atender a demanda doméstica brasileira e americana".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oleaginosas&lt;br /&gt;Outro setor agrícola em que o Brasil deverá ter maior destaque é o dos oleaginosos (soja, milho, óleos vegetais). Durante a próxima década, 70% do aumento das exportações mundiais de grãos oleaginosos devem vir do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As exportações brasileiras do produto devem passar de 26% do total mundial em 2010 a 35% em 2019, diz o relatório. "O Brasil deverá se tornar o primeiro exportador mundial de grãos oleaginosos, ultrapassando os Estados Unidos em 2018."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O País também deverá ampliar sua posição, já forte, no mercado mundial de açúcar, representando 50% do comércio internacional na próxima década. O Brasil terá ainda um papel significativo no aumento do comércio mundial de carnes, contribuindo "sozinho com 63% das exportações de países que não integram a OCDE e com um terço das exportações mundiais", diz o relatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documento afirma também que os preços dos produtos agrícolas voltaram a cair, após os níveis recordes atingidos há dois anos, durante a crise alimentar, mas ressalta que "é pouco provável" que eles voltem aos níveis médios da década passada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os preços médios devem permanecer mais elevados e as preocupações em relação à segurança alimentar persistem, afirmam as duas organizações. Elas preveem que as cotações médias do trigo e dos cereais serão, nos próximos dez anos, entre 15% e 40% superiores às do período entre 1997 e 2006. (BBC Brasil)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Estudo da FAO sobre produção agropecuária confirma projeções nacionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“Os dados da FAO corroboram as estimativas de crescimento de grãos e carnes do trabalho de projeções do Ministério da Agricultura”, atesta José Garcia Gasques, coordenador de Planejamento Estratégico do Mapa&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Gasques é autor do estudo Projeções do Agronegócio Brasil, divulgado em março deste ano, que apontou crescimento de 37% na produção brasileira agropecuária em 10 anos. Os dados são similares aos anunciados ontem pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). A pesquisa da FAO mostra o Brasil como país que mais expandirá sua produção agropecuária na próxima década com crescimento de 40%, o dobro da média mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo do Mapa compara período de 2008/2009 com 2019/2020 e indica cenários de participação no mercado mundial, exportação e consumo de 23 produtos da pauta agropecuária do País. Esta foi a quinta edição do trabalho realizado pela Assessoria de Gestão Estratégica do Mapa que atualiza anualmente os resultados das projeções. “O crescimento projetado no trabalho do governo brasileiro resulta de dois componentes principais: a dinâmica do mercado internacional e o forte aumento do mercado interno”, conclui o coordenador do Mapa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Números - De acordo com as projeções nacionais, a safra de grãos - soja, milho, trigo, arroz e feijão - deverá crescer 36,7%, passando de 129,8 milhões de toneladas em 2008/2009 para 177,5 milhões em 2019/2020. As carnes bovina, suína e de aves devem seguir percentual parecido, com aumento de produção estimado em 37,8%, incremento de 8,4 milhões de toneladas. Três outros itens com elevado crescimento previsto são açúcar (mais 15,2 milhões de toneladas), etanol (35,2 bilhões de litros) e leite (7,4 bilhões de litros).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira a pesquisa na íntegra no site do &lt;a href="http://www.agricultura.gov.br/portal/page?_pageid=33,1299841&amp;amp;_dad=portal&amp;amp;_schema=PORTAL"&gt;Mapa&lt;/a&gt;, em Português e em Inglês&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-3160097495005039377?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/3160097495005039377/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=3160097495005039377' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/3160097495005039377'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/3160097495005039377'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/06/ate-2019-brasil-tera-maior-crescimento.html' title='Até 2019, Brasil terá maior crescimento agrícola'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-942856765544797220</id><published>2010-06-13T10:45:00.002-03:00</published><updated>2010-06-13T11:13:16.188-03:00</updated><title type='text'>Plano safra tem 100 bi, mas parece que não é tão bom assim</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parece que o Plano Safra anunciado na semana passada não conseguiu agradar a todos, apesar do alto volume de dinheiro disponibilizado.Visando fornecer uma visão dos dois lados, o governo dizendo que o dinheiro é suficiente e o setor produtivo reclamando que muitos não terão acesso ao dinheiro, resolvi colocar várias notícias sobre o tema. As duas primeiras encontrei no AviSite sendo a primeira do &lt;a href="http://www.avisite.com.br/clipping/default.asp?codnoticia=14941"&gt;Estado de São Paulo&lt;/a&gt; e a segunda da &lt;a href="http://www.avisite.com.br/clipping/default.asp?codnoticia=14943"&gt;Folha de Londrina&lt;/a&gt;, as três seguintes são BrasilAgro, com textos respectivamente de &lt;a href="http://www.brasilagro.com.br/v3/index.php?noticias/detalhes/9/28046"&gt;MAPA&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.brasilagro.com.br/v3/index.php?noticias/detalhes/9/28048"&gt;Agência Brasil&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.brasilagro.com.br/v3/index.php?noticias/detalhes/9/28047"&gt;Valor Econômico&lt;/a&gt;. Completando temos mais duas textos publicados no Notícias Agrícolas de autoria do &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=69049"&gt;MAPA&lt;/a&gt; e do &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=69098"&gt;Valor Econômico&lt;/a&gt; respectivamente. Para os que quiserem acessar o arquivo em pdf do plano, clique &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/dbarquivos/PAP_2010-11.pdf"&gt;aqui&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Agropecuária tem o maior financiamento da história&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Brasília, DF, 8 de Junho de 2010 - A produção agrícola brasileira terá o maior volume de financiamento de sua história. Mesmo com a decisão de um corte de R$ 10 bilhões no Orçamento, o governo separou R$ 116 bilhões de seus cofres para agricultura e pecuária - R$ 100 bilhões para a empresarial e R$ 16 bilhões para a familiar. Tudo a juros palatáveis e inferiores à taxa básica Selic, 9,50% ao ano. Atendido ano após ano, o setor viu sua verba aumentar 256% só no governo Lula. "Atingimos o número cabalístico de R$ 100 bilhões. É dinheiro grosso em qualquer país do mundo", disse o ministro da Agricultura, Wagner Rossi.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além do recorde, duas novidades vieram no Plano Safra 2010/2011, anunciado ontem pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Uma é a atenção dada à classe média do campo, que terá uma fatia carimbada de R$ 5,65 bilhões do total - é considerado médio produtor aquele que tenha renda bruta anual de até R$ 500 mil ou que ganhe mais do que isso, mas desenvolva atividades específicas com custos de produção mais elevados, como a avicultura e a suinocultura, por exemplo. "Estamos com o foco no produtor médio, pois ele é o esteio da agricultura", ressaltou Rossi.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, foi estabelecido, para fins de enquadramento no programa, rebate de 20% na receita bruta anual para as atividades de ovinocaprinocultura, aquicultura, fruticultura, café, cana-de-açúcar e sericultura (criação de bicho-da-seda), o que eleva a receita de referência para R$ 625 mil; de 40% para as atividades de avicultura, suinocultura não integrada, floricultura, pecuária leiteira e olericultura (cultivo de legumes), o que corresponde a uma receita de referência de R$ 833 mil e de 80% para o grupo atuante em avicultura e suinocultura integrada ou em parceria com agroindústria, com receita bruta de R$ 2,5 milhões. (Clélia Froufe e Laila Muniz)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Plano Safra não agrada paranaenses&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Curitiba, PR, 8 de Junho de 2010 - O setor agrícola do Paraná fez uma série de críticas ao Plano Safra anunciado ontem (7) pelo governo federal. As principais reclamações são os recursos ainda considerados insuficientes, a dificuldade de obter financiamento devido ao alto grau de endividamento dos produtores rurais e o baixo preço pago para culturas como soja, milho e trigo. O Estado deverá ficar com uma fatia de 15% dos R$ 100 bilhões liberados pelo governo. A expectativa era da liberação de pelo menos R$ 130 bilhões para a agricultura comercial.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"O plano não representa a realidade do campo". Essa é a visão do economista da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Pedro Loyola. Segundo ele, os R$ 100 bilhões atendem apenas 25% da demanda por crédito da agricultura e pecuária do Brasil. Ainda de acordo com ele, a liberação dos financiamentos estão dificultados devido ao endividamento crônico do setor que remonta desde 2005. Nestes cinco anos, os produtores já passaram por três secas, geadas e chuvas excessivas que agravaram as dívidas e restringem o acesso ao crédito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Estamos em um sistema que o produtor sabe que plantou prejuízo devido à política cambial", disse. Segundo ele, o custo de produção e venda na soja está "empatado". No milho, o custo de produção no Estado é de R$ 17,50 por saca e o preço de venda está em R$ 13,96. No caso do trigo, há 500 mil toneladas estocadas que tiveram custo de R$ 30 e são comercializadas por R$ 22,50 a saca.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele lembrou também que seriam necessários R$ 600 milhões para subvencionar o seguro agrícola e o governo apresentou apenas R$ 238 milhões. Outra crítica da Faep é que a liberação dos financiamentos ainda é muito burocrática e tem custos. O setor reivindica crédito automático.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O gerente técnico da Ocepar, Flávio Turra, lembrou que o Plano Safra deveria ter fundo de catástrofe e aumento do volume de recursos para subvenção do seguro rural. Segundo ele, neste ano, o governo aumentou os recursos a juros livres de R$ 12 bilhões para R$ 14,9 bilhões, ou seja, com juros mais caros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Lado bom&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O economista da Faep destacou como aspectos positivos o financiamento para armanezagem nas propriedades (Moderinfra), o financiamento para linhas que tenham forte vinculação com a questão ambiental e a manutenção da política de garantia de preço mínimo. Ele também destacou o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) com juros mais reduzidos de 6,25% ao ano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Turra lembrou ainda que houve aumento do valor do Pronamp em relação a 2009 de R$ 5 bilhões para R$ 5,65 bilhões. O técnico da Ocepar destacou também o programa da Agricultura de Baixo Carbono (ABC) que terá R$ 2 bilhões para financiar práticas na lavoura que reduzam a emissão dos gases de efeito estufa, como o sistema de integração lavoura-pecuária-floresta e a recomposição de áreas de preservação ambiental. "Esse programa pode atender a recuperação das áreas degradadas", disse.(Andréa Bertoldi)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Rossi: recurso para financiamento da safra 2010/2011 é o maior da história&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi, detalhou, na manhã desta terça-feira (7), os principais pontos do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2010/2011, que será anunciado hoje, às 15 horas, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Rossi destacou o volume de R$ 100 bilhões em recursos destinados à agricultura empresarial: “É o maior de toda a história e extremamente significativo por conta do crescimento da agricultura brasileira”. Ele ressaltou que nenhum programa do Plano terá aumento de juros. Alguns, inclusive, terão as taxas reduzidas, em comparação com anos anteriores. Ainda segundo o ministro, esta edição do PAP tem enfoque nas questões ambientais e no enfrentamento de alguns gargalos da agricultura brasileira.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;ABC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), que integra o Plano, pretende compatibilizar o aumento da produção de alimentos com as exigências da sociedade à proteção do meio ambiente. O investimento será de R$ 2 bilhões, em iniciativas que estimulam práticas agronômicas de preservação do meio ambiente conjugadas ao aumento da produção. As medidas são: recuperação de áreas degradadas, apoio ao Sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), incentivo ao plantio direto, utilização do mecanismo de fixação biológica do nitrogênio e o plantio de florestas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rossi afirmou que o ABC é uma mudança na concepção da relação entre agricultura e meio ambiente. “Esse conjunto pretende ser uma contribuição efetiva da agricultura para o cumprimento das metas de diminuição de gases de efeito estufa que o Brasil assumiu na COP-15”, anunciou. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;MÉDIO PRODUTOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro ponto colocado em destaque é a atenção ao médio produtor rural, que, segundo o ministro, tem sido um dos esteios da agricultura brasileira. “De certa forma, equilibramos o jogo na área rural, pois o grande produtor e as cooperativas têm seus próprios meios de negociação e autofinanciamento e o pequeno agricultor conta com programa específico, o Pronaf, com o qual se sente protegido”, ponderou. Esse segmento, a partir de agora, contará com mais condições de acesso a crédito e aumento da disponibilidade de recursos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;ARMAZENAGEM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O PAP 2010/2011 tem, ainda, um programa desenhado para dar ao médio produtor a oportunidade de construir armazéns nas fazendas. Segundo o ministro, a vantagem principal, além da diminuição do gargalo logístico, é de possibilitar a venda da produção no momento mais conveniente, sem que o agricultor fique à mercê da especulação de mercado. Para quem produz, por exemplo, cinco mil sacas de milho, a condição de financiamento será de 12 anos, com três de carência e juros de 6,75% ao ano. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;ETANOL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O financiamento para estocagem de etanol passou por uma redefinição neste Plano Agrícola e Pecuário e contará com R$ 2,4 bilhões. Os juros foram reduzidos, passando de 11,25%, para 9%, abaixo da taxa Selic. A iniciativa, disse o ministro, vai diminuir os efeitos da sazonalidade do produto, permitindo maior fidelização dos consumidores na hora de abastecer.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Cooperativas querem mais recursos para a safra agrícola&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Evandro Ninaut estima que a agricultura comercial necessitará de R$ 140 bilhões para a próxima safra, enquanto o governo está oferecendo R$ 100 bilhões.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O volume de recursos do Plano Agrícola e Pecuário 2010/2011, lançado hoje (7) pelo governo, não será suficiente para as necessidades do setor agrícola, afirma o gerente de mercados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Evandro Ninaut. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo ele, a estimativa feita pela entidade é de que a agricultura comercial necessitará de R$ 140 bilhões para a próxima safra, enquanto o governo está oferecendo R$ 100 bilhões. "Com esses recursos, R$ 40 bilhões terão que vir do próprio produtor. Apesar de ser o maior volume já disponibilizado, achávamos que o governo fosse liberar mais, pois isso não é suficiente para a necessidade da agricultura moderna".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No entanto, ele avalia que os R$ 2 bilhões destinados ao Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Agropecuária (Prodecoop) e mais R$ 2 bilhões ao Programa de Capitalização de Cooperativista Agropecuárias (Procap-Agro) mostram a importância conquistada pelo setor nos últimos anos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Esses recursos mostram que o governo tem visto o setor cooperativista de forma diferenciada e que o setor está em alta no governo".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar disso, Ninaut disse que há dificuldade de acesso a esses recursos. Segundo ele, o governo não anunciou nenhuma medida nova para reduzir as exigências que os bancos fazem para liberar os empréstimos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Geralmente, para pegar R$ 1, temos que deixar R$ 2 como garantia, mas esses já estão comprometidos com outras dívidas. Precisamos que o governo role as dívidas deste ano, pelo menos, para facilitar acesso a esses recursos".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Lideranças esperavam mais do Plano de Safra&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Setor aprova medidas anunciadas, mas reclama de logística e limitações no modelo de crédito.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As medidas do novo Plano de Safra 2010/11 são boas, mas ainda insuficientes para permitir ao setor rural a superação de antigas amarras da política agrícola. Dirigentes do setor avaliam que o oitavo e último pacote da gestão Luiz Inácio Lula da Silva, que prevê R$ 100 bilhões ao segmento empresarial, ignorou questões estruturais, como a crônica deficiência logística e de infraestrutura para o escoamento da produção, além das limitações do atual modelo de crédito rural, baseado no aumento da oferta de recursos, e não na garantia de renda do produtor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parte do setor reconhece méritos no "esforço do governo", mas ainda critica a falta de solução para questões simples, como exigências excessivas de garantias reais aos financiamentos, cobertura limitada do seguro rural, timidez dos estímulos à industrialização da produção e juros finais altos - 6,75% ao ano para custeio agropecuário. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Apesar de aumentar o volume de crédito, o governo deixou passar incentivos à agregação de valor, não deu mais capital de giro. Além disso, ficamos com um juro [6,75% para custeio] de quando a Selic estava em 18% ao ano", aponta o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas. "Não está ruim, mas poderia ser bem melhor". As cooperativas queriam um novo programa de investimentos para agregação de valor às commodities. "A real necessidade do setor seria de uns R$ 150 bilhões".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em ano eleitoral, a Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA) deixou de apresentar o documento geral com as reivindicações dos produtores ao governo como fazia nos últimos anos. Mesmo assim, o presidente da Comissão de Grãos, Fibras e Cereais, o goiano José Mário Schreiner, considera "louváveis" alguns pontos do Plano de Safra, como os estímulos à recuperação de áreas degradadas e aos médios produtores, mas aponta as deficiências. "O crédito para armazéns ainda não resolve porque o retorno é lento e tem impacta sobre o limite individual. É um esforço louvável, mas ajuda pouco porque os produtores estão condições de elevar os limites de crédito", afirma Schreiner. "Temos que mudar o modelo de crédito rural, buscar uma nova política agrícola".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os produtores do Centro-Oeste também apontam avanços, mas reivindicam ajustes. "O plano é bom, houve bom aumento de recursos, o que atende bem ao Sul e Sudeste", avalia o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Glauber Silveira da Silva. O programa para os médios produtores, que prevê R$ 5,65 bilhões, "é importante", segundo ele. E as ações de sustentabilidade, reunidas sob o programa "Agricultura de Baixo Carbono", são "um passo positivo" para recuperar áreas. "Mas em regiões como Bahia, Piauí, Goiás, Mato Grosso do Sul esse plano atende pouco porque o limite individual de crédito ainda é baixo", afirma. O módulo médio dos produtores dessas regiões soma 1 mil a 1,5 mil hectares. "Precisaria de R$ 1,2 milhão a R$ 2 milhões de limite", receita. Os limites para a soja subiram de R$ 450 mil para R$ 500 mil por beneficiário. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Sociedade Rural Brasileira (SRB) avalia que o governo ainda não entendeu a real extensão dos benefícios do seguro rural. "Não conseguimos ter uma política de seguro rural para manter renda ao produtor", critica o presidente da SRB, Cesário Ramalho. "Além disso, estamos estatizando demais o crédito na mão do Banco do Brasil, muito dos R$ 92,5 bilhões não foram liberados e o ' mix ' de juros dá uma média de 15% ao ano, o que é uma exorbitância, o mais caro do mundo", afirma.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em defesa do último Plano de Safra sob seu governo, o presidente Lula afirmou ontem, na sede da Embrapa, ter feito muito pela agricultura do país. "Tenho convicção de que tivemos avanço extraordinário no governo, no meio empresarial, na agricultura familiar e na Embrapa", disse, ao lado do ministro da Agricultura, Wagner Rossi. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Tivemos cuidado para não criar esqueletos e não precisamos ficar discutindo as desgraças de outras épocas que não foram resolvidas", afirmou, em referência às complexas renegociações de dívidas rurais. Mas Lula admitiu que falta avançar na autossuficiência do país na produção de fertilizantes e na imposição de regras para evitar "abusos" na compra de terras por estrangeiros. "A agricultura está predestinada, chegou a hora e a vez de ser o celeiro do mundo, além de vender máquinas e alimentos para a África e a América Latina", vaticinou o presidente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Crédito rural cresce 270% em sete anos e atinge R$ 100 bilhões&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os produtores rurais brasileiros terão R$ 100 bilhões para financiar a próxima safra. O volume de recursos, um recorde na história do País, faz parte do Plano Agrícola e Pecuário 2010/2011 (PAP), lançado nesta segunda-feira (7), em Brasília, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi. O valor representa crescimento de 8% em relação ao disponibilizado no ano passado e de 270% ao do ciclo agrícola 2003/2004. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Somado aos recursos destinados à agricultura familiar, o montante fixado pelo governo para a agricultura brasileira será de R$ 116 bilhões. O dinheiro será investido na produção agropecuária do ano agrícola 2010/2011. De acordo com Wagner Rossi, desde 2003, houve aumento de 256% do crédito rural disponível para as agriculturas empresarial e familiar. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“O crescimento de R$ 72,9 bilhões do crédito rural para agricultura comercial, em sete anos, mostra o compromisso do governo federal com o produtor e com o abastecimento alimentar do Brasil e dos cerca de 200 países para onde exportamos”, diz Rossi. “Uma característica marcante deste plano é que, mesmo em um momento de elevação dos juros da economia, nenhum foi majorado para a agricultura, o que representa, portanto, ganho para o produtor”, avalia o ministro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo Rossi, a ampliação dos recursos veio acompanhada do incentivo à produção sustentável. “O Brasil é referência em sistemas produtivos eficientes, que respeitam o meio ambiente. Prova disso é o fato de termos ampliado a produção de grãos em quase 24 milhões de toneladas, a partir de 2003, enquanto a área plantada cresceu apenas 3,6 milhões de hectares”, completa. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Destaques - Um dos destaques do novo plano é a criação do programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), que terá R$ 2 bilhões para financiar práticas na lavoura que reduzam a emissão dos gases de efeito estufa, como o Sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta e a recomposição de áreas de preservação ambiental. Além desse valor, o agricultor que adotar sistemas de plantio direto na palha poderá obter, ainda, 15% a mais do valor do limite dos financiamentos de custeio, o que significa até R$ 2 bilhões adicionais para aplicar na lavoura.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra inovação do plano é o lançamento do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), que vai destinar R$ 5,65 bilhões exclusivamente para a classe média do campo. E, para ampliar a capacidade de armazenamento nas fazendas, os recursos do Programa de Incentivo à Irrigação e à Armazenagem (Moderinfra) foram dobrados, passando de R$ 500 milhões para R$ 1 bilhão. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Custeio e comercialização - Para financiar o custeio e a comercialização da safra, o governo vai direcionar R$ 75,6 bilhões, 14% a mais que o disponível no ciclo 2009/2010. Deste total, R$ 60,7 bilhões serão financiados a juros controlados (taxas fixas) de, em média, 6,75% ao ano, representando aumento de R$ 6,5 bilhões, comparando com o PAP anterior. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Investimento - Houve ganho de 29% no valor total dos programas de investimento para a safra 2010/2011. São R$ 18 bilhões para estimular, principalmente, o aumento da armazenagem nas propriedades rurais, sistemas produtivos sustentáveis e fortalecimento do médio agricultor. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apoio à comercialização - Estão programados R$ 5,2 bilhões para apoiar a comercialização da nova safra, valor quase 190% superior ao disponível em 2003, quando foi destinado R$ 1,8 bilhão. Os recursos poderão ser utilizados em instrumentos, como aquisição direta, contratos de opção de venda e pagamento de prêmios para o escoamento do produto a regiões deficitárias. Essas operações reduzem a volatilidade de preços e garantem renda mínima ao produtor. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seguro rural - Desde 2005, quando o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) foi instituído, seu orçamento subiu de R$ 2,3 milhões para R$ 259,6 milhões, em 2009. Para este ano, estão programados R$ 238,7 milhões e a expectativa do Ministério da Agricultura é liberar crédito suplementar para possibilitar o atendimento integral da demanda por subvenção. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o programa, o governo paga parte da apólice do seguro rural, viabilizando o recurso para milhares de produtores. Atualmente, 6,7 milhões de hectares ou 11% da área plantada estão cobertos pelo seguro rural. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Zoneamento agrícola - O número de culturas incluídas no zoneamento agrícola aumentou 344% desde a safra 2004/2005, quando os estudos foram iniciados. Para o ciclo 2010/2011, 40 produtos serão estudados, 25% a mais que o contemplado na safra 2009/2010. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O zoneamento é uma ferramenta importante de gestão de risco, pois indica o melhor período e as regiões mais aptas ao plantio de determinada cultura, reduzindo a exposição a efeitos climáticos adversos e assegurando, pelo menos, 80% de probabilidade de sucesso na safra. Dentre as novas culturas englobadas nos estudos, este ano, estão citros, gergelim e palma forrageira. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estocagem de etanol - O setor sucroalcooleiro contará com R$ 2,4 bilhões para investir na estocagem de etanol. O programa será operado com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a juros anuais de 9%. O objetivo da linha de crédito é a redução das flutuações sazonais de preços do biocombustível com a formação de estoques que podem evitar riscos de desabastecimento durante a próxima entressafra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Plano Agrícola e Pecuário 2010/11: em quais propósitos acreditar?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Por Telmo Heinen consultor da Abrasgrãos&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O PAP safra 2010/11 lançado na última segunda-feira (7) com toda pompa e circunstância, assemelhou-se ao lançamento dos PAC’s – pura meta de intenções. Soma-se uma série de investimentos, maioria das vezes necessários, mas ao cabo os valores revelam-se hipotéticos. Entre os Ministérios envolvidos atinge-se a fabulosa quantia de R$ 116 bilhões, uma soma impressionante quando comparada ao inicio do Governo Lula em 2003 de 20 e poucos bilhões. Podemos dar a este valor a conotação de um “limite” de crédito tal qual o de qualquer cliente bancário. Acessá-lo fica condicionado a múltiplos detalhes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O primeiro deles e mais substancial é a chamada “Capacidade de Pagamento” ou seja como ela é impossível de ser comprovada diante da inexistência de renda positiva, o que o agente financeiro faz? Curiosamente reduz o valor financiado. Exemplificando, um proponente qualquer apresenta um projeto orçado em R$ 2.000,00 para cultivar um (1,0) hectare de milho mas o faturamento da colheita máxima prevista sequer atinge o valor do orçamento que engloba o gasto verdadeiro. Então digamos que o Banco decide reduzir o limite financiavel para apenas 70,0 % daquele orçamento de R$ 2.000,00 ou seja R$ 1.400,00 fazendo com que esteja tudo dentro dos melhores preceitos da boa aplicação do crédito. Como o Banco fica com o PENHOR da safra, qualquer faturamento acima de R$ 1.400,00 será suficiente para cobrir o financiamento + os juros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde a semana passada muitos agricultores do Paraná que haviam depositado feijão em armazéns credenciados pela CONAB com a finalidade de fazer AGF (Aquisição do Governo Federal) foram avisados por mentores oficiais – “aconselhados” a retirarem o seu produto e vendê-lo ao mercado uma vez que o Governo não dispõem de dinheiro embora conste no Orçamento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda sob este aspecto, diante da abundância de milho que temos no país, aviltando os preços médios para R$ 7,00 no MT, R$ 12,00 no MS, GO e noroeste de MG e 14,00 na Bahia por sc de 60 kg quando os preços mínimos são respectivamente de R$ 13,98; 17,46 e 19,04 – onde a solução seria o enxugamento do mercado via AGF, o Governo um dia altera a regra, anunciando pomposamente que aumentou o AGF de 3.300 sc por produtor para 10.000 sc por produtor no MT e no GO e dias depois diz que não tem verba e mais alguns dias depois anuncia um pomposo Plano para a safra seguinte...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Em qual dos propósitos dá para acreditar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como se vê, fazendo-se uma leitura do panorama o governo sabe muito bem “posar” de grande benemérito mas para isto conta com um grande abobalhamento midiático, anunciando enormes resultados – que de fato existem – mas que deixam um funesto rastro de dívidas, geradas pela falta de renda dos produtores.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Única novidade digna de citação é o estimulo ao investimento em armazenagem a nível de Fazenda – que na prática poderá fracassar se não houver facilidade para obtenção de Licença Ambiental para a finalidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-942856765544797220?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/942856765544797220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=942856765544797220' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/942856765544797220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/942856765544797220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/06/plano-safra-tem-100-bi-mas-parece-que.html' title='Plano safra tem 100 bi, mas parece que não é tão bom assim'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-3923446438059547853</id><published>2010-06-13T09:48:00.002-03:00</published><updated>2010-06-13T10:00:02.566-03:00</updated><title type='text'>Soja sustentável - o problema não é produzir, mas sim vender...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em reportagem de Luiz Silveira do &lt;a href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/preco-de-venda-e-o-novo-desafio-da-soja-sustentavel_84689.html"&gt;Brasil Econômico&lt;/a&gt;, nos é mostrada a situação atual das discussões em torno da soja certificada de acordo com padrões de sustentabilidade. Como sempre em situações de início de um novo mercado, parece que o difícil não é produzir, mas sim encontrar um preço justo para ambos lados. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Preço de venda é o novo desafio da soja sustentável&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Encerradas as discussões sobre a certificação privada global para a soja sustentável, produtores e compradores iniciam as negociações comerciais sobre o diferencial de preço do novo produto.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Os problemas reais começam quando os produtos feitos com a soja certificada chegarem ao mercado", diz o diretor de agricultura sustentável da Unilever, Jan-Kees Vis.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A certificação aprovada na quinta-feira pelos 140 membros da associação Round Table on Responsible Soy (RTRS) prevê 27 critérios de análise, com um total de 90 indicadores nas áreas legal, social e ambiental.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Mesmo para uma empresa do porte da SLC, houve dificuldades e quatro não-conformidades com a certificação durante os testes", diz o gerente de sustentabilidade da SLC Agrícola, Álvaro Dilli.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Basicamente, os produtores querem agora ver os benefícios concretos que podem ter em certificar sua produção.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dilli ressalta que o Brasil, com uma legislação ambiental mais rigorosa que a maioria dos outros países, terá ainda mais dificuldade em conseguir a certificação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Afinal, as fazendas precisam estar estritamente dentro das leis do país para conseguir o selo verde.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por outro lado, as companhias consumidoras de soja argumentam na associação que há outros benefícios que compensam os custos da certificação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"O agricultor precisa ampliar o controle do processo produtivo e assim ganha eficiência", diz o diretor mundial de agricultura sustentável da Unilever, Jan-Kees Vis.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, o selo motivaria os compradores a firmar contratos de longo prazo com os agricultores, aumentando a previsibilidade de receita e barateando o crédito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Sete em cada dez critérios da certificação trazem redução de custo, e só três geram aumento", complementa Jason Clay, da ONG World Wildlife Fund (WWF).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas Vis, da Unilever, reconhece que em um primeiro momento será preciso pagar mais pela soja certificada para estimular a sua produção. "Sabemos que o mercado terá que dar um incentivo, pelo menos no início."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A queda de braço, portanto, passou do campo técnico e teórico para o comercial. Foi justamente a falta de clareza sobre os prêmios para a soja certificada que motivaram a saída da Associação de Produtores de Soja do Mato Grosso (Aprosoja) da associação, em abril.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Peso-pesados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ideia da associação é criar um padrão internacional de sustentabilidade na produção de soja, diante do impacto de temas como o desmatamento da Amazônia no próprio Mato Grosso junto aos consumidores europeus.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os membros da associação somam cerca de 40% da produção mundial de soja, incluindo nomes como Grupo Maggi, SLC Agrícola, ADM, Bunge, Cargill, Louis Dreyfus, Unilever, Carrefour e Shell.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Organizações não-governamentais e bancos como Santander e Rabobank também são associados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A SLC Agrícola, o grupo Maggi e outras grandes empresas de grãos testaram na última safra a produção de soja seguindo os parâmetros da certificação, e devem plantar no segundo semestre a primeira safra comercial com a nova certificação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No mundo, foram 600 mil toneladas de soja produzidas em teste dentro dos critérios. O volume equivale a cerca de 0,25% da produção mundial.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de fazer alterações pontuais no texto das exigências, a assembleia geral da associação realizada quinta-feira em São Paulo manteve os pontos centrais, como a proibição do plantio em áreas desmatadas depois de maio de 2009.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-3923446438059547853?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/3923446438059547853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=3923446438059547853' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/3923446438059547853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/3923446438059547853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/06/soja-sustentavel-o-problema-nao-e.html' title='Soja sustentável - o problema não é produzir, mas sim vender...'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-5856084716873240502</id><published>2010-06-12T06:56:00.004-03:00</published><updated>2010-06-12T07:17:35.791-03:00</updated><title type='text'>JBS-Friboi é empresa com maior atuação internacional</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pesquisa conduzida pela Fundação Dom Cabral e publicada no &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/negocios/noticias/jbs-friboi-empresa-brasileira-mais-internacionalizada-567660.html?page=1"&gt;Portal Exame&lt;/a&gt; mostra que o frigorífico JBS-Friboi é a empresa brasileira mais internacionalizada com mais de 80% das vendas realizadas fora do país. Podemos verificar na notícia que segue abaixo na íntegra que Marfrig e Suzano também estão entre as 10 mais:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;JBS-Friboi é a empresa brasileira mais internacionalizada&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Entre 400 empresas avaliadas pela Fundação Dom Cabral, frigorífico se destaca com 83,6% de vendas e 64% dos funcionários no exterior&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:small;"&gt;Marcio Orsolini, de EXAME.com&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São Paulo - A Fundação Dom Cabral divulgou na manhã desta quarta-feira (9/6) a quinta edição do Ranking das Transnacionais Brasileiras, estudo que mostra quais são as companhias nacionais mais internacionalizadas. O estudo avaliou 400 empresas de 71 setores, com base na média de três indicadores: receitas, ativos e número de funcionários em outros países.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A JBS-Friboi foi a companhia que apresentou maior índice de internacionalização neste ano, com 83,6% de vendas geradas pelo exterior, onde também estão 64% de seus funcionários. Apesar de atuar em sete países nos cinco continentes, ela tem apenas 37,3% de seus ativos fora do Brasil. "Isso se deve ao grande crescimento também no mercado doméstico, onde a empresa aumentou em 143% seus ativos, principalmente após a aquisição da concorrente nacional Bertin, em setembro do ano passado", afirma a Fundação em seu relatório.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em segundo lugar, está a Gerdau, campeã na edição passada. A siderúrgica registrou 48,2% de suas vendas, 54,4% de seus ativos e 46% de seus empregados no exterior, como resultado de suas operações em 14 países. A maior produtora de aços longos da América Latina tem se posicionado de forma cautelosa no cenário pós-crise, com o adiamento de novas operações no exterior. Segundo a Fundação, o impacto da crise não alterou a solidez da empresa frente ao processo de internacionalização.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Outros setores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O instituto de pesquisa Ibope aparece na terceira posição, com 32,1% de receita, 50,7% de ativos e 54,1% de funcionários no exterior. O instituto opera em 14 países e adquiriu em janeiro a empresa americana Zogby International. "Com a sazonalidade das pesquisas eleitorais, o instituto espera um crescimento no mercado doméstico em 2010", diz a Fundação. "Há um otimismo quanto ao aumento da demanda por pesquisas de mercado em todo o mundo, uma vez que, com a crise, um maior número de empresas realiza testes nos produtos antes de lançá-los."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As instituições financeiras ficaram de fora da metodologia utilizada por terem aspecto diferenciado da função econômica de seus ativos. O Banco do Brasil respondeu à pesquisa da Fundação Dom Cabral. Caso estivesse na listagem, o banco estaria na 28ª posição, com 4,7% de receitas, 6,7% de ativos e 0,07% de funcionários no exterior. Entretanto, o grande destaque do Banco do Brasil é sua presença em 23 países.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar da crise econômica sentida por todos os setores em 2009, 15 empresas aumentaram seu índice de internacionalização em relação 2008. Mesmo assim, a média das 40 empresas que responderam à pesquisa caiu de 0,171 para 0,160.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Confira quais são as empresas mais internacionalizadas do Brasil:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TBNeGmHFEUI/AAAAAAAABD0/PGllVk1WxBk/s1600/Slide1.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TBNeGmHFEUI/AAAAAAAABD0/PGllVk1WxBk/s400/Slide1.JPG" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5481828638842491202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-5856084716873240502?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/5856084716873240502/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=5856084716873240502' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/5856084716873240502'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/5856084716873240502'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/06/jbs-friboi-e-empresa-brasileira-mais.html' title='JBS-Friboi é empresa com maior atuação internacional'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TBNeGmHFEUI/AAAAAAAABD0/PGllVk1WxBk/s72-c/Slide1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-2062765320645445675</id><published>2010-06-08T21:59:00.006-03:00</published><updated>2010-06-08T22:29:23.169-03:00</updated><title type='text'>Leite em pó tem relação com petróleo?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Em um artigo publicado na LeiteDPA de fevereiro de 2010 de autoria de Aline Ferro do CEPEA-ESALQ, ela estuda a correlação entre os preços do barril de petróleo e os preços do leite em pó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais produtores de leite são poucos e em 2008, segundo dados da FAO, cerca de 60% do total foi exportado por: EUA, União Européia, Austrália e Nova Zelândia. Por outro lado, os oito maiores compradores demandaram, também segundo dados da FAO de 2008, cerca de 43% do total comercializado mundialmente. Estes países são: Rússia, Venezuela, México, Argélia, China, Arábia Saudita, Estados Unidos e Indonésia, que são grandes produtores de petróleo, representando 51% do total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A correlação obtida entre os preços do petróleo e os preços médios de exportação do leite no Oeste da Europa, dados obtidos pelo USDA, entre janeiro de 2003 e outubro de 2008, mostrou-se igual a 0,76. Os valores possíveis de correlação variam entre -1 e +1 e quanto mais próximo de +1, mais forte é a correlação entre as variáveis. Os dados podem ser visualizados no Gráfico 1:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TA7p5qvV17I/AAAAAAAABDs/B5h89pA9KWc/s1600/graf1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480574973491140530" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 345px; CURSOR: hand; HEIGHT: 193px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TA7p5qvV17I/AAAAAAAABDs/B5h89pA9KWc/s400/graf1.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;/a&gt;Como grande parte das exportações brasileiras de leite destinam-se à países produtores de petróleo, podemos ver pelo Gráfico 2 que o volume total exportado possui correlação positiva com os preços de petróleo. Entre os anos de 2003 e 2009 a correlação foi de 0,625, mostrando esta relação significativa entre as variáveis. Podemos também verificar que em 2009 ocorreu uma queda significativa das exportações. Esta queda não ocorreu nos preços do petróleo e pode ter ocorrido por problemas de valorização cambial e também devido à queda no preço do petróleo. Os principais compradores: Venezuela, Angola e Argélia, eram responsáveis por 56% de nossas exportações em 2008 e com a crise em 2009 cairam para cerca de 40%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TA7p5NLAsLI/AAAAAAAABDk/q3y_dSc-DTc/s1600/graf2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480574965554131122" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 344px; CURSOR: hand; HEIGHT: 152px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TA7p5NLAsLI/AAAAAAAABDk/q3y_dSc-DTc/s400/graf2.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;/a&gt;Como existe um cenário positivo para os preços do petróleo em 2010 devido à demanda crescente sem consequente crescimento da produção, espera-se que este aumento do preço do barril acabe sendo transferido para o preço do leite e consequentemente uma maior remuneração ao produtor. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-2062765320645445675?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/2062765320645445675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=2062765320645445675' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/2062765320645445675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/2062765320645445675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/06/leite-em-po-tem-relacao-com-petroleo.html' title='Leite em pó tem relação com petróleo?'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/TA7p5qvV17I/AAAAAAAABDs/B5h89pA9KWc/s72-c/graf1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-7236762654866564647</id><published>2010-05-31T21:13:00.002-03:00</published><updated>2010-05-31T21:17:16.297-03:00</updated><title type='text'>Potência instalada de cogeração passa de 3.000 MW</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento) orgão vinculado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento está fazendo levantamento do potencial instalado em cogeração de energia elétrica baseado na queima do bagaço de cana conforme podemos ver na notícia abaixo do &lt;a href="http://www.energiahoje.com/online/eletrica/termo/2010/05/28/411491/dados-oficiais-de-cogeracao.html"&gt;Portal EnergiaHoje&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Dados oficiais de cogeração&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Conab, órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), está concluindo o levantamento que passará a ser divulgado todo ano juntamente com os resultados consolidados das safras de cana. Pela primeira vez o potencial real de cogeração de energia elétrica no setor sucroalcooleiro em nível nacional se tornará público nos próximos meses. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Serão informados os dados de geração de energia elétrica efetivamente comercializada e não-comercializada, segundo informou o técnico da Conab, Ângelo Bressan Filho. Ao longo do ano passado e início deste ano os técnicos da companhia visitaram todas as usinas de cana do país – 411 unidades - e vão repetir o procedimento periodicamente. Só em São Paulo foram pesquisadas diretamente 170 usinas, num total de 3.039 MW de capacidade instalada. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desse total, somente 58 comercializam energia excedente. O estudo também informará qual o volume de energia que as instalações mais antigas deixam de produzir por contarem apernas com caldeiras de baixa pressão de 21 bar (A.C.S)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-7236762654866564647?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/7236762654866564647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=7236762654866564647' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/7236762654866564647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/7236762654866564647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/05/potencia-instalada-de-cogeracao-passa.html' title='Potência instalada de cogeração passa de 3.000 MW'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-3036494943308931649</id><published>2010-05-30T09:58:00.003-03:00</published><updated>2010-05-30T10:10:14.850-03:00</updated><title type='text'>Será que Cuba voltará a ser um player em açúcar?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As mudanças em curso na indústria açucareira cubana possibilitaram o retorno deste país ao destaque que tinha no passado? Encontrei no &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=67947"&gt;Notícias Agrícolas&lt;/a&gt; e no &lt;a href="http://netmarinha.uol.com.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=28053:cuba-deve-abrir-parte-de-seu-setor-de-acucar&amp;amp;catid=15:outras&amp;amp;Itemid=7"&gt;NetMarinha&lt;/a&gt; duas notícias para ilustrar este cenário:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Abertura "açucareira" cubana vai depender de regras e embargos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Agroenergia: País é impedido de vender açúcar dentro da cota americana, que paga até 40% mais que mercado&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de abrir boas perspectivas de investimento para grupos sucroalcooleiros estrangeiros, inclusive brasileiros, a reestruturação do setor açucareiro de Cuba, em curso, ainda é motivo de incertezas que tendem a deixar qualquer plano concreto para um futuro não tão imediato.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com condições excepcionais de clima e solo para o plantio de canaviais, tradição em pesquisa e exportação e uma localização geográfica invejável, Cuba atrai potenciais interessados não só pelo açúcar, mas também pelo etanol. Em contrapartida, dizem fontes ligadas ao setor no Brasil, questões relacionadas à regulação do mercado na ilha e embargos comerciais liderados pelos EUA ainda esfriam mesmo os mais entusiasmados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A 140 quilômetros da costa americana, Cuba parece estar abrindo de vez seu setor canavieiro, que chegou a ser o maior exportador mundial de açúcar. No auge, na década de 80, a ilha produzia 8 milhões de toneladas de açúcar por safra, mas veio a dissolução da URSS, até então sua maior parceira, e o derretimento começou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2010, mais de dez anos após o fim do apoio soviético - que comprava açúcar cubano a preços bem acima dos praticados no mercado e vendia petróleo a valores abaixo das cotações mundiais - , Cuba deverá produzir 1,3 milhão de toneladas. Daí a necessidade de abertura a investidores privados, inclusive estrangeiros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cuba já teve mais de 170 usinas de açúcar, mas até 2002 fechou 71. Na safra passada, apenas 44 rodaram, segundo a Organização Internacional do Açúcar (OIA). Outras 20 estão sendo mantidas em condições de funcionamento para utilização no futuro - mas de acordo com especialistas, pouco há de aproveitável nas antigas estruturas do envelhecido parque industrial cubano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Somente para retomar a produção de 8 milhões de toneladas de açúcar, seria preciso reconstruir um parque industrial capaz de processar 60 milhões de toneladas de cana - ou seja, implantar uma estrutura com tamanho equivalente ao da brasileira Cosan, líder global do setor. Só o investimento industrial é estimado em R$ 12 bilhões - considerando um custo médio de R$ 200 por tonelada de processamento implantada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Luiz Custódio Martins, que dirigiu por três anos o hoje extinto Geplacea (Grupo Executivo dos Países Latino-Americanos e do Caribe Exportadores de Açúcar), diz que os empresários no Brasil estão com um olho na forma como o governo cubano vai liberar a entrada de capital estrangeiro no ramo, incluindo açúcar, etanol e energia, e outro no fim do embargo de Washington ao país caribenho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Custódio, que preside o Siamig, entidade que reúne os usineiros de Minas Gerais, reconhece o potencial agrícola, científico e logístico de Cuba, e sustenta que são armas importantes para atrair investimentos. "Mas o embargo americano terá de acabar. Além disso, em três anos os EUA terão que importar etanol de segunda geração. E o de cana não tem hoje concorrentes nessa categoria". Em 2009, Custódio fez sua 34ª viagem a Cuba, mas em decorrência de outras parcerias.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além de ressuscitar sua indústria açucareira, o governo cubano sinaliza que quer, sim, diversificar o uso da cana-de-açúcar nos moldes brasileiros, com produção de etanol e cogeração de energia a partir do bagaço. A eletricidade que serve à população cubana é gerada a partir de fontes fósseis, e também são fósseis os combustíveis dos veículos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi de olho neste potencial que a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) iniciou um estudo de mercado para implantar um projeto de cogeração em Cuba. A empresa não forneceu mais detalhes sobre a iniciativa, por estar ainda em fase incipiente, mas confirmou a existência do estudo, segundo informou sua assessoria.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;À disposição de interessados brasileiros está, desde 2008, uma linha de crédito de US$ 600 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para investimentos em Cuba, dividida em quatro tranches de R$ 150 milhões. Foram recursos usados em exportações brasileiras de colheitadeiras e caminhões para a cultura da cana e de arroz, além de algumas operações no setor de fármacos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os recursos de 2010 e 2011 serão integralmente usados nas obras do porto de Mariel, a cargo da Odebrecht. "As relações entre os governos de Brasil e Cuba são favoráveis a essa parceria e os bancos estatais têm linhas de exportação de bens e serviços que podem viabilizar esses investimentos no futuro", afirma Custódio. É esperar para ver. (Fonte: Valor Econômico)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Cuba deve abrir parte de seu setor de açúcar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cuba já foi sinônimo de açúcar. Nos anos 60 e 70, o então ditador Fidel Castro fazia campanhas para o aumento da produção em prol da revolução. Mas a situação mudou e a ilha caribenha está agora buscando investimentos para reviver o setor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Ministério do Açúcar de Cuba será fechado nos próximos meses e substituído por uma corporação estatal, na mais importante reorganização da outrora próspera indústria açucareira do país, desde que ela encolheu drasticamente de tamanho na última década. Segundo fontes do setor, os planos de criação da nova corporação açucareira e revitalização do setor permitirão, entre outras coisas, os investimentos estrangeiros e o fechamento de usinas de açúcar ineficientes. Esses planos devem ser aprovados em breve pelo presidente Raúl Castro. Essas fontes conhecem bem o setor e pediram para não ser identificadas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O fim iminente do ministério parece ser o último capítulo do declínio dramático da indústria açucareira de Cuba, onde o açúcar já reinou, mas hoje responde por menos de 5% da receita cambial.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mais nova iniciativa é parecida a outras reformas agrícolas feitas por Castro, que substituiu o irmão mais velho, Fidel, em 2008, e está tentando aumentar a produção de alimentos afrouxando o controle do governo comunista sobre a agricultura.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A queda de Cuba da posição de maior exportador de açúcar do mundo, cuja produção já atingiu 8 milhões de toneladas de açúcar cristalizado anuais, começou com o colapso da União Soviética em 1991. Desde então, o setor declinou incessantemente e a produção da atual safra deverá ficar em apenas 1,2 milhão de toneladas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, com a reorganização que se aproxima, "no médio prazo eles esperam aumentar a produção para 2,8 milhões de toneladas usando um número menor de usinas", disse uma fonte cubana com grande conhecimento do setor açucareiro. "O rendimento por hectare está atualmente em cerca de 3 toneladas e o objetivo é elevar isso para pelo menos 6 toneladas", acrescentou a fonte. O padrão internacional é de 8 toneladas por hectare.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cuba consome atualmente um mínimo de 700 mil toneladas de açúcar por ano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Corporações parecidas com a que está sendo planejada para cuidar da produção açucareira já operam com sócios estrangeiros na produção de níquel (Cubaniquel), e petróleo e gás (Cubapetroleo), sob o Ministério da Indústria de Base.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda não está claro se a nova companhia do setor açucareiro ficará subordinada ao Ministério da Agricultura ou a alguma outra autoridade governamental.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"A nova estrutura dará àqueles responsáveis pela tomada de decisões no setor mais autonomia e permitirá a eles manter um porcentual das receitas para reinvestimentos", informou um economista cubano, pedindo, assim como as demais fontes, para não ter seu nome revelado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os Estados Unidos, antes da revolução cubana de 1959, e a União Soviética, posteriormente, pagaram preços inflados pelo açúcar cubano para estimular a economia da ilha, de modo que o colapso do bloco soviético atingiu duramente Cuba e sua indústria açucareira.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, as exportações de serviços técnicos são as maiores geradoras de receitas cambiais para Cuba, seguidas de outros serviços como aviação, turismo e comunicações, níquel, produtos refinados de petróleo, produtos farmacêuticos, charutos e só depois o açúcar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2002, num encolhimento dramático daquele que já foi o principal setor da ilha, Cuba fechou e desmanchou 71 de suas 156 usinas de açúcar - todas as 71 construídas antes da revolução. Em seguida, transferiu 60% das terras usadas no cultivo da cana para outros usos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mais de 200 mil dos 400 mil trabalhadores do setor foram transferidos para outros empregos e muitas cidades rurais que dependiam do açúcar ficaram estagnadas, com suas fábricas fechadas marcando o horizonte. Mais usinas fecharam desde então e, na atual safra, apenas 44 estão operando. Outras 20 vêm sendo mantidas em condições de funcionamento para uso futuro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apenas 700 mil hectares de um total de mais de 2 milhões de hectares antes controlados pelo Ministério do Açúcar de Cuba são hoje dedicados ao plantio da cana.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sob Raúl Castro, antigas plantações de cana já foram transferidas para o Ministério da Agricultura e um grande sistema ferroviário para o transporte da cana das plantações para as usinas, e das usinas para os portos, foi transferido para o Ministério dos Transportes. (Com informações Valor Econômico)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-3036494943308931649?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/3036494943308931649/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=3036494943308931649' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/3036494943308931649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/3036494943308931649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/05/sera-que-cuba-voltara-ser-um-player-em.html' title='Será que Cuba voltará a ser um player em açúcar?'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-5697104658331234447</id><published>2010-05-30T09:44:00.001-03:00</published><updated>2010-05-30T09:47:11.442-03:00</updated><title type='text'>CONSECANA para a laranja?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; "&gt;O CONSECANA-SP (Conselho dos Produtores de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de S. Paulo) foi criado para coordenar o relacionamento entre os fornecedores de cana e as usinas de açúcar e álcool em São Paulo, e sem dúvida nenhuma trata-se de um mecanismo excelente que busca remunerar de forma justa os produtores rurais, baseando-se nos preços de mercados dos produtos industrializados (açúcar e álcool). No site da &lt;a href="http://www.unica.com.br/content/show.asp?cntCode={6ED1BE65-C819-4721-B5E7-312EF1EA2555}"&gt;UNICA&lt;/a&gt; encontra-se maiores informações.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; "&gt;A cadeia da laranja, conforme notícia do Valor Econômico que encontrei no &lt;a href="http://www.brasilagro.com.br/v3/index.php?noticias/detalhes/9/27306"&gt;BrasilAgro&lt;/a&gt;, está pensando em fazer o mesmo. Trata-se de uma excelente iniciativa que somente tende a criar um ambiente mais regulado, propício ao crescimento e além disso ajudaria a mudar um pouco a imaginar do setor que é muito concentrado e sofre com a pouca transparência dos dados de produção conforme podemos ver na notícia da revista Exame que também encontrei no &lt;a href="http://www.brasilagro.com.br/v3/index.php?noticias/detalhes/9/27465"&gt;BrasilAgro&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Em busca de um Consecana para a cadeia citrícola&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para tentar harmonizar as relações entre as indústrias de suco e seus fornecedores independentes de laranja, o novo diretor corporativo da Cutrale, Carlos Viacava, defende a criação de algo similar ao Conselho dos Produtores de Cana-de-Açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo (Consecana).&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para mitigar as rusgas na cadeia sucroalcooleira, até certo ponto normais entre fornecedores e clientes, o Consecana criou um modelo de pagamento dos canavieiros baseado em critérios técnicos e no teor de sacarose da matéria-prima entregue. A adoção ao sistema é voluntária, e mesmo assim o conselho tem funcionado com aparente eficácia.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Não adianta querer melhorar a imagem [da cadeia citrícola] só com palavras. É preciso mudar procedimentos, e estamos empenhados nisso", afirmou Viacava ao Valor. Ele acredita que algo nos moldes do Consecana tem potencial para se transformar, no mínimo, em uma referência para a negociação de contratos entre fornecedores de laranja e indústrias de suco, principal foco de problemas no ramo.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para a safra que se inicia (2010/11), Viacava disse que a Cutrale reajustou os contratos novos com fornecedores independentes. Mas os preços subiram desde 2009, e o que hoje é bom pode não ser em 2011/12. Daí a importância de se ter um ambiente saudável de negociações.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Cutrale recebe de seus fornecedores independentes de laranja - o próprio Viacava era um deles - cerca de 30% de sua demanda total. Outro terço vem de suas fazendas próprias, a grande maioria localizada em São Paulo, e o restante pode ser adquirido no mercado spot. O Estado concentra 80% da produção nacional de laranja e um percentual ainda maior das exportações de suco.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além dos preços, Viacava acredita que melhores relações na cadeia produtiva podem acelerar a busca de áreas de produção, o combate a doenças como o greening e a ampliação da demanda doméstica pelo produto, um velho desafio que até hoje mereceu pouca atenção dos exportadores.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Suco de Laranja: Dados? Não adianta espremer&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Brasil é o maior fabricante mundial de suco de laranja. Quanto nós produzimos da fruta? Ninguém sabe. Para os agricultores, a safra de laranja em 2010 deve variar de 270 milhões a 290 milhões de caixas. A informação deveria ser cotejada com os dados da indústria esmagadora. Ocorre que as quatro grandes empresas do setor - Cutrale, Citrosuco, Citrovita e Dreyfus - firmaram posição de não divulgar números. Alegam que uma projeção da colheita geraria especulação. Nem a Secretaria de Agricultura de São Paulo, estado responsável por 80% da produção nacional, conseguiu fazer uma previsão. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A falta de estatística é crônica e reflete a desconfiança que impera no setor - o volume disponível pode determinar preços mais favoráveis aos fazendeiros ou às esmagadoras. Nos Estados Unidos, o Departamento de Agricultura faz estimativas da colheita e do estoque. No fim da safra, os números são conferidos. Curiosamente, os Estados Unidos - os maiores concorrentes do Brasil no setor - costumam ter também a estimativa mais confiável da safra brasileira. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um funcionário do consulado americano em São Paulo obtém os dados que o governo paulista não consegue colher. Resultado: quando alguém precisa saber o tamanho da produção brasileira, o melhor a fazer é perguntar aos americanos.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-5697104658331234447?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/5697104658331234447/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=5697104658331234447' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/5697104658331234447'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/5697104658331234447'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/05/consecana-para-laranja.html' title='CONSECANA para a laranja?'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-3134550494253777355</id><published>2010-05-30T09:22:00.002-03:00</published><updated>2010-05-30T09:26:15.192-03:00</updated><title type='text'>Biorefinaria baseada em biomassa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar das tecnologia abaixo não serem novidade, existem ainda algum questionamento quanto à sua viabilidade. Entretanto, acredito que esta viabilidade chegará e o agronegócio suprirá toda a biomassa necessária. A reportagem abaixo é da Priscila Machado do &lt;a href="http://www.brasileconomico.com.br/noticias/rm-energia-estreia-tecnologia-inedita-a-partir-de-biomassa_83643.html"&gt;Brasil Econômico&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;RM Energia estreia tecnologia inédita a partir de biomassa&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A RM Energia, fruto de uma sociedade entre o Grupo Peixoto de Castro (GPC) e a Senergen, está iniciando a construção de uma biorrefinaria na cidade de Lorena, em São Paulo, para colocar no mercado uma tecnologia inédita.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A proposta da empresa é a produção de energia a partir da biomassa, mas ao invés de usar o tradicional processo de queima, a usina separa a água de diversas matérias-primas por meio de processos termoquímicos, obtendo em cada fase não apenas energia elétrica e térmica como subprodutos utilizados pela indústria química.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O objetivo da unidade que será inaugurada em poucas semanas é fazer demonstrações para os futuros clientes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem está à frente do projeto pioneiro é Roberto Paschoali, ex-presidente da subsidiária brasileira do Lloyds Bank. Após anos no mercado financeiro, o empresário está animado para começar a lucrar com o novo negócio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Paschoali é sócio diretor da Senergen e da RM e diz ter nas mãos "uma tecnologia nova, emergente e poderosa".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em menos de dois meses ele irá inaugurar um centro integrado de processamento de biomassa na área ao lado de onde a RM está instalada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Começamos a desenvolver projetos de energia renováveis e partimos atrás de soluções que viabilizassem os projetos dos clientes. Viajamos tanto e encontramos a resposta no Brasil", disse Paschoali.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com a tecnologia desenvolvida, o objetivo da RM agora é comercializá-la. Paschoali conta que, quando realiza a venda, a companhia é responsável por todo o projeto, montagem e administração e que as empresas que irão fabricar o reator já estão sendo certificadas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Exportações também estão em foco e a tecnologia já foi patenteada em mais de 50 países.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Trajetória&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A RM foi criada em 1989 para apoiar a pesquisa e desenvolvimento da tecnologia Probem - Programa de Biomassa, Energia e Materiais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O primeiro investidor foi o Grupo Peixoto de Castro, que atua há mais de 80 anos nas áreas química e petroquímica. Em outubro de 2009 a Senergen, criada em 2008 para desenvolver, implantar e operar usinas de geração de energia limpa e renovável, comprou 50% de participação na RM.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante 20 anos a empresa apenas recebeu investimentos, cerca de R$ 30 milhões, que foram usados, basicamente, para manter a equipe formada por pesquisadores da Escola de Engenharia de Lorena, da Universidade de São Paulo (USP).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este ano a companhia instalou o primeiro reator em escala industrial para o grupo Arroz Pilecco, em Alegrete, no Rio Grande do Sul. A usina tem capacidade de processamento de 90 toneladas de casca de arroz por dia para produção de energia elétrica e sílica pura.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Tecnologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste processo, que emprega o processamento por pré-hidrólise ácida da biomassa, é gerado um caldo orgânico (que pode ser composto por lixo orgânico, resíduos de madeira, bagaço de cana-de-açúcar, pneus inservíveis, dejetos de animais, etc) que pode ser transformado em produtos úteis à indústria química, como o etanol.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além deste pré-hidrolisado, também é gerado um produto sólido que pode ser transformado em pó, chamado celulunigna.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A queima deste produto é semelhante à do gás, sendo possível a utilização do mesmo como combustível para caldeiras e geração elétrica em turbinas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-3134550494253777355?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/3134550494253777355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=3134550494253777355' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/3134550494253777355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/3134550494253777355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/05/biorefinaria-baseada-em-biomassa.html' title='Biorefinaria baseada em biomassa'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-8183120022541132579</id><published>2010-05-24T21:52:00.002-03:00</published><updated>2010-05-24T21:59:59.670-03:00</updated><title type='text'>Estrangeiros tem participação importantes nas usinas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Complementando o post anterior, encontrei os artigos do &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/negocios/noticias/participacao-estrangeiros-acucar-alcool-triplica-tres-anos-561944.html"&gt;Portal Exame&lt;/a&gt; e do &lt;a href="http://www.brasilagro.com.br/v3/index.php?noticias/detalhes/12/27603"&gt;BrasilAgro&lt;/a&gt; que comentam sobre a participação de capital internacional em operações de açúcar e álcool no Brasil:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Participação de estrangeiros em açúcar e álcool triplica em três anos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Crise do setor e boas perspectivas do etanol incentivaram a entrada do capital externo em 22% das usinas&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;São Paulo - A participação de estrangeiros no setor de açúcar e álcool triplicou nos últimos três anos. Na safra 2007/2008, apenas 7% das usinas contavam com alguma presença de capital externo - seja como controlador, seja como minoritário. Já na safra 2010/2011, essa porcentagem deve chegar a 22%. A estimativa é de um estudo da União da Indústria da Cana de Açúcar (UNICA) citada pelo consultor Eduardo Chaim, da Dextron.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chaim também coordenou uma pesquisa sobre o setor. O trabalho mostra que a tendência é de aumento da participação estrangeira entre os maiores grupos do setor, à medida que a concorrência se torne mais acirrada. Gigantes como a americana ADM, a britânica British Petroleum e a Noble Group, de Hong Kong, devem investir na ampliação de suas operações locais. Para Chaim essa competição vai melhorar a competitividade do setor, porque os estrangeiros contam com estruturas mais profissionais e ferramentas de gestão mais modernas que a maioria das empresas brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo não detectou nenhuma preferência dos grupos estrangeiros por usinas maiores ou menores. A Shell, por exemplo, entrou no setor por meio de uma joint-venture com a Cosan, que é a segunda maior empresa do setor, já a British Petroleum adquiriu 50% da usina Tropical Bioenergia, segundo Chaim, que não está entre as maiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não quer dizer que os estrangeiros estejam fora das primeiras posições do ranking do setor. A pesquisa lembra que, dos cinco maiores grupos sucroalcooleiros do país, quatro contam com estrangeiros em seu capital – a Cosan, Louis Dreyfys, Bunge e Guarani.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Histórico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As primeiras incursões estrangeiras no setor ocorreram no início desta década, com a chegada dos franceses Louis Dreyfus, em 2000 e Tereos em 2002. A entrada de empresas estrangeiras se intensificou a partir de 2005, quando o etanol despontou no mercado internacional como uma fonte de energia renovável, impulsionado pela alta do petróleo, segundo Chaim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empresas de diversos países atuam no setor sucroalcooleiro brasileiro, segundo a Dextron, como China (Noble), Espanha (Abengoa), Estados Unidos (ADM, Bunge), França (Louis Dreyfus, Tereos), Holanda (Shell), Inglaterra (British Petroleum, Clean Energy Brazil) e Japão (Mitsubishi, Sojitz).(Beatriz Olivon da Exame.com)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Estrangeiros já controlam as maiores do setor sucroalcooleiro no Brasil&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Estudo da Dextron aponta ainda que a tendência é de aumento da participação do capital estrangeiro nos grande grupos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quatro dos cinco maiores grupos sucroalcooleiros que atuam no Brasil – Cosan, Louis Dreyfus, Bunge e Guarani – possuem pelo menos 50% de controle estrangeiro. Essa é uma das conclusões de um estudo sobre a concentração de mercado no setor sucroalcooleiro desenvolvido pela Dextron Management Consulting, consultoria especializada em estratégia de negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nos últimos cinco anos, o boom do etanol no cenário internacional e a forte posição competitiva do Brasil nesse mercado resultaram em uma série de investimentos de grupos estrangeiros no País”, explica Eduardo Chaim, consultor da Dextron que conduziu o levantamento. Ele acrescenta que, na safra 2005/2006, a situação era bem diferente. “As cinco primeiras posições do ranking de moagem de cana eram ocupadas por empresas de controle nacional: Copersucar, Cosan, Crystalsev, São Martinho e Grupo Carlos Lyra”, acrescenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chaim destaca que o estudo aponta ainda que a tendência é de aumento da participação do capital estrangeiro entre os maiores grupos do setor à medida que outros novos entrantes começarem a expandir suas operações locais, entre eles ADM, British Petroleum e Noble Group.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os grupos estrangeiros podem fomentar o desenvolvimento do comércio internacional de etanol pela garantia de fornecimento continuado que podem assegurar e pela estrutura de exportação que possuem”, salienta o consultor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com estruturas profissionais e ferramentas de gestão mais modernas do que a maioria das empresas brasileiras, deverão promover um aumento generalizado de competitividade. “Tanto pela atuação como pela presença global, as estrangeiras têm maior acesso aos mercados internacionais e, portanto, estão mais bem posicionadas para capturar o crescimento do setor fora do Brasil”, conclui Chaim. (Assessoria de Comunicação da Dextron) &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-8183120022541132579?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/8183120022541132579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=8183120022541132579' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/8183120022541132579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/8183120022541132579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/05/estrangeiros-tem-participacao.html' title='Estrangeiros tem participação importantes nas usinas'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-7397550058378128001</id><published>2010-05-24T21:49:00.002-03:00</published><updated>2010-05-24T21:51:59.191-03:00</updated><title type='text'>Estrangeiros já tem 1 milhão de hectares no Brasil</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Os estrangeiros estão investindo pesado por aqui e já possuem cerca de 1 milhão de hectares de terra segundo notícia do site &lt;a href="http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?noticia=Um_milhao_de_hectares_ja_sao_de_estrangeiros_diz_Glauber_Silveira&amp;amp;edt=21&amp;amp;id=103280"&gt;Olhar Direto&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Um milhão de hectares já são de estrangeiros, diz Glauber Silveira&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;De Brasília - Vinícius Tavares&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Um milhão de hectares de terras brasileiras estão em mãos estrangeiras. A estimativa é do presidente da Associação dos Produtores de Soja (Apeosoja/Brasil), Glauber Silveira, que toma posse hoje como presidente da entidade em nível nacional para um mandato de dois anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;segundo ele, mesmo que seja vantajoso financeiramente ao produtor que arrenda a terra, a investida estrangeira é preocupante pois ela elimina o competidor brasileiro do negócio e permite a ocupação territorial do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Glauber Silveira disse que os produtores têm sido assediados por investidores chineses, argentinos e norte-americanos e estão perdendo a guerra na produção de soja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Um milhão de hectares nossos estão nas mãos de estrangeiros e de fundos internacionais. Isso é preocupánte. Não tenho dúvidas de que o Brasil será a quinta economia do mundo. O que eu não sei é se o Brasil vai ter o controle desta produção, se quem vai comandar iso seja o Brasil", admitiu durante entrevista coletiva concedida nesta terça-feira, em Brasília.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a investida estrangeira é cada vez maior, o movimento dos produtores brasileiros em direção ao exterior também é cada vez mais presente. Nos próximos dias, Glauber e um grupo de produtores de soja associados devem partir para o Sudão, onde governo daquele país ofereceu nada menos do que cinco milhões de hectares de terras para que os brasileiros produzam soja e riquezas do outrO lado do Atlântico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Glauber, a alternativa de produzir fora do país tem relação direta com os elevados custos de produção no Mato Grosso. "A logística ruim, com estradas precárias, o custo do frete reduzem a produtividade e a nossa capacidade de exportar", frisou.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-7397550058378128001?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/7397550058378128001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=7397550058378128001' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/7397550058378128001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/7397550058378128001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/05/estrangeiros-ja-tem-1-milhao-de.html' title='Estrangeiros já tem 1 milhão de hectares no Brasil'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-3034245498197565153</id><published>2010-05-24T21:42:00.002-03:00</published><updated>2010-05-24T21:44:29.869-03:00</updated><title type='text'>40 bilhões são suficientes para acertar o transporte de cargas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Parece muito dinheiro, mas não é para uma nação como o Brasil. O artigo do Canal Rural que encontrei no &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=67910"&gt;Notícias Agrícolas&lt;/a&gt; abaixo mostra o estudo do IPEA sobre isso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ipea aponta soluções para o transporte de cargas no país&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) divulgou nesta quarta, dia 19, um estudo confirmando que a malha ferroviária brasileira é antiga e está concentrada no Sul e Sudeste. A análise também aponta soluções para esse tipo de transporte de cargas no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Cerca de R$ 40 bilhões seria o investimento mínimo para atender a demanda do transporte de cargas pelas ferrovias. De acordo com o Ipea, entre as prioridades estão a recuperação das linhas existentes e a ampliação da malha. A proposta do instituto é concentrar as obras na ferrovia Norte-Sul, ligando o norte do país com o centro-oeste e São Paulo, principalmente para escoar a produção de grãos. – Considerar o planejamento integrado e a especificidade de carga que vai ser gerada em cada região é o que deveria ser considerado. É o que é preciso para evitar que se construam ferrovias que no futuro sejam subutilizadas – afirma o técnico do Ipea, Fabiano Pompermayer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, é preciso adequar os custos das novas obras. Os pesquisadores avaliam que hoje é mais caro construir uma ferrovia do que uma estrada. – Não adianta investir numa ferrovia e em paralelo numa rodovia. As duas ficam disputando e a ferrovia tende a se tornar inviável economicamente nessa situação. Outro ponto é investir em ferrovias onde se tem necessidade de carga a longo prazo – explica Pompermayer. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-3034245498197565153?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/3034245498197565153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=3034245498197565153' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/3034245498197565153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/3034245498197565153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/05/40-bilhoes-sao-suficientes-para-acertar.html' title='40 bilhões são suficientes para acertar o transporte de cargas'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-2835054862743215861</id><published>2010-05-17T16:47:00.002-03:00</published><updated>2010-05-17T17:04:43.003-03:00</updated><title type='text'>Redes sociais e o agronegócio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As redes sociais estão presentes em todas as áreas do conhecimento e não seria diferente no agronegócio. No Portal do Agronegócio encontrei a notícia abaixo que foi divulgada pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, onde comenta-se sobre um evento que se realize hoje aqui em Campinas sobre o tema.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aproveito a ocasião para comentar sobre a ferramenta social que mais utilizo: o Linkedin. Esta ferramenta é uma rede profissional com inúmeros grupos temáticos. Faço parte de alguns relacionados ao Agronegócio e tenho aproveitado bastante. Quem quiser conhecer mais sobre o Linkedin entre em meu perfil clicando &lt;a href="http://br.linkedin.com/pub/marcelo-pierossi/0/b8b/824"&gt;aqui&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;SP e MG discutem a importância das redes sociais no agronegócio&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;São Paulo e Minas Gerais unem-se para discutir como as novas tecnologias têm interferido e como ainda podem contribuir para alavancar esse ramo econômico nacional, com enfoque na sanidade animal e vegetal &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trata-se de um evento conjunto, agendado para esta segunda-feira (17/05), em Campinas, organizado pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento paulista e sua Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), em parceria com a Rede de Inovação Tecnológica e a comunidade Manejo da Lavoura Cafeeira.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O evento será na sede da Defesa, que fica na Avenida Brasil, 2.340, Campinas. Os interessados também podem acompanhar a trasmissão ao vivo, com chat, nos seguintes endereços: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Blog AgriculturaSP -&lt;a href="http://agriculturasp.blogspot.com"&gt; http://agriculturasp.blogspot.com&lt;/a&gt;/; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Manejo da Lavoura Cafeeira -  &lt;a href="http://www.peabirus.com.br/redes/form/comunidade?id=218"&gt;http://www.peabirus.com.br/redes/form/comunidade?id=218&lt;/a&gt;; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Rede de Inovação Tecnológica para Defesa Agropecuária - &lt;a href="http://inovadefesa.ning.com/"&gt;http://inovadefesa.ning.com/&lt;/a&gt;; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Blog Welcome -&lt;a href="http://www.welcome.com.br/blog/."&gt; http://www.welcome.com.br/blog/.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;PROGRAMAÇÃO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13h10 - abertura - Resultados do lançamento da campanha de vacinação contra a aftosa, feita online direto da Agrishow 2010 - Vinicius Dias&lt;div&gt;&lt;br /&gt;13h30 - Rede de Inovação Tecnológica: histórico, situação atual e perspectivas  - Sofia Iba&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;14h30 - Pausa para café&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;14h50 - Manejo da Lavoura Cafeeira - Sérgio Parreiras Pereira&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;15h50 - Pausa para café&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;16h - Mesa-redonda/temas:&lt;br /&gt;Como surgiram as redes sociais?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como estão influenciando as relações entre as pessoas?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Todas as instituições devem aderir às redes sociais? Como?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É o fim das mídias como jornal, revista e rádio com a chegada das redes sociais?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Quais as melhores ferramentas de Web 2.0 para promover um evento?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;No que as redes sociais podem contribuir para a promoção da defesa sanitária e quais já foram os avanços alcançados?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-2835054862743215861?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/2835054862743215861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=2835054862743215861' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/2835054862743215861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/2835054862743215861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/05/redes-sociais-e-o-agronegocio.html' title='Redes sociais e o agronegócio'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-511941329412518572</id><published>2010-05-17T16:28:00.002-03:00</published><updated>2010-05-17T16:37:23.302-03:00</updated><title type='text'>Agricultura no Vale do Sílicio</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Interessante como a crise faz com que as pessoas voltem a olhar para a agricultura. No artigo abaixo, da Folha de São Paulo que encontrei no &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=67548"&gt;Notícias Agrícolas&lt;/a&gt;, podemos verificar como a agricultura em especial a agricultura sustentável e a agroenergia pode ser um investimento interessante até mesmo para os capitais de risco, acostumados a taxas de retorno mais elevadas:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Agricultura 2.0 conquista adeptos na terra do silício&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;Investidores veem oportunidades na sustentabilidade&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os pomares de damascos e cerejas do Vale do Silício desapareceram décadas atrás, substituídos por fábricas de semicondutores e complexos de escritórios povoados por tecnólogos. Agora, alguns dos mais destacados investidores dali estão procurando nas raízes da região o que poderá ser a próxima novidade em um antigo setor: a agricultura.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"A agricultura sustentável é um espaço que parece tão grande ou maior que a tecnologia limpa", disse Paul Matteucci, capitalista de risco da Venture Partners em Menlo Park, Califórnia. "Historicamente, não vimos grande atividade empresarial na agricultura, mas estamos começando a vê-la hoje, e as oportunidades são enormes."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Frase mágica na agricultura ambientalmente benéfica, a "agricultura sustentável" há muito tempo é território dos entusiastas orgânicos. Mas os investidores de risco dizem que uma crescente consciência da contribuição da agricultura convencional para a mudança climática e as preocupações sobre seu consumo de água e energia estão criando um mercado para a inovação tecnológica que minimiza esses efeitos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A pioneira do que está sendo chamado de Agricultura 2.0 é uma ex-banqueira de investimentos de Wall Street de 33 anos chamada Janine Yorio. Sua empresa em Nova York, a NewSeed Advisors, reúne empresários da agricultura sustentável com investidores.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No hotel Four Seasons em East Palo Alto, Califórnia, a NewSeed Advisors atraiu recentemente uma multidão de investidores bem vestidos e algumas das principais companhias de investimentos do Vale do Silício. Eles lotaram um salão de baile para ouvir empresários divulgarem empresas novatas que desenvolvem de tudo, de pesticidas atóxicos e ferramentas para análise do solo a sistemas de agricultura urbana para interiores.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Se você se interessa por investir em energia e água, passa a se interessar por investimentos em agricultura", disse Amol Deshpande, sócio da investidora Kleiner Perkins Caufield &amp;amp; Byers, que participou da conferência. "Muitas oportunidades agrícolas vão ser conduzidas pela água, sua disponibilidade e limpeza."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A carreira de Yorio foi muito distante da agricultura. Ela fez negócios corporativos na Salomon Brothers e depois nas firmas de investimentos privados HVB Capital e NorthStar Capital. Estava trabalhando em transações imobiliárias quando o mercado despencou. Procurando maneiras de gerar renda em edifícios vazios, ela explorou espaço de locação para empresas que cultivam plantas em ambientes fechados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"No processo de organizar essa ideia, comecei a conhecer muitas empresas de agricultura e percebi uma oportunidade", disse Yorio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ela fundou a NewSeed Advisors no ano passado. Yorio disse que a firma está assessorando ricos investidores individuais em negócios de agricultura sustentável e já pensa em criar seu próprio fundo de investimentos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"A agricultura sustentável cheira a tecnologia limpa, mas não é tão obscura que você nunca ouviu falar nela. Só que é obscura o suficiente para não ter concorrência", disse Yorio, acrescentando que investidores a haviam procurado para levar a conferência Agriculture 2.0 para o Canadá, a Europa e a Índia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-511941329412518572?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/511941329412518572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=511941329412518572' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/511941329412518572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/511941329412518572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/05/agricultura-no-vale-do-silicio.html' title='Agricultura no Vale do Sílicio'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-6474303690117177642</id><published>2010-05-14T20:46:00.003-03:00</published><updated>2010-05-14T20:52:36.991-03:00</updated><title type='text'>Novo gigante - fusão da Citrovita e Citrosuco</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acabei de ouvir na CBN a notícia da fusão entre a Citrovita e Citrosuco, fusão que cria um gigante no setor. Ao procurar na internet, achei a notícia do Estado de São Paulo no site &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=67512"&gt;Notícias Agrícolas&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:large;"&gt;Fusão de Citrosuco e Citrovita cria novo líder em suco de laran&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;ja&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Citrosuco, controlada pelo Grupo Fischer, e a Citrovita, controlada pelo Grupo Votorantim, assinaram hoje acordo para fundir suas operações. Juntas, as duas unidades devem somar faturamento anual de aproximadamente R$ 2 bilhões e desbancar a Cutrale na liderança do mercado mundial de processamento de suco de laranja. "A empresa terá capacidade de produção equivalente a 25% do consumo mundial de suco de laranja", ressaltou o presidente da Citrosuco, Tales Lemos Cubero.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com o presidente da Citrovita, Mario Pavaresco Jr., ainda não está definido o nome da nova companhia. Os executivos não revelaram detalhes da operação, que envolve os ativos de processamento de suco dos grupos Fischer e Votorantim, mas ressaltaram que não existem pretensões de a empresa abrir capital no momento. Eles também descartaram traçar projeções sobre o prazo para a conclusão da operação de fusão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A companhia será composta por seis fábricas em São Paulo e uma na Flórida (EUA), além de operar terminais portuários no Brasil, nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia; e navios próprios e fretados. A nova empresa, segundo os executivos, terá capacidade equivalente a um porcentual entre 40% e 50% da safra total brasileira, ou o equivalente a aproximadamente 160 milhões de caixas de suco. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Questionados a respeito da possibilidade de o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) colocar restrições ao negócio, os executivos destacaram a importância da criação de uma empresa em condições de fazer frente a um movimento de consolidação de companhias instaladas nos Estados Unidos e Europa. "O negócio aumenta o poder da indústria nacional a um nível internacional", destacou Cubero. Para Pavaresco, as duas empresas juntas terão condição de ser referência mundial em termos de custos, qualidade e eficiência. Os executivos não fizeram projeções sobre as sinergias possíveis provenientes da fusão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com receitas anuais de R$ 2 bilhões, a empresa terá sete plantas industriais, sendo uma nos Estados Unidos (Flórida) e seis no Estado de São Paulo, entre elas as duas em Matão e outras muito próximas, como a de Araras, da Citrovita, e a de Limeira, da Citrosuco. As companhias possuem 64 mil hectares de pomares próprios para a produção de laranja que representam, em média, 30% do processamento total da fruta. Os 70% restantes virão de mais de 2,5 mil citricultores independentes. A empresa terá 6 mil funcionários e atingirá 10 mil contratados durante a safra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para a exportação de suco, as empresas terão dois terminais portuários no Brasil e seis no exterior - nos Estados Unidos, Bélgica, Austrália e Japão. Segundo as empresas, a nova companhia exportará para mais de 80 países e terá capacidade instalada de processar acima de 40% de todo o suco de laranja produzido e exportado pelo Brasil. Será responsável ainda pela produção de 25% de todo o suco de laranja consumido no mundo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Produtores criticam união entre Citrosuco e Citrovita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo considerando inevitável a união entre Citrosuco e Citrovita, após dois anos&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;de rumores sobre a operação, representantes de entidades de citricultores criticaram a operação anunciada nesta tarde. Além da concentração no mercado processador - já que a nova empresa terá cerca de 50% da produção brasileira de suco e 25% da mundial - os produtores consideram inevitável o fechamento de fábricas das companhias. Ambas possuem, por exemplo, fábricas de suco em Matão (SP) e unidades muitos próximas, como a unidade de Araras (SP) da Citrovita e de Limeira (SP) da Citrosuco.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"É mais concentração, mais desequilíbrio no setor e mais prejuízo para os produtores e para o País", disse Flávio Viegas, presidente da Associação Brasileira de Citricultores (Associtrus). "Acho que o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) não tem como aprovar essa operação", completou. Viegas disse que não há como evitar o fechamento de unidades e lembrou ter alertado o Cade, na compra dos ativos da Cargill pela própria Citrosuco, em 2004, sobre essa possibilidade na unidade de Bebedouro (SP), o que ocorreu no ano passado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já Marco Antonio Martins, diretor da mesa de citros da Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (Faesp), disse lamentar a operação e admitiu que a fusão das companhias não dará opção aos produtores. "A operação vai diminuir o poder de negociação do produtor, ampliar o controle das empresas sobre o suco e sobre a fruta, por isso lamentamos", disse. "Mas é uma estratégia das empresas sobre a qual não podemos fazer muita coisa", completou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com a fusão, as empresas terão, além das duas unidades em Matão, a de Araras e a de Limeira, uma em Catanduva e a fechada em Bebedouro, todas no Estado de São Paulo. A nova empresa herdará ainda unidade em Lake Wales, na Flórida (EUA), da Citrosuco. O Grupo Fischer, dono da Citrosuco, produz ainda suco de laranja em Videira (SC) aproveitando a capacidade ociosa da unidade produtora de suco de maçã.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-6474303690117177642?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/6474303690117177642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=6474303690117177642' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/6474303690117177642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/6474303690117177642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/05/novo-gigante-fusao-da-citrovita-e.html' title='Novo gigante - fusão da Citrovita e Citrosuco'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-5366902797831454469</id><published>2010-05-10T20:25:00.002-03:00</published><updated>2010-05-10T20:40:42.577-03:00</updated><title type='text'>Agronegócio e a eleição para presidente</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A campanha para presidente está em pleno vapor e achei dois textos que podem ajudar a reflexâo para esta importante decisão a ser tomada por todos nós em outubro. O primeiro texto é da &lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100509/not_imp549106,0.php"&gt;Agência Estado&lt;/a&gt; e o segundo da Revista Época que encontrei no site da &lt;a href="http://unica.com.br/clipping/show.asp?cppCode=25BA72D3-6D60-4617-95DC-082FB0A538E0"&gt;UNICA&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Agronegócio se divide entre Serra e Dilma&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Presidenciáveis tentam mostrar intimidade com o setor de olho no eleitorado que responde por um quarto do Produto Interno Bruto&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Márcia De Chiara - O Estado de S.Paulo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os dois principais pré-candidatos à Presidência, José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), cumpriram nos últimos dias uma intensa agenda no mundo do agronegócio. Procuraram mostrar intimidade com o setor e apresentar propostas capazes de atender às demandas dos produtores. Essa não é, porém, uma tarefa fácil para os dois - nem para qualquer outro candidato.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao contrário do que parece à primeira vista, existem expectativas bem distintas neste setor, que responde por cerca de um quarto do Produto Interno Bruto e garante, há alguns anos, que a balança comercial feche no azul. A insegurança jurídica no campo, que envolve questões relacionadas a leis ambientais e trabalhistas e até mesmo a propriedade da terra, é um tema muito presente nos encontros com agricultores e pecuaristas das regiões Sudeste e Sul do País.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No meio dos produtores do Centro-Oeste e das regiões de fronteira agrícola, ao Norte do País, porém, o foco principal das conversas continua sendo a falta de logística, que encarece custos e reduz a competitividade brasileira no exterior.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso faz com que o tucano e a petista, que visitaram há pouco as principais feiras agropecuárias do País, a Agrishow em Ribeirão Preto (SP) e a Expozebu em Uberaba (MG), sejam avaliados de maneira distinta, de acordo com a região do País. Em São Paulo, o produtor de café e pecuarista Luiz Hafers, ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira, considerou positiva a atuação de Serra em relação ao agronegócio, durante o governo estadual, por três razões, listadas por ele nessa ordem: "Cumpriu com rigor a lei no caso de invasões de terras, fez estradas vicinais e se declara contrário à política de valorização do real que afeta a competitividade do agronegócio exportador."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Receptividade. Já nas áreas de fronteira agrícola do Centro-Oeste, onde os produtores enfrentam problemas maiores de infraestrutura e o endividamento é alto, verifica-se maior receptividade à política atual do governo federal. Quem capitaliza isso é a candidata indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi ministra de Minas e Energia e é apresentada como a mãe do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Dilma entende de logística", afirma Eraí Maggi Scheffer, de Rondonópolis (MT), um dos maiores produtores de grãos do País. Na opinião de agricultores da região, boa parte das obras de infraestrutura que começaram a andar no Centro-Oeste têm a mão da pré candidata.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Sul e Sudeste, regiões mais bem servidas em termos de infraestrutura e com menores custos de logística, ouve-se com maior frequência comentários de preocupação em relação ao passado da ex-ministra, quando era ligada à esquerda radical. "Dilma preocupa mais, embora o atual governo tenha ajudado a agricultura familiar", afirma o produtor Ricardo Ghirghi, que cultiva 1,6 mil hectares no interior de São Paulo e 1 mil hectares com soja no Piauí.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A preocupação do produtor diz respeito às invasões do MST e à questão ambiental. Na opinião de Hafers, ambientalistas que são mais contrários ao capitalismo do que a favor do meio ambiente encontram maior receptividade na pré candidata.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Peregrinação. Isso explica o fato de Dilma estar realizando, desde antes de ser oficialmente apresentada como pré-candidata, verdadeira peregrinação pelas regiões onde a agricultura e pecuária estão consolidadas. Em junho do ano passado, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou em Londrina, região tradicional de grãos do norte do Paraná, o plano de safra 2009/2010, a melhor parte do pacote, que era o aumento no volume de crédito, não foi anunciada nem pelo presidente Lula nem pelo ministro da Agricultura Reinhold Stephanes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi a então ministra chefe da Casa Civil que deu a boa nova. Ela anunciou aumento de 37% no crédito (R$ 107,5 bilhões) destinado à agricultura empresarial e familiar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rogério Baggio, que tem 5 mil hectares em Paranavaí (PR) ocupados com soja, milho, laranja, pecuária e cana-de-açúcar, diz que cada pré candidato tem de mostrar seu plano. Para ele, o mais importante é a redução de tributos: "Quero saber qual imposto eles vão diminuir."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Marcos Sawaya Jank, observa que, nos últimos 20 anos, houve uma mudança radical nas principais reivindicações do agronegócio. "Antes tudo se resumia a crédito, preço mínimo e política de intervenção do governo", lembra. Hoje, o maior problema seria a insegurança jurídica, segundo a análise de Jank.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma das principais preocupações do setor envolve o Código Florestal - especialmente a questão das reservas florestais que devem ser obrigatoriamente mantidas nas propriedades, sob pena de multas aplicadas diariamente. Elaborada na década de 30, a lei determina que os agricultores devem recompor a vegetação nativa em 20% da área de cada propriedade agrícola.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"A interpretação retroativa que vem sendo dada à reserva legal tem o potencial de comprometer 3,7 milhões de hectares de terras férteis cultivadas há mais de um século no território paulista, representando perdas de receita de R$ 5,6 bilhões ao ano e aumentos exponenciais nos custos de produção e no preço da terra", diz Jank.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo o presidente da Unica, Serra tem dito que vai resolver esse problema em seis meses e Dilma ainda não se posicionou sobre a questão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O agropetismo &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Dilma tenta colher os frutos da aproximação do governo Lula com o agronegócio e provoca reação de Serra&lt;/i&gt;&lt;/div&gt; &lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Alberto Bombig&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acostumados a ganhar o voto dos representantes do agronegócio brasileiro quase por inércia, o PSDB e seu principal aliado, o DEM, iniciaram a disputa eleitoral deste ano com uma preocupação diferente. Resolveram dar prioridade aos contatos com o setor que emprega cerca de 26 milhões de pessoas e responde por aproximadamente 25% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. O candidato da oposição à Presidência, José Serra, nasceu no bairro operário da Mooca, em São Paulo, e sua intimidade com o setor pode ser aferida por uma brincadeira contada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. “O Serra viu pela primeira vez uma vaca na vida aos 50 anos de idade”, diz FHC, em tom de piada. Mesmo com essas credenciais, Serra, em apenas um mês de campanha, já visitou duas importantes feiras agrícolas e se encontrou com grandes produtores de café, carne, grãos, frutas e cana-de-açúcar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;TERRA ARADA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, durante visita à feira agrícola. Ela não perde uma chance de falar contra as invasões de terraPara entender o motivo desse “privilégio” dado pelo PSDB ao agronegócio até agora, basta conferir a agenda da principal adversária do partido, a ex-ministra Dilma Rousseff, a candidata do PT e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Dilma praticamente fez os mesmos movimentos do tucano em direção aos empresários do setor e visitou as mesmas feiras que ele, a Agrishow, em Ribeirão Preto, São Paulo, e a ExpoZebu, em Uberaba, Minas Gerais, com uma diferença de poucas horas em relação ao concorrente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até 2002, o PT e seus candidatos encontravam dificuldades para transitar nos círculos dos grandes produtores rurais brasileiros, tradicionalmente ativos na doação de recursos financeiros aos candidatos, mas hostis aos petistas por causa de laços históricos de facções do partido com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST). O governo Lula, iniciado em janeiro de 2003, começou a melhorar essa relação. Apesar disso, na eleição presidencial de 2006, Lula foi derrotado pelo tucano Geraldo Alckmin em Estados onde o setor agrícola é forte: São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De lá para cá, o número de interlocutores do PT no agronegócio cresceu e as condições no campo se mostram mais favoráveis a Dilma neste ano do que as enfrentadas por Lula nas duas eleições presidenciais anteriores. A aproximação veio a reboque dos bons resultados da produção brasileira. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) projeta para este ano uma safra recorde de cereais, leguminosas e oleaginosas de 146,5 milhões de toneladas – 0,4% maior que o recorde anterior em 2008. O diálogo melhorou também por causa da mediação do ex-governador de Mato Grosso Blairo Maggi (PR), hoje um dos coordenadores da campanha de Dilma na Região Centro-Oeste. Na disputa presidencial de 2002, Maggi ficou em cima do muro na disputa entre Lula e Serra no segundo turno. Na de 2006, Maggi só aderiu a Lula na disputa contra Alckmin no segundo turno.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por enquanto, as principais entidades de produtores rurais evitam declarações de apoio porque negociam entre elas uma plataforma comum de reivindicações a ser apresentada aos candidatos. No entanto, mesmo integrantes da campanha de Serra reconhecem que há segmentos, como o dos usineiros de álcool e açúcar, que são mais simpáticos a Dilma que ao tucano. Lula, com sua defesa incansável do álcool como combustível, abriu as portas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para os usineiros e se tornou uma espécie de garoto-propaganda desse grupo. “Não declaro voto em ninguém, mas nunca tive preconceito com o PT porque conhecia Lula, e ele foi ótimo para o setor”, diz o usineiro paulista Maurílio Biagi Filho, do Grupo Maubisa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Serra, em contrapartida, enfrenta resistências entre os usineiros. À frente do governo de São Paulo (de 2007 até março deste ano), o tucano manteve uma carga de impostos baixa para o setor (a menor do país), mas apertou o cerco contra a sonegação e a elisão fiscal. Isso gerou descontentamentos. A visita de Serra à Agrishow, uma feira de máquinas agrícolas em Ribeirão Preto, coração de uma das mais importantes regiões sucroalcooleiras do país, foi um importante gesto do tucano para se reaproximar dos usineiros. Na tentativa de manter a dianteira entre os empresários do agronegócio, Serra conta com o auxílio dos ex-ministros da Agricultura Pratini de Moraes e Francisco Turra e dos secretários de Meio Ambiente, Xico Graziano, e de Agricultura de São Paulo, João Sampaio Filho. Eles foram encarregados de elaborar o programa de governo de Serra para o setor. “A agricultura tem sido o sustentáculo econômico do país desde 1994”, diz Sampaio Filho. Do lado do DEM, Serra conta também com o apoio da senadora Kátia Abreu (TO), presidente da Confederação Nacional da Agricultura, que sonha com a possibilidade remota de virar a candidata a vice-presidente da chapa de oposição ao atual governo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;COLHEITA FARTA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O usineiro paulista Maurílio Biagi Filho. O setor sucroalcooleiro não poupa elogios para o governo LulaPara angariar votos no meio ruralista, outra arma dos tucanos é a exploração da desconfiança que alguns segmentos veem em Dilma. “Ninguém pode se esquecer de que Dilma não é o Lula”, diz o deputado federal Duarte Nogueira (PSDB), cuja base eleitoral é Ribeirão Preto. Contra esse tipo de ataque, Dilma conta com o aval da companhia do deputado federal e ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci. Ex-prefeito de Ribeirão Preto, Palocci tem bom trânsito com os empresários do agronegócio e esteve ao lado de Dilma durante a visita da candidata à Agrishow. Para afastar temores, Dilma também não perde uma oportunidade para dizer que é contra as invasões de terra. Questionada sobre o tema, afirma, mesmo sem citar o MST, que a “ilegalidade não pode ser premiada” e que “governo é governo, movimento social é movimento social”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos Estados Unidos, onde a produção industrial e os serviços respondem pela maior parte das riquezas geradas pelo país, os candidatos à Presidência se desdobram para não criar problemas com o agronegócio, setor tradicionalmente protegido por pesados subsídios governamentais. Na Europa, onde praticamente não há terra disponível, o mesmo tipo de preocupação é mantido pelos governos na relação com os produtores. No Brasil, mesmo respondendo por um quarto do PIB nacional, o agronegócio sofre com a insegurança no campo, o aparelhamento político de órgãos públicos, a falta de planejamento e a infraestrutura precária. Segundo o presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), o engenheiro agrônomo Marcos Jank, outro problema é a “confrontação absurda entre agricultura e meio ambiente”. “O Brasil precisa preservar suas florestas, mas sem atrapalhar a agricultura”, diz Jank. Os desejos dos produtores rurais, em resumo, se confundem com os da maioria dos brasileiros. Que a atenção dos candidatos dispensada a eles agora na campanha não acabe depois de abertas as urnas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-5366902797831454469?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/5366902797831454469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=5366902797831454469' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/5366902797831454469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/5366902797831454469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/05/agronegocio-e-eleicao-para-presidente.html' title='Agronegócio e a eleição para presidente'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-7845399002960577088</id><published>2010-05-09T09:05:00.002-03:00</published><updated>2010-05-09T09:46:26.529-03:00</updated><title type='text'>Depois da mamona, governo foca em palma para biodiesel</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois da fracassada ação no sentido de tornar a mamona a matéria-prima da agricultura familiar para o biodiesel, parece que o governo redireciona seus esforços para a palma. Conheço muito pouco da cultura, mas parece que ela é mais adequada para isso visto que em outros locais, sua produção é de grande porte e muito pode ser adaptado para nossas condições. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesta semana foram publicadas várias notícias sobre o assunto que agrupei neste post. A &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=66899"&gt;primeira&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=66846"&gt;segunda&lt;/a&gt; são notas do MAPA e a &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=66929"&gt;terceira&lt;/a&gt; notícia do Portal EcoDebate, todas disponibilizadas no Notícias Agrícolas. Com elas espero passar uma boa noção do tema.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Brasil possui mais de 31 milhões de hectares aptos ao cultivo de palma&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Brasil possui, aproximadamente, 31 milhões de hectares adequados ao plantio de palma no Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Roraima. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, apenas Pará, Bahia e Amazonas produzem a oleaginosa, ema área de 70 mil hectares. A produção abrange cerca de 13 milhões de hectares. O levantamento das terras aptas para o cultivo do dendê seguiu a metodologia do Zoneamento Agroecológico da Palma, estudo realizado pelo Centro Nacional de Pesquisas de Solos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todas as áreas indicadas já se encontram antropizadas, isto é, são terras onde há ocupação do homem exercendo diversas atividades. O estudo, que orientará a formulação de políticas públicas para a produção sustentável da palma, inovou ao adotar critérios econômicos, sociais e ambientais que contribuem para um modelo sustentável de expansão dessa agroindústria no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“O levantamento ficou restrito às áreas desmatadas da Amazônia e baseou-se nos estudos de solo da região e na avaliação de aptidão das terras, juntamente com as condições climáticas”, aponta Antônio Ramalho Filho, um dos responsáveis pela elaboração do zoneamento, juntamente com Celso Mazatto, ambos pesquisadores da Embrapa Solos e Embrapa Meio Ambiente. Segundo Ramalho, após o cruzamento dessas informações, chegou-se ao resultado final. “Foram realizadas pesquisas em dois níveis, um utilizando tecnologia mais simples, para as pequenas terras, e outro com tecnologia mais avançada, para as grandes propriedades”, informa. Assim, foi possível atender desde a pequena agricultura até a de maior escala.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lei - Além disso, um projeto de lei enviado pelo governo federal ao Congresso Nacional prevê a proibição da supressão de vegetação nativa em todo o território nacional e do plantio de dendê em todas as unidades de conservação, terras indígenas e áreas de quilombo. As áreas priorizadas pelo programa são as antropizadas na Amazônia Legal (Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Roraima) e as consolidadas para a atividade agrícola nas regiões Nordeste (Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia) e Sudeste (Espírito Santo e Rio de Janeiro). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Palma é responsável por 30% do óleo vegetal produzido no mundo, diz ministro da Agricultura&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“A palma é uma planta extraordinária. Quando se trata de óleo, a cultura produz dez vezes mais que a soja na mesma área. Além disso, é responsável por 30% de todo óleo vegetal produzido no mundo.” A afirmação é do ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wagner Rossi, que participou do programa Bom Dia Ministro, coordenado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República e apresentado nessa quarta-feira (5).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo o ministro, o Programa de Produção Sustentável de Palma de Óleo no Brasil, lançado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quinta-feira (6), vai possibilitar a multiplicação da cultura no Brasil. “Hoje, 90% da palma é produzida no Pará e o zoneamento agrícola, elaborado pelo Ministério da Agricultura, mostra que temos, no mínimo, 29 milhões de hectares disponíveis onde a palma poderia ser usada com eficiência na região amazônica”, ressaltou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rossi disse, ainda, que a área plantada da cultura no País é de 76 mil hectares, o que representa produção de 190 mil toneladas. O consumo interno é de 450 mil toneladas. “Importamos, no último ano, 255 mil toneladas. Então, o produtor que decidir plantar palma vai abastecer o mercado interno e exportar também, já que esse mercado está concentrado em apenas dois países: Tailândia e Indonésia, que abrangem 90%”, enfatizou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com a plantação de 10 hectares de palma o produtor tem condições de receber R$ 2 mil por mês. “Não tem outra cultura que possa ser usada pelo agricultor familiar que dê esse resultado”, ressaltou o ministro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Financiamento - O governo já colocou à disposição do programa R$ 60 milhões. De acordo com Rossi, o financiamento concede ao pequeno produtor prazo de 14 anos, com seis anos de carência e juros de 2% ao ano. “Assim, é possível produzir a palma, explorá-la economicamente, para depois começar a pagar o financiamento”, informou o ministro. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Biodiesel: Governo lança Programa Nacional de Óleo de Palma&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Programa Nacional de Óleo de Palma, lançado ontem (6) em Tomé Açú, no Pará, quer tornar o país o maior produtor mundial desse vegetal nos próximos anos, garantindo o suprimento de combustível renovável.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O programa prevê a ampliação da área destinada à plantação do vegetal para a produção de combustíveis a partir de energias renováveis. O óleo de Palma também é conhecido como dendê. O projeto, que visa aumentar a produção para 130 mil hectares até 2014, vai ser aplicado em 44 municípios das regiões Norte e Nordeste.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Atualmente, o Pará lidera a produção de palmas no país, com 80 mil hectares plantados na região dos rios Capim, Guamá e Tocantins. A transformação do óleo de dendê em biodiesel é feita pela Petrobras, que está construindo três indústrias na região, para somar às nove já existentes no estado. O Programa Nacional de Óleo de Palma prevê a participação imediata de 900 parceiros na agricultura familiar, e de 300 médios e grandes produtores.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No dia 5/5, o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, afirmou, em entrevista ao programa Bom Dia Ministro, que a palma produz dez vezes mais óleo do que a soja na mesma área, sendo possível produzir cinco toneladas de óleo por hectare a cada ano. Com isso, um produtor que plante 10 hectares de palma, pode obter uma renda média de R$ 2 mil por mês aos preços atuais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo Wagner Rossi, somente dois países, a Tailândia e a Indonésia, concentram 90% da produção mundial de óleo de palma. Ele fala que com o programa, a participação brasileira nesse mercado vai aumentar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Vai disponibilizar a possibilidade da multiplicação da cultura numa área muito grande no Brasil. Nós temos pelo menos, no momento, 29 milhões de hectares disponíveis, onde a palma poderia ser usada com eficiência. Isso inclui uma parte grande do Nordeste brasileiro e todos os estados do Norte.”&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O aumento de área plantada não será feito com desmatamento, mas aproveitando áreas já degradadas, segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“O programa nasce com orientações claras do ponto de vista de que áreas podem ser aproveitadas para a expansão dessa cultura. É um programa construído em bases para proibir o desmatamento em áreas de florestas nativas para a expansão da fronteira agrícola associada à palma de óleo.”&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ambientalistas concordam que gerar combustível renovável é importante para a região. Mas, segundo o coordenador do Instituto do Homem e Meio Ambienta da Amazônia (Imazon), Paulo Amaral, se o projeto vai envolver pequenos produtores, é preciso alguns cuidados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Um sistema de monitoramento muito forte, para que não provoque pressão sobre as áreas ainda com cobertura florestal, deve observar a recomposição dessas áreas já abertas. E tem que se considerar assistência técnica e uma garantia da compra dessa produção para que um pequeno produtor possa se sentir seguro para entrar num programa desses.”&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-7845399002960577088?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/7845399002960577088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=7845399002960577088' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/7845399002960577088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/7845399002960577088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/05/depois-da-mamona-governo-foca-em-palma.html' title='Depois da mamona, governo foca em palma para biodiesel'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-5499111513712982912</id><published>2010-05-06T20:44:00.002-03:00</published><updated>2010-05-06T20:54:25.502-03:00</updated><title type='text'>Bagaço pode ser usado em curativo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A cultura da cana-de-açúcar pode produzir muitos produtos de valor comercial. Podemos citar o açúcar e etanol, é claro, a vinhaça e torta de filtro que são utilizados como adubo, o bagaço e a palha para geração de energia elétrica e até mesmo o plástico biodegravel PHB e polietileno a partir de etanol na área da alcoolquímica, entre outros produtos. Mas agora pesquisa mostra que é possível produzir curativo a partir da celulose do bagaço. O artigo da &lt;a href="http://www.agencia.fapesp.br/materia/12132/especiais/curativo-de-celulose-da-cana.htm"&gt;Agência FAPESP&lt;/a&gt; abaixo fala sobre isso: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Curativo de celulose de cana&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um dos mais abundantes resíduos da indústria sucroalcooleira, o bagaço de cana-de-açúcar, poderá ter uma destinação nobre graças a uma pesquisa desenvolvida na Universidade de São Paulo (USP).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A equipe, coordenada pelo professor Adalberto Pessoa Júnior, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas, desenvolveu uma fibra que poderá se tornar um tecido que, com o acréscimo de enzimas e fármacos, tem potencial para ser utilizado como curativo com múltiplas aplicações.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A pesquisa surgiu a partir da iniciativa da professora Silgia Aparecida da Costa, do Curso de Têxtil e Moda da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP. “O objetivo foi aproveitar dois importantes resíduos, o bagaço da cana e a quitosana, substância extraída da carapaça de crustáceos e que tem propriedades farmacológicas”, disse à Agência FAPESP.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A quitosana é obtida a partir da quitina, um polissacarídeo formador do esqueleto externo de crustáceos como siris e caranguejos, e tem propriedades fungicida, bactericida, cicatrizante e antialérgica.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O trabalho, que contou com apoio da FAPESP por meio da modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular, uniu as áreas farmacêutica e de engenharia de tecidos e depositou patente do processo de fabricação da fibra com potenciais farmacêuticos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O primeiro desafio foi extrair a fibra da cana-de-açúcar, trabalho feito por Sirlene Maria da Costa que atuou no projeto com apoio de Bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP. Durante o doutorado – para o qual também contou com bolsa da Fundação – Sirlene havia desenvolvido um papel corrugado, utilizado no interior de embalagens de papelão, feito da celulose do bagaço da cana.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Por ter uma fibra curta, nosso maior receio era que a cana produzisse uma fibra de má qualidade para a fabricação de tecidos”, disse Sirlene. No entanto, em testes efetuados no Laboratório de Têxteis e Confecções do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o tecido derivado do bagaço apresentou um grau de polimerização quatro vezes maior que o da viscose, o que significa maior resistência.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os bons resultados da fibra extraída do bagaço tornaram desnecessária a sua mistura com outros tipos de celulose, uma alternativa que os pesquisadores previam caso a qualidade do material oriundo da cana não correspondesse aos padrões exigidos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A fibra obtida pela equipe da USP ainda conta com características que a tornam adequada para a confecção de roupas. “Ela é agradável ao toque e bastante confortável, sendo um tipo de liocel”, disse a professora Silgia referindo-se ao nome comercial da fibra oriunda da polpa da madeira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No entanto, para ser utilizada como curativo foi preciso analisar se não haviam vestígios dos reagentes utilizados no processo de obtenção da celulose. “Constatamos que 99% do reagente é recuperado após o processo, portanto a fibra não agride a saúde”, afirmou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obtida a fibra, o passo seguinte foi agregar enzimas e fármacos. Além da quitosana, a professora Silgia realizou ensaios para imobilizar quatro outras substâncias às fibras de cana: os fármacos comerciais anfotericina B e sulfadiazina e as enzimas bromelina e lisozima, a primeira obtida do talo do abacaxi e a segunda da clara de ovo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A equipe foi bem-sucedida também nessa etapa e os testes realizados posteriormente em células mostraram que o tecido curativo da cana não apresentava efeitos tóxicos.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“O produto se mostrou tecnicamente viável. A avaliação econômica caberá à iniciativa privada, caso alguma empresa se interesse em licenciar o processo”, disse Pessoa, que considera o material útil para tratamento de queimaduras, por exemplo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;CURATIVOS BUCAIS E ROUPAS REPELENTES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um grupo de pesquisa da Faculdade de Odontologia de Bauru da USP entrou em contato com Pessoa a fim de desenvolver um curativo em parceria para ser utilizado na mucosa bucal.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“O local é de difícil aderência, por isso, vamos testar a fibra para verificar se ela adere no interior da boca”, explicou o professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A professora Silgia, por sua vez, pretende agora iniciar uma pesquisa para incorporar citronela a tecidos de algodão. A substância extraída do capim-limão é eficiente para repelir insetos. “Roupas com citronela seriam úteis para afastar insetos como o mosquito da dengue”, destacou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os desafios do trabalho, segundo ela, é fazer com que a substância permaneça na roupa mesmo após sucessivas lavagens e que não seja absorvida pela pele.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-5499111513712982912?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/5499111513712982912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=5499111513712982912' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/5499111513712982912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/5499111513712982912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/05/bagaco-pode-ser-usado-em-curativo.html' title='Bagaço pode ser usado em curativo'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-7900958673930312153</id><published>2010-05-06T20:32:00.002-03:00</published><updated>2010-05-06T20:41:55.532-03:00</updated><title type='text'>Petrobras entra de cabeça no etanol</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As notícias são da semana passada, mas não para passar em branco este fato. A Petrobras adquiriu parte da Tereos por 1,6 bilhões de reais. Abaixo seguem três notícias que encontrei sobre o tema. A primeira dela é da &lt;a href="http://economia.estadao.com.br/noticias/not_16158.htm"&gt;Agência Estado&lt;/a&gt;, a segunda da Reuters que encontrei no &lt;a href="http://portalexame.abril.com.br/negocios/noticias/guarani-tem-prioridade-projetos-etanol-petrobras-sp-555468.html"&gt;Portal Exame&lt;/a&gt; e a terceira da Agência Brasil que está disponível do &lt;a href="http://www.portaldoagronegocio.com.br/conteudo.php?id=38823"&gt;Portal do Agronegócio&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Petrobras investirá R$ 1,6 bi na Açúcar Guarani&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SÃO PAULO - A Petrobras e a Tereos Internacional anunciaram hoje uma parceria estratégica para investimento conjunto na Açúcar Guarani, subsidiária do Grupo Tereos, com o objetivo de acelerar o crescimento na indústria brasileira de etanol, açúcar e bioenergia. A estatal, por meio da subsidiária Petrobras Biocombustível, investirá R$ 1,6 bilhão para ingressar no capital da Guarani, na base de um preço por ação de R$ 5,83, para obter participação societária de 45,7% na companhia. No pregão de hoje da BM&amp;amp;FBovespa, as ações da Guarani fecharam em forte alta de 12,29%, cotadas a R$ 4,75.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conforme fato relevante encaminhado pelas empresas, o investimento inicial da Petrobras Biocombustível será de R$ 682 milhões, via aumento de capital na Cruz Alta Participações, controlada da Guarani. Após a incorporação das ações da Guarani na Tereos Internacional, conforme reestruturação anunciada em março, a Guarani se tornará uma sociedade anônima de capital fechado e irá incorporar a Cruz Alta Participações, trazendo para a Petrobras Biocombustível participação de 26,3% na Guarani.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dentro de um período máximo de cinco anos, a Petrobras Biocombustível investirá adicionais R$ 929 milhões, via aumento de capital, de forma a atingir a participação societária de 45,7%. Adicionalmente, a Tereos terá a opção de investir até R$ 600 milhões, via aumento de capital, na Guarani dentro de um período de 12 meses após o ingresso da Petrobras na empresa. A estatal também terá o direito de realizar investimentos adicionais que lhe confiram uma participação de até 49%.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda conforme o fato relevante, a governança da Guarani será equilibrada entre os sócios, com três representantes de cada empresa no conselho de administração. Jacyr Costa Filho continua como executivo-chefe (CEO) da companhia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Guarani tem prioridade em projetos de etanol da Petrobras em SP&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;Denise Luna da Reuters&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rio de Janeiro - A Açúcar Guarani terá prioridade nos projetos que a Petrobras quiser desenvolver em São Paulo para produção de etanol, afirmou nesta segunda-feira o diretor internacional do grupo francês Tereos, Alexis Duval.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em teleconferência com analistas, o executivo do grupo que controla a Açúcar Guarani lembrou que apesar da cláusula que garante preferência em projetos paulistas, a Petrobras já tem uma parceria com a Total em Minas Gerais, e não há nada que impeça novos projetos no setor em outros Estados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"O presidente da Petrobras falou em fazer da Guarani uma plataforma de crescimento no Brasil, mas não é a única atuação da empresa no setor", disse Duval a analistas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Agora, para o Estado de São Paulo a Guarani tem preferência para projetos futuros de ambas as partes", explicou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Petrobras e o grupo francês Tereos anunciaram na sexta-feira parceria estratégica que prevê investimento de 1,6 bilhão de reais da estatal na Açúcar Guarani, com objetivo de aumentar a produção de etanol no país e marcando o primeiro passo relevante da Petrobras no setor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pelo plano estratégico da empresa para o período 2009-2013, que está sendo revisado, a intenção era de que a companhia estivesse produzindo 4,129 bilhões de litros em 2013, sendo que desse total 1,931 bilhão viriam de aquisições no mercado interno. Para 2010 o plano indica produção de 869 milhões de litros, com 762 milhões adquiridos no mercado interno.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com a compra de parte da Guarani - 45,7 por cento ao final da transação - a Petrobras garantiu acesso à de cerca da metade de uma produção de 490 milhões de litros de etanol, volume previsto pela Guarani para a safra 2010/11.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Opção por biocombustíveis levará Petrobras a investir US$ 2,8 bilhões até 2013&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;A estratégia da Petrobras de atuar, cada vez mais, como empresa integrada de energia, com participação significativa na área de biocombustíveis&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O acordo assinado nessa sexta-feira (30) entre a Petrobras, a Tereo Internacional e a Açúcar Guarani faz parte dessa estratégia e se dará em três etapas. O objetivo é  expandir a produção de etanol e biodiesel, sobretudo no Brasil, a fim de responder ao crescimento do mercado doméstico e à demanda global de biocombustíveis.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na primeira etapa serão investidos pela Petrobras Biocombustível R$ 682 milhões, por meio de aumento de capital na Cruz Alta Participações, controlada pela Guarani. Em razão de operação realizada anteriormente, as ações da Guarani serão incorporadas pela Tereos Internacional e a Guarani terá seu capital fechado. Em seguida, a Petrobras Biocombustível substituirá suas ações da Cruz Alta por participação societária inicial de 26,3% na Guarani.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A última etapa prevê que, dentro de um período máximo de cinco anos, a Petrobras Biocombustível investirá mais R$ 929 milhões, por meio de aumento de capital, de forma a atingir o objetivo de adquirir a participação de 45,7% da Guarani. A Tereos terá a opção de investir até R$ 600 milhões, também por aumento de capital, na Guarani em um período de 12 meses após o ingresso da Petrobras Biocombustível.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na avaliação da estatal, em cumprimento ao Plano de Negócios, “este é um movimento significativo para a consolidação como empresa de energia, de modo sustentável, tendo em vista que o acordo trará um aumento expressivo em sua produção de etanol para atender à crescente demanda interna e também à externa – principalmente o mercado asiático – para onde vem voltando a sua atenção nos últimos dois anos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, a empresa já atua em 29 países nos segmentos da indústria de petróleo, gás natural e energia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-7900958673930312153?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/7900958673930312153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=7900958673930312153' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/7900958673930312153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/7900958673930312153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/05/petrobras-entra-de-cabeca-no-etanol.html' title='Petrobras entra de cabeça no etanol'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-4201177080431157712</id><published>2010-04-27T21:13:00.002-03:00</published><updated>2010-04-27T21:25:16.883-03:00</updated><title type='text'>Os capitães da agroindústria</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gosto muito de história, por isso coloco este post. Nele Décio Zylbersztajn, professor titular da FEA/USP discorre brevemente sobre alguns capitões do agronegócio brasileiro neste século e sua importância para o desenvolvimento.  O artigo foi publicado no Valor de hoje,  porém encontrei-o no &lt;a href="http://www.brasilagro.com.br/v3/index.php?noticias/detalhes/14/26906"&gt;BrasilAgro&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Estratégias dos capitães da agroindústria brasileira&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;i&gt;Os empresários tiveram a visão da mudança que viria transformar a agricultura.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os primeiros capitães da agroindústria tiveram a visão da mudança de paradigma tecnológico que viria a transformar a agricultura&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mudança do controle acionário nas empresas agroindustriais atingiu desde a indústria de insumos agrícolas até processadoras e distribuidoras de alimento, causando mudanças nas lideranças empresariais com implicações estratégicas.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vivenciamos um ciclo de aquisições de empresas agroindustriais, que trocaram o controle representado pelas famílias dos fundadores pelo capital internacional das megacorporações agroindustriais e pelos fundos de investimento. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um olhar para o passado recente dos agronegócios nos aponta para uma geração de empresários inovadores, capitães de empresa que surgiram no pós-guerra. Quase todos já desapareceram. As empresas por eles idealizadas tiveram um ciclo de crescimento acompanhando as mudanças ocorridas na agricultura mundial. A característica comum foi o controle familiar, o negócio estruturado com base nas tecnologias do ciclo da revolução verde e o conhecimento da realidade agrícola depositada nas práticas empresariais dos seus idealizadores.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A história de empresas como a Agroceres, fundada por Antonio Secundino de São José, ex-reitor da Universidade Federal de Viçosa e depois gerida pelo seu filho, Nei Bittencourt de Araújo, exemplifica o fenômeno no campo da genética vegetal e animal. A empresa mãe foi vendida para a Monsanto, interessada na sua posição dominante no mercado de milho híbrido.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro exemplo foi a Manah, fundada pelo engenheiro agrônomo Fernando Penteado Cardoso, hoje ativo na área da sustentabilidade. Nos anos 60 o Brasil consumia pouco fertilizante o que motivou a ideia da adoção da tecnologia com a criação da Associação Nacional para a Difusão dos Adubos. A Manah foi adquirida pela Bunge, seguindo a mesma rota histórica da Agroceres.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No setor bioenergético o histórico das famílias que se dedicaram à produção da cana de açúcar e que avançaram no processamento do produto com os engenhos de açúcar de depois as usinas de etanol e eletricidade, nos lembram nomes como as Usina da Barra, São Martinho, Santa Elisa, entre outras. Essa indústria tem história mais remota, tendo sido a primeira a ser implantada no Brasil, entretanto a sua versão moderna se deveu aos empresários agroindustriais. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esses empresários tiveram a visão da mudança de paradigma tecnológico que viria a transformar a agricultura. Vislumbraram as tecnologias e a necessidade da produção em escala.  Compartilhavam o conhecimento do território onde as atividades de produção se realizavam.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Consta que Antonio Secundino, ao fazer seus estudos nos Estados Unidos, teve acesso ao banco de sementes de milho existente no México. As linhagens de milho são a chave para a produção do híbrido, que permitiu a implantação da empresa nos Brasil. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As empresas de fertilizantes começaram como misturadoras de produtos importados. Cresceram com a produção nacional de matérias primas e dos adubos simples, amparadas pelo programa de substituição de importações. O acesso à tecnologia era simples e enfrentou o obstáculo da baixa concentração de fosfatos, que foi removido pela pesquisa da Escola Politécnica da USP, que permitiu a concentração de teores de fosfato. Contribuíram as instituições de pesquisa agrícola como o Instituto Agronômico, as universidades e o sistema federal de pesquisa, que antecedeu a criação da Embrapa.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A pesquisa teve papel relevante no sucesso das organizações como são hoje. Seria difícil replicar o modelo, pois os materiais genéticos têm propriedade definida, o capital para projetos agroindustriais demanda parcerias internacionais e a escala de produção limita as relações pessoais nas empresas. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O capital internacional foi necessário, motivado pela melhoria da avaliação de risco do Brasil. A indústria de fertilizantes está atrelada a sistemas de comércio de commodities, o que coloca em xeque a proposta aventada pelo governo Lula de ampliar a ação do Estado na produção de fertilizantes. As estratégias de escala e escopo implicam que não basta atuar no mercado local com um único produto. É necessário comercializar ao mesmo tempo o fertilizante e o grão, além de instalar capacidade de moagem. Ganhos no campo deram espaço à logística e ao acesso ao crédito para financiar a safra. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No caso da genética, os investimentos em transgenia e as mudanças na comercialização implicaram na especialização, deixando a fase de geração das tecnologias nas mãos de poucas empresas de envergadura internacional. O setor sementeiro nacional se especializou na fase de acabamento e comercialização do produto, com o apoio da pesquisa adaptativa.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No setor sucro-alcooleiro a estrutura familiar foi substituída, e o padrão de gestão alterado, atendendo as exigências de capital para a ampliação da estrutura de produção. A entrada de empresas como a Archer Daniels Midland, a Bunge, a Cargill e a Dreifuss, em grãos, laranja e cana, são o corolário da história aqui relatada.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A história da agroindústria brasileira é muito mais ampla e tem nuances que não caberiam neste artigo. O caso da Vallée de produtos veterinários originada pelos sócios Genésio de Mello Pereira, Helvécio Alves Carneiro e Orvenor Fernandes de Uberlândia, conduzida pela segunda geração, que convive em meio aos grandes laboratórios internacionais. O caso da JBS, que foi tema de estudo na universidade de Harvard, no processamento de carnes sugere um modelo de gestão simples, eficiente e internacionalizado. A presença do empresário no chão de fábrica é ressaltada no estudo de caso de Harvard como um ponto forte. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cabe relatar que os inovadores Antonio Secundino, Nei Bittencourt, Alcides Bocalatto, Cardoso e os sócios Genésio de Mello Pereira, Helvécio Alves Carneiro e Orvenor Fernandes, e Fernando Penteado Cardoso eram amigos de pescaria e de modas de viola, nos fazendo pensar nos tempos passados das relações pessoais que foram substituídas pelas impessoais relações de mercado. Boas ideias certamente surgiram das noites de pescaria.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A sobrevivência das empresas tem o seu custo. Os novos modelos de gestão são mais eficientes, estruturados, globalizados e impessoais. Algo me diz que a experiência do passado guarda um segredo que nos fará falta.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-4201177080431157712?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/4201177080431157712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=4201177080431157712' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/4201177080431157712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/4201177080431157712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/04/os-capitaes-da-agroindustria.html' title='Os capitães da agroindústria'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-2960051509144948462</id><published>2010-04-27T20:52:00.002-03:00</published><updated>2010-04-27T20:55:50.761-03:00</updated><title type='text'>Evolução do consumo de carnes nos EUA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muito interessante a notícia abaixo que encontrei no &lt;a href="http://www.avisite.com.br/noticias/default.asp?codnoticia=10995"&gt;AviSite&lt;/a&gt;. Ela mostra a evolução do consumo per capita de carnes nos EUA. Acredito que podemos, com as devidas proporções, considerar o mesmo tipo de comportamento para o Brasil. Segue texto na íntegra:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;100 anos de carnes: consumo do frango é o que mais cresceu nos EUA&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Campinas, 27 de Abril de 2010 - O acompanhamento de mercado efetuado pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) mostra que nos 100 anos decorridos entre 1909 e 2008 o consumo per capita de carnes no país aumentou mais de 60%, passando de pouco mais de 70 kg no início do século XX para perto de 115 kg na primeira década do século XXI.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, a participação de cada uma das três principais carnes – bovina, suína e de frango – não teve a mesma evolução. Assim, por exemplo, o consumo de carne suína registrou seu auge (40 kg per capita) nos anos 1940 (II Grande Guerra). Mas chegou em 2008 com apenas 29 kg per capita, ou seja, um volume ligeiramente menor que o registrado em 1909 (30,4 kg per capita).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A carne bovina teve um comportamento bastante similar ao da carne suína na primeira metade do século XX. Mas na segunda metade, enquanto o consumo da carne suína se estabilizava, o da carne bovina continuou aumentando até se aproximar (anos 1970), dos 60 kg per capita. Mas a partir daí sofre regressão mais forte do que a carne suína, chegando a 2008 com uma evolução de 23% em relação a 1909, mas um retrocesso de quase 30% em relação ao pico dos anos 1970.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em resumo, pois, a grande contribuição para o incremento de mais de 60% no consumo de carnes veio da carne de frango, cujo per capita aumentou 540% em 100 anos, o que significa dizer que passou de menos de 7 kg para mais de 44 kg per capita. Mas o forte dessa expansão ficou concentrado na segunda metade do século XX, o que faz da carne de frango um alimento pós-Guerra.&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/S9d44TiPgMI/AAAAAAAABDM/YfufanVInro/s1600/consumo+frango.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 345px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/S9d44TiPgMI/AAAAAAAABDM/YfufanVInro/s400/consumo+frango.gif" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464969581549289666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-2960051509144948462?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/2960051509144948462/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=2960051509144948462' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/2960051509144948462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/2960051509144948462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/04/evolucao-do-consumo-de-carnes-nos-eua.html' title='Evolução do consumo de carnes nos EUA'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_RO3dFrrS6_o/S9d44TiPgMI/AAAAAAAABDM/YfufanVInro/s72-c/consumo+frango.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-6779935888678542282</id><published>2010-04-24T08:33:00.002-03:00</published><updated>2010-04-24T08:36:40.986-03:00</updated><title type='text'>Morre fundador da Jacto - Shunji Nishimura</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sem dúvida nenhuma ele foi uma pessoa muito importante no setor de máquinas agrícolas do Brasil fundando e administrando a maior empresa nacional do setor, empresa que desenvolve tecnologia genuinamente nacional e faz frente às grandes multinacionais. Segue abaixo nota da redação do &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=65980"&gt;Notícias Agrícolas&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Morreu nesta sexta (23) fundador da Jacto, o visionário, Shunji Nishimura&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Morreu nesta sexta-feira, 23, ao 99 anos, em Pompéia, no interior de São Paulo, Shunji Nishimura, fundador da Jacto Máquinas Agrícolas, um império que hoje reúne uma dezena de empresas, emprega 3 mil trabalhadores, exporta para 90 países e fatura anualmente quase R$ 1 bilhão. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No fim dos anos 1920, o Japão enfrentava sérias dificuldades econômicas. Milhares de japoneses saíram do país, principalmente entre 1924 e 1934, em busca de novas oportunidades em países como o Brasil. Em 1932, o jovem mecânico Shunji Nishimura, então com 22 anos, estava entre eles. O começo de sua vida brasileira foi em uma fazenda de café no interior de São Paulo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Franzino e pouco acostumado ao ritmo de trabalho com a enxada, grande demais para ele, Nishimura percebia que as coisas não seriam fáceis, mas estava determinado a vencer. Sua criatividade e seu conhecimento técnico o ajudaram a amenizar os dias difíceis na roça: fez uma enxada mais adaptada à sua estatura. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O cotidiano não era fácil e a remuneração pouco estimulava. Deixou a fazenda e foi tentar a vida no Rio de Janeiro, onde trabalhou como garçom. Conseguiu amealhar algumas economias e, voltando a São Paulo, resolveu estudar português. Trabalhou um tempo na própria escola, depois em uma fábrica como ajudante de torneador e soldador, ganhando o suficiente para se alimentar de pão com banana. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A vida se iluminou quando Nishimura conheceu Chieko, se casou e teve a primeira filha, Mitiko. Depois vieram seis meninos (Takashi, Jiro, Chikao, Shiro, Lincoln e Jorge). Decidido a melhorar de vida e com idéias de inventor na cabeça, tomou um trem com o objetivo de desembarcar apenas no fim da linha: lá seria o local do recomeço. Foi assim que se estabeleceu em Pompéia, cidade de 18 mil habitantes no interior de São Paulo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alugou uma casa, buscou a esposa e a filha e colocou uma placa na porta: “Conserta-se tudo”. A oficina foi, aos poucos, conquistando a freguesia. E Nishimura seguia inventando coisas. Colocou alças em latas, criando canecas. Adaptava motores. Desenvolveu um alambique para destilar mentol, que era um item importante da economia local. Daí para criar, em 1948, a primeira polvilhadeira nacional, na época feita de metal, foi só questão de tempo. Nascia a Indústria de Máquinas Jacto. No ano seguinte Nishimura já estava vendendo 30 pulverizadores por mês. Ele não parou mais de inventar e o negócio, de crescer. Já foi homenageado dezenas de vezes por associações empresariais e autoridades, incluindo o Governo japonês.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele fundou três escolas - o Colégio Técnico Agrícola de Pompeia, uma escola de ensino fundamental e a Escola Profissionalizante Chieko Nishimura, esta, em convênio com o Serviço Nacional da Indústria (Senai).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também criou a Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia, em cuja sede o seu corpo está sendo velado. O sepultamento será neste sábado às 17 horas no Cemitério Municipal de Pompeia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na sede da Fundação Shunji Nishimura, em Pompéia, há salas repletas de presentes recebidos por ele, além de um museu com objetos que contam sua trajetória e a história do grupo Jacto. Aos 98 anos, ele dizia: “Estou muito satisfeito com o que conseguiu” e que já podia “partir em paz”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nishimura completaria 100 anos no dia 8 de dezembro deste ano. O corpo do empresário está sendo velado em Pompeia. Shunji Nishimura deixa 7 filhos, 21 netos e 9 bisnetos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38585881-6779935888678542282?l=agribizz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://agribizz.blogspot.com/feeds/6779935888678542282/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38585881&amp;postID=6779935888678542282' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/6779935888678542282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38585881/posts/default/6779935888678542282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://agribizz.blogspot.com/2010/04/morre-fundador-da-jacto-shunji.html' title='Morre fundador da Jacto - Shunji Nishimura'/><author><name>Marcelo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14943731519314097073</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38585881.post-6718865912835265064</id><published>2010-04-24T08:28:00.002-03:00</published><updated>2010-04-24T08:32:39.918-03:00</updated><title type='text'>Resposta dos produtores de frango brasileiros à Evo Morales</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois daquelas declarações infelizes do Evo Morales, os empresários nacionais ligados à exportação de frango rebateram prontamente estas mentiras conforme podemos verificar na nota da Foilha de São Paulo de ontem que encontrei no &lt;a href="http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=65888"&gt;Notícias Agrícolas&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Produtores brasileiros de frango repudiam declarações de Evo Morales&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os produtores brasileiros de frango repudiaram nesta quinta-feira as declarações do presidente da Bolívia, Evo Morales, que vinculou o consumo do produto com o homossexualismo. "A Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frango [Abef] manifesta seu repúdio às declarações do presidente da Bolívia, Evo Morales, e às críticas infundadas que fez à carne de frango industrializada", disse a instituição em comunicado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na terça-feira passada, na inauguração de uma cúpula social sobre a mudança climática, Morales assegurou que "o frango que comemos está carregado de hormônios femininos" e que, por isso, "quando os homens comem esses frangos, têm desvios em seu ser como homens".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O presidente boliviano também afirmou que, por culpa dos frangos e do gado bovino criado com hormônios, as meninas têm um desenvolvimento prematuro dos seios.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Conhecido por posições notadamente polêmicas, inclusive no dia a dia de seu governo, o Sr. Morales revela desconhecimento também no que diz respeito a esta importante proteína animal, presença indispensável na mesa de todos os povos, em especial nas camadas menos favorecidas da população, das quais o presidente da Bolívia sempre se disse defensor", acrescenta a nota.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, a associação criticou os "comentários preconceituosos" de Morales em relação ao homoss
